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Foram encontradas 325 questões.

A vírgula empregada na frase em destaque tem a função de:

“Ela gosta de filmes românticos; ele, de ação”.
 

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Marque a opção onde só haja sujeito anteposto ao verbo.

I. “... ficaram os dois algum tempo aguentando a claridade do sol. Enxugaram as lágrimas, foram agachar-se perto dos filhos, ...” (Graciliano Ramos)
II. “Foi nos bailes da vida ou num bar em troca de pão/ Que muita gente boa pôs o pé na profissão...” (Milton Nascimento e Fernando Brant).
III. “No rancho fundo/ de olhar triste e profundo/ um moreno canta as mágoas/ com os olhos rasos d'água” (Ary Barroso e Lamartine Babo)
 

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Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

O Galo

O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.

- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...

Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.

- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.

Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:

- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!

Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

As palavras “lugarejo” e “palhoça”, encontradas no primeiro parágrafo do texto, apresentam que processo em sua formação respectivamente?
 

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Leia o texto a seguir e responda o que se pede:

O Galo

O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.

- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...

Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.

- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.

Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:

- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!

Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

Nas seguintes frases, “Nesse caso não sei como... Ah!...” e “Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente”, os “Ah” utilizados nas orações pertencem, respectivamente, a que classe gramatical:
 

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O Galo

O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.

- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...

Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.

- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.

Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:

- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!

Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

No fragmento: “Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente”, a palavra destacada não existe no dicionário de língua portuguesa, no entanto, percebe-se que o autor se utilizou desse neologismo para compor o humor do texto. Tendo isso em mente, a palavra doutoralmente assume que função sintática dentro do período?
 

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O Galo

O Dr. Marcolino apeou-se, entrou na palhoça, examinou o enfermo, auscultou-o, martelou-lhe o corpo inteiro com o nó do dedo grande e explicou a moléstia com palavras difíceis que aquela pobre gente não entendeu. Depois, abriu o saco de viagem que levava à garupa do animal, tirou alguns vidros, de cujo conteúdo derramou algumas gotas num copo d'água, e disse doutoralmente: - Aqui fica esta poção para ser tomada de três em três horas.

- Ah! seu doutor, nós aqui não podemos contar as horas, porque não temos relógio!

- Regulem-se pelo sol. O sol é um excelente relógio quando não chove e o tempo está seguro.

- Não sei disso, seu doutor, não entendo do relógio do sol...

- Nesse caso não sei como... Ah!...

Este ah!, com que o doutor interrompeu o que ia dizendo, foi produzido pela presença de um galo que passava no terreiro, majestosamente.

- Ali está um relógio, continuou o doutor: aquele galo. Todas as vezes que ele cantar, dê-lhe uma colher do remédio. E adeus! Não será nada: Depois de amanhã voltarei para ver o doente.

Foi-se o médico, e daí a dois dias voltou ao trote do seu jumento. Quem o recebeu foi o marido:

- Que é isto?... já de pé... - Sim, senhor: estou completamente bom, não tenho mais nada. E não sei como agradecer... Mas a mulher interveio com ar magoado:

- Sim, ele não tem mais nada, mas o pobre galo morreu.

- Morreu? Por quê?.

- Não sei, doutor... ele bebeu todo o remédio.

- Quem?... o galo?...

- Sim, senhor; todas as vezes que ele cantava, eu, segundo a recomendação do doutor, abria-lhe o bico, e derramava-lhe uma colher da droga pela goela abaixo! Que pena! Era um galo tão bonito!

Texto adaptado da obra de: AZEVEDO, Artur. O Galo. Disponível em: Biblioteca Virtual de Literatura. Acesso em: 28 jun. 2024.

Pode-se dizer que a confusão da mulher quanto à maneira de dar o remédio ao marido surge a partir de um problema de coesão referencial: anáfora, produzido pela colocação incorreta de um pronome, cujo uso deixa a esposa confusa e ela não consegue saber que referente o pronome retoma. Esse uso inadequado do pronome pode ser encontrado na seguinte fala:
 

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3399120 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Teresina Goiás-GO
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A reabilitação precoce de pacientes após um infarto do miocárdio é crucial para promover a recuperação cardíaca, melhorar a qualidade de vida e reduzir o risco de complicações futuras. Escolha a opção que mais aproxima o trabalho do fisioterapeuta com o trabalho da equipe multidisciplinar:
 

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3399119 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Teresina Goiás-GO
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O tratamento da PC é multifacetado e geralmente envolve uma equipe interdisciplinar de profissionais de saúde, como fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, fonoaudiólogos, psicólogos e médicos especialistas. O objetivo é maximizar a funcionalidade, independência e qualidade de vida do indivíduo, adaptando intervenções conforme necessário ao longo do tempo. Escolha a opção com afirmação correta:
 

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3399118 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Teresina Goiás-GO
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O tratamento fisioterapêutico nas lesões desportivas é essencial para promover a recuperação completa, restaurar a função muscular e prevenir recorrências. Quando a fase aguda da lesão está controlada e a força e a função são restauradas, o fisioterapeuta orienta o paciente no retorno gradual às atividades esportivas, monitorando o progresso e ajustando o programa conforme necessário. Para prevenir futuras lesões, é crucial:
 

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3399117 Ano: 2024
Disciplina: Fisioterapia
Banca: Itame
Orgão: Pref. Teresina Goiás-GO
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Parkinson: desencadeada pela perda irreparável de neurônios presentes numa área cerebral chamada substância negra, a doença é caracterizada por tremores e rigidez nas articulações. Segundo estimativa da OMS, 1% da população com mais de 65 anos sofre com Parkinson.
Alzheimer: transtorno que afeta cerca de 35,6 milhões de pessoas no mundo, é a maior causa de demência, ou seja, perda da capacidade cognitiva. Memória, orientação, atenção e linguagem ficam prejudicadas, começando pela perda de memória recente e desorientação no tempo e espaço.

Os dois neurotransmissores sabidamente em déficit no mal de Parkinson e no mal de Alzheimer são respectivamente:
 

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