Foram encontradas 50 questões.
Correlacione as características abaixo às respectivas disposições.
- São bastante genéricas e podem relacionar-se com todos os atos de uma pessoa que as possui. Essa variedade de disposição é relativamente incomum e encontrada em poucas pessoas;
- São de ocorrência limitada, menos cruciais para a descrição da personalidade e mais focalizadas nas respostas que provocam;
- Representam tendências altamente características do indivíduo, entram em ação com frequência e são fáceis de inferir.
( ) Disposições cardeais
( ) Disposições centrais
( ) Disposições secundárias
Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA de cima para baixo.
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Leia as proposições abaixo.
I. Para Kohlberg, nossa maneira de pensar sobre as questões morais reflete nosso desenvolvimento afetivo e expressa a constituição de uma moralidade heterônima;
II. A moralidade pré-convencional é o estágio em que o controle é externo e as regras são respeitadas para evitar punição ou por interesse próprio;
III. Na moralidade convencional, os padrões das figuras de autoridade são internalizados;
IV. Na moralidade pós-convencional, as pessoas seguem princípios morais internalizados de correção, imparcialidade e de justiça a partir dos quais podem escolher entre padrões morais conflitantes.
Assinale a opção CORRETA.
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Preencha a segunda coluna de acordo com a primeira.
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(1)
Esquemas de pessoas
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( ) Conhecimento sobre estímulos que não são inerentemente sociais, tais como os artefatos físicos, equipamentos e ambientes.
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(2)
Auto-esquemas
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( ) Scripts que descrevem a organização sequencial de eventos nas atividades cotidianas.
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(3)
Esquemas de papel
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( ) Estruturas conceituais abstratas de traços de personalidade ou protótipos de pessoas que permitem fazer inferências da experiência de interação com outras pessoas.
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(4)
Esquemas de eventos
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( ) Estruturas que as pessoas têm sobre normas e comportamentos esperados de posições sociais específicas.
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(5)
Esquemas de organização
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( ) Generalizações cognitivas a respeito de si mesmo, derivadas de experiência passada, que organizam e guiam o processo de informações autorrelacionadas, contidas nas experiências sociais dos indivíduos.
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(6)
Esquemas de objeto
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( ) São conhecimentos e impressões a respeito de agrupamentos organizacionais (ou subgrupos) como entidades, um tanto abstraídas dos seus membros individuais.
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Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Assinale a opção CORRETA.
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Do programa que nasceu na Fundação Nacional de Saúde, com transferências conveniais de recursos, hoje se tem uma estratégia de abrangência nacional, presente em todos os Estados da Federação e em quase 100% dos Municípios. Tornou-se uma política de Estado e um dos pilares de sustentação do Sistema Único de Saúde, desenvolvendo as ações no campo da Atenção Primária de Saúde. Estas são características do(a):
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Assinale a opção que apresenta a proposição CORRETA.
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2434790
Ano: 2012
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Teresina-PI
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFPI
Orgão: Pref. Teresina-PI
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Tratar do financiamento da saúde no Brasil implica necessariamente deixar claro o conteúdo ético/político que acompanha o conceito de saúde vigente no país desde 1988. Sem este ponto de referência, corre-se o risco de entrar num debate legalista, que leva em conta apenas as leis e portarias que regulam os gastos com a saúde. Entender o orçamento público é fundamental para o exercício da participação social. O orçamento é um instrumento de administração, gerenciamento e distribuição de recursos e está em permanente disputa. Desta forma, a participação da população é fundamental para garantir o interesse público, sendo assim, a sequência ordenada das etapas do Orçamento Público é:
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Assinale a opção INCORRETA.
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Assinale a proposição INCORRETA.
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Com base na leitura do texto que se segue, responda à questão.
A Fábula do minuto e meio
Iam Mestre e Discípulo por uma bucólica estrada do Oriente quando ouviram uma voz a apregoar, por detrás da árvore: “Tenho um minuto e meio para vender”. Ao Mestre, o mais sábio entre os sábios, a voz não enganava. O tom artificial, o jeito de escandir as sílabas forçando-as até o limite... Era ele: Belial, Belzebu, Mastema, Semihazah, Azazel, Satã, Satanás. Também conhecido como o Cão, o Tinhoso, o Tisnado, o Coxo, o Rabudo. O Discípulo olhou para o Mestre, em busca de orientação. “Tenho um minuto e meio para vender”, repetiu a voz. O Mestre considerou por um instante a situação. Um minuto e meio era artigo precioso demais para ser rejeitado assim sem mais nem menos. Além disso, se não o comprasse ele, outro o faria. Na mochila em que preparava a ração do Discípulo, ele já levava quase seis minutos. Com mais um e meio poderia considerar-se um milionário de minutos. A medida de Deus, como se sabe, é a eternidade. O Demônio, que é mais realista, aprendeu em certas situações mais vale seduzir com minutos.
O Mestre apaziguou o inquieto Discípulo. “Não se preocupe. Venha comigo e faça sempre o que lhe disser.” O Mestre tinha confiança desmedida em sua própria sabedoria e em suas intuições. Esperto por esperto, pensou, não é um Rabudo qualquer que vai me passar a perna. Pegou o Discípulo pelo braço e enfiou-se com ele para detrás da árvore. Negociaram no escondidinho. “Ufa, assim é melhor”, pensou o Discípulo. Mais confiança ainda depositou no Mestre: ele sempre sabe o que faz! A negociação fluiu muito bem, à sombra protetora da árvore. Acertaram o preço. Tudo já praticamente liquidado, faltava a entrega da mercadoria. Satanás disse que a guardava em casa. Um minuto e meio é produto precioso demais para ficar andando com ele no bolso. Convidou-os a ir à sua casa, para apanhá-lo.
Como é sabido, se o ofício de Deus é perdoar, o do Demônio é tentar. Azazel tinha um plano, ao atraí-los à sua casa. Bem que o Mestre, a quem nada escapa, pensou duas vezes antes de concordar. Mas o prêmio do minuto e meio falou mais alto. Belzebu, como é também amplamente sabido, mora num lindo palacete. A mansão tem muros altos; impossível ser vista de fora. O Mestre considerou que estariam tão protegidos quanto atrás da árvore. “Nada a temer”, disse ao Discípulo, cuja experiência se revelava numa expressão de desassossego. “É só vir comigo e fazer sempre o que lhe disser.”
A princípio tudo correu bem, na casa do Príncipe das Trevas. Ele mostrou-lhes o minuto e meio. Ali estava, reluzente como uma joia, num baú em que os visitantes puderam vislumbrar, porque escapavam pelas bordas, também extratos de contas de bancos em várias partes do mundo e até, estranhamento, alguns frangos. Depois, convidou-os a passar aos lindos jardins do palacete. Era nesse cenário que, segundo seu plano, teria lugar a melhor parte da peça. Outro dos nomes de Satã é Macaco de Deus. Ele está sempre a macaquear Deus. Estes enviados de Deus que são os santos promovem curas ao simples toque das mãos no corpo dos aflitos. O Macaco de Deus imita-os. Como é de sua índole perversa, porém, não é para curar que o faz. A intenção do Tisnado é tisnar o tocado com suas manhas.
Uma vez no jardim com os convidados, Belial mostrou-se insuperável na arte da expressão corporal e do toque. Dirigiu-se ao Mestre com os polegares em sinal de positivo. Abraçou-o como se fossem velhos camaradas. E, num momento entre todos significativos, levou a mão à cabeça do Discípulo, acariciando com paternal beatitude seus negros cabelos. Com o gesto, fazia-o seu. Indicava que, tal qual o Mestre, também tinha reservas de ternura e zelo protetor a oferecer. Ao invés do que ocorrera por detrás da árvore, fotos e filmes registraram a cena. Se há uma coisa que o Demo aprecia é fazer as coisas ao contrário. Às vezes, ele se apresenta com os pés ao contrário; em outras, fala ao contrário. Desta vez, posou para as câmeras como se fosse um ente normal, com quem não se teme fazer negócio às claras. Era isso que tinha em mente; conseguiu-o.
O Mestre parecia constrangido, mas, bem pesadas as coisas, consolava-o o minuto e meio que já tinha guardado na mochila. Quem vai lembrar, quando chegar a hora de a onça beber água, que para consegui-lo pagou um sobrepreço? O Discípulo tinha a pulga atrás da orelha, mas quem era ele para duvidar das estratégias e dos estratagemas do Mestre? Esta fábula não tem moral. No Oriente, onde se passa, costumam dizer que o que tem é imoral, ou amoral. São muito escrupulosos por lá.
TOLEDO, Roberto Pompeu de. Revista Veja, 27 de junho de 2012,150 (com adaptações).
Em “A intenção do Tisnado é tisnar o tocado com suas manhas”, ‘Tisnado’ e ‘tisnar’, apesar de terem o mesmo radical, possuem significados contextualmente diferentes. Sobre o verbo ‘tisnar’, marque, dentre as opções abaixo, aquela em que o vocábulo sugerido pode substituir, semanticamente, no contexto do enunciado em tela, o referido verbo.
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