Foram encontradas 50 questões.
Quanto aos subprocessos que regem a aprendizagem observacional de Bandura, assinale a opção CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O Ministro de Estado da Saúde, no uso de suas atribuições previstas no inciso II do parágrafo único do art. 87 da Constituição Federal brasileira, instituiu o estabelecimento das prioridades, objetivos, metas e indicadores de monitoramento e avaliação do Pacto pela Saúde, nos componentes pela Vida e de Gestão, bem como as orientações, prazos e diretrizes do seu processo de pactuação para o biênio 2010 – 2011. Este excerto encontra-se na:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia as proposições abaixo e, a seguir, assinale a opção CORRETA.
I. A energia do ID está em um estado muito fluido. A qualidade deslocável dessa energia se deve à incapacidade de o ID fazer discriminações sutis entre os objetos;
II. Para Jung, a energia psíquica é uma manifestação da energia da vida, que é a energia do organismo como um sistema biológico, não se diferenciando assim de Freud no caráter sexual da libido;
III. Influenciados pelas Ciências Sociais, um grupo de estudiosos reformulou a concepção de ser humano original da psicanálise e enfatizou o caráter social da condição humana. Adler foi o primeiro desses teóricos;
IV. Nos Estados Unidos, o desenvolvimento da teoria psicanalítica resultou em uma nova teoria do ego, que influenciou o pensamento do pensador francês Jacques Lacan.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Leia as proposições a seguir.
I. A atenção psicossocial deve ser compreendida como um processo social complexo, que se desenvolve no bojo do processo paradigmático de transição da ciência na modernidade, e supõe a articulação de mudanças em várias dimensões simultâneas e inter-relacionadas, referentes aos campos epistemológico, técnico-assistencial, jurídico-político e sociocultural.
II. A 1ª Conferência Nacional de Saúde Mental (CNSM), ocorrida em 1987, salientou que era imprescindível a reforma curricular nos cursos de graduação, na área da saúde, e que as universidades deveriam assumir seu papel de formação e reciclagem dos profissionais e agentes de saúde;
III. A 2ª CNSM, que aconteceu em 1992, além de reafirmar as recomendações da 1ª CNSM sobre a formação dos profissionais, propôs: a inclusão, nos cursos formadores de profissionais, de temas de saúde mental da saúde coletiva e a obrigatoriedade de estágios acadêmicos nas redes pública e privada de saúde; a regulamentação do artigo constitucional que atribui ao SUS a ordenação da formação dos trabalhadores da saúde e a criação de programas de pós-graduação em saúde mental, na perspectiva da saúde coletiva;
IV. A 3ª CNSM, realizada em 2001, acrescentou que seria importante, além das propostas apontadas nas outras conferências: integrar assistência-ensino-pesquisa, de sorte que todos os serviços substitutivos fossem voltados para o ensino e a pesquisa de práticas inovadoras; rever os currículos, para que possibilitem uma capacitação interprofissional e generalista dos docentes e discentes acerca da saúde pública e saúde mental, e de uma prática profissional por meio da extensão universitária, especializações, residências e estágios para todos os profissionais da área;
V. A IV Conferência de Saúde Mental reafirma os princípios do SUS e foca sua atenção na questão da exclusão. Ocorreu em 2003 e expressou a nova política de saúde mental implantada no governo Lula.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a opção INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Relacione as teorias abaixo às respectivas caracterizações:
(I) Teoria Psicogenética de Piaget
(II) Teoria Histórico-Cultural de Vigostsky
( ) As principais ideias referem-se: (1) à relação dialética entre indivíduo e sociedade, nas quais se originam as características tipicamente humanas. O homem transforma o seu meio e, ao mesmo tempo, transforma-se a si mesmo; (2) às funções psicológicas superiores, que se originam nas relações entre o indivíduo e seu contexto sociocultural, ou, em outras palavras, têm uma origem cultural; (3) à relação com o mundo, que seria mediada por “ferramentas” criadas pelo homem; (4) ao cérebro como a base biológica de tais funções mentais. Mas o cérebro não seria imutável ou fixo, podendo-se falar em "plasticidade cerebral".
( ) A ideia de construção do conhecimento proposta defende que é na interação com o meio que o sujeito se depara com situações diferenciadas, as quais o levam a construir hipóteses, através dos processos de assimilação e acomodação, visando explicar os fenômenos que ocorrem no seu mundo.
( ) O conceito de equilibração mostra como uma criança é capaz de resolver uma situação de conflito suscitada pela presença simultânea de esquemas cognitivos contraditórios. Este processo, que levaria a criança para um equilíbrio superior, é considerado como um processo de autorregulação estritamente interno ao sujeito. O mecanismo da equilibração se explica pelo fato de que cada uma das etapas sucessivas apresenta uma probabilidade crescente em função dos resultados obtidos na precedente.
( ) O conhecimento não se dá a partir da interação direta sujeito-objeto. Essa interação é, em essência, mediada. Os instrumentos são objetos do mundo físico, aqueles que mediam a ação (e transformação) do homem sobre a natureza. A possibilidade de transformação desta pelo homem seria infinitamente menor, se ele não houvesse desenvolvido e aprimorado os instrumentos que auxiliariam a sua intervenção no mundo. Os signos aparecem como os instrumentos psicológicos, pois eles mediam o próprio pensamento.
Assinale a opção que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a opção que apresenta a proposição INCORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
- Legislação PrevidenciáriaResoluções do CNASResolução CNAS 145/2004: Política Nacional de Assistência Social
O Sistema Único de Assistência Social (SUAS) é um sistema público que organiza, de forma descentralizada, os serviços socioassistenciais no Brasil. Coordenado pelo Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome (MDS), ele organiza as ações em dois tipos de proteção social:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a opção que apresenta a taxionomia dos objetivos cognitivos em ordem crescente de complexidade.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Com base na leitura do texto que se segue, responda à questão.
A Fábula do minuto e meio
Iam Mestre e Discípulo por uma bucólica estrada do Oriente quando ouviram uma voz a apregoar, por detrás da árvore: “Tenho um minuto e meio para vender”. Ao Mestre, o mais sábio entre os sábios, a voz não enganava. O tom artificial, o jeito de escandir as sílabas forçando-as até o limite... Era ele: Belial, Belzebu, Mastema, Semihazah, Azazel, Satã, Satanás. Também conhecido como o Cão, o Tinhoso, o Tisnado, o Coxo, o Rabudo. O Discípulo olhou para o Mestre, em busca de orientação. “Tenho um minuto e meio para vender”, repetiu a voz. O Mestre considerou por um instante a situação. Um minuto e meio era artigo precioso demais para ser rejeitado assim sem mais nem menos. Além disso, se não o comprasse ele, outro o faria. Na mochila em que preparava a ração do Discípulo, ele já levava quase seis minutos. Com mais um e meio poderia considerar-se um milionário de minutos. A medida de Deus, como se sabe, é a eternidade. O Demônio, que é mais realista, aprendeu em certas situações mais vale seduzir com minutos.
O Mestre apaziguou o inquieto Discípulo. “Não se preocupe. Venha comigo e faça sempre o que lhe disser.” O Mestre tinha confiança desmedida em sua própria sabedoria e em suas intuições. Esperto por esperto, pensou, não é um Rabudo qualquer que vai me passar a perna. Pegou o Discípulo pelo braço e enfiou-se com ele para detrás da árvore. Negociaram no escondidinho. “Ufa, assim é melhor”, pensou o Discípulo. Mais confiança ainda depositou no Mestre: ele sempre sabe o que faz! A negociação fluiu muito bem, à sombra protetora da árvore. Acertaram o preço. Tudo já praticamente liquidado, faltava a entrega da mercadoria. Satanás disse que a guardava em casa. Um minuto e meio é produto precioso demais para ficar andando com ele no bolso. Convidou-os a ir à sua casa, para apanhá-lo.
Como é sabido, se o ofício de Deus é perdoar, o do Demônio é tentar. Azazel tinha um plano, ao atraí-los à sua casa. Bem que o Mestre, a quem nada escapa, pensou duas vezes antes de concordar. Mas o prêmio do minuto e meio falou mais alto. Belzebu, como é também amplamente sabido, mora num lindo palacete. A mansão tem muros altos; impossível ser vista de fora. O Mestre considerou que estariam tão protegidos quanto atrás da árvore. “Nada a temer”, disse ao Discípulo, cuja experiência se revelava numa expressão de desassossego. “É só vir comigo e fazer sempre o que lhe disser.”
A princípio tudo correu bem, na casa do Príncipe das Trevas. Ele mostrou-lhes o minuto e meio. Ali estava, reluzente como uma joia, num baú em que os visitantes puderam vislumbrar, porque escapavam pelas bordas, também extratos de contas de bancos em várias partes do mundo e até, estranhamento, alguns frangos. Depois, convidou-os a passar aos lindos jardins do palacete. Era nesse cenário que, segundo seu plano, teria lugar a melhor parte da peça. Outro dos nomes de Satã é Macaco de Deus. Ele está sempre a macaquear Deus. Estes enviados de Deus que são os santos promovem curas ao simples toque das mãos no corpo dos aflitos. O Macaco de Deus imita-os. Como é de sua índole perversa, porém, não é para curar que o faz. A intenção do Tisnado é tisnar o tocado com suas manhas.
Uma vez no jardim com os convidados, Belial mostrou-se insuperável na arte da expressão corporal e do toque. Dirigiu-se ao Mestre com os polegares em sinal de positivo. Abraçou-o como se fossem velhos camaradas. E, num momento entre todos significativos, levou a mão à cabeça do Discípulo, acariciando com paternal beatitude seus negros cabelos. Com o gesto, fazia-o seu. Indicava que, tal qual o Mestre, também tinha reservas de ternura e zelo protetor a oferecer. Ao invés do que ocorrera por detrás da árvore, fotos e filmes registraram a cena. Se há uma coisa que o Demo aprecia é fazer as coisas ao contrário. Às vezes, ele se apresenta com os pés ao contrário; em outras, fala ao contrário. Desta vez, posou para as câmeras como se fosse um ente normal, com quem não se teme fazer negócio às claras. Era isso que tinha em mente; conseguiu-o.
O Mestre parecia constrangido, mas, bem pesadas as coisas, consolava-o o minuto e meio que já tinha guardado na mochila. Quem vai lembrar, quando chegar a hora de a onça beber água, que para consegui-lo pagou um sobrepreço? O Discípulo tinha a pulga atrás da orelha, mas quem era ele para duvidar das estratégias e dos estratagemas do Mestre? Esta fábula não tem moral. No Oriente, onde se passa, costumam dizer que o que tem é imoral, ou amoral. São muito escrupulosos por lá.
TOLEDO, Roberto Pompeu de. Revista Veja, 27 de junho de 2012,150 (com adaptações).
Mesmo com a afirmação do autor de que “Esta fábula não tem moral”, marque o provérbio abaixo que pode funcionar como a moral do texto em análise.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container