Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
decarocoodeeacaihhmm
18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
Primeira coluna: função da pontuação:
(1)Enumeração. (2)Inserção de discurso direto. (3)Aposto.
Segunda coluna: emprego no texto
(__)"Foi um trabalho muito divertido", conta.
(__)Barbosa ainda afirma que a participação dela em palestras, congressos e viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino superior.
(__)O resto − principalmente o caroço − permanece sem uma utilidade definida.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
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18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
Primeira coluna: Classificação da tonicidade
(1)Proparoxítona (2)Oxítona (3)Paroxítona
Segunda coluna: Palavras do texto
(__)Açaí (__)Bagaço (__)Matemática (__)Tijolo (__)Possível (__)Pará (__)Projeto (__)Barbosa
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
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- Interpretação de TextosTipologia e Gênero TextualGêneros Textuais
- Interpretação de TextosVariação Linguística
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Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
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Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
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18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
I. A principal característica do gênero textual ao qual pertence o texto é informar a respeito de um acontecimento real, com uma linguagem formal.
PORQUE
II. O tipo textual predominante nesse gênero é o expositivo, pois apresenta a descrição de aspectos da temática abordada.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
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Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
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Acesso em: 16 jul., 2023.
A estudante refletiu sobre formas de ajudar a população local, no entanto, não dispunha de muitos recursos financeiros.
A respeito da correta classificação do período, assinale a alternativa correta:
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Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
decarocoodeeacaihhmm
18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
decarocoodeeacaihhmm
18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
I.Em "Isso acaba provocando a contaminação do meio ambiente regional, visto que não há uma estratégia eficiente de descarte", no primeiro parágrafo, a palavra "isso" retoma o fato de que apenas 4% do fruto do açaí é utilizado.
II.No trecho "Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto para amenizar o problema ambiental..", no segundo parágrafo, a expressão "dessa perspectiva" retoma o descarte dos restos do açaí que causam contaminação ambiental.
III.Em "Eles colocaram os caroços para secar, depois carbonizaram e os trituraram em um pilão", no quinto parágrafo, a palavra "eles" retoma apenas os jovens que Barbosa chamou para ajudar na pesquisa.
É correto o que se afirma em:
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Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço − permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba provocando a contaminação do meio ambiente regional, visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de Belém. "O caroço possui uma substância chamada lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro, chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia, Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma professora, que comentou com ela sobre os problemas de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram construídas em terrenos frequentemente usados como local de descarte de lixo. Como as construções foram levantadas sem regularização, a decomposição acabou afetando as estruturas − e a vida da população. "Comecei a pensar qual material de baixo custo e que não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não tinha como desenvolver algo que custasse muito dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar, depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A massa resultante foi misturada com argila e carvão para chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido", conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem conseguiu parceria com um laboratório da Universidade de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é descobrir em quais porcentagens é possível criar outras aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e argamassa. "É para testar a resistência do material. Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito anos de idade, quando participou pela primeira vez de uma feira científica em sua escola e do Clube de Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza será em uma área de STEM [ciência, tecnologia, engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma que a participação dela em palestras, congressos e viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas − mas também considera essencial que os jovens cientistas tenham suporte de familiares, amigos e professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu. Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood decarocoodeeacaihhmm 18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html Acesso em: 16 jul., 2023.
A partir da leitura de "Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí", analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) A motivação da estudante para a criação do tijolo de caroço de açaí foi a questão de que apenas 4% do fruto é utilizado.
( ) A estudante associa, pelo menos em parte, o sucesso de sua vida científica ao incentivo que ela recebeu em sua jornada.
( ) Patenteado, o tijolo criado pela estudante já está em fase de produção de larga escala.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
decarocoodeeacaihhmm
18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
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O texto seguinte servirá de base para responder a questão.
Paraense de 18 anos cria tijolo de caroço de açaí
Aproximadamente 90% de todo o açaí consumido no
mundo é produzido no Pará. No entanto, apenas 4% do
fruto é aproveitado; o resto − principalmente o caroço −
permanece sem uma utilidade definida. Isso acaba
provocando a contaminação do meio ambiente regional,
visto que não há uma estratégia eficiente de descarte.
Foi a partir dessa perspectiva que Francielly Rodrigues
Barbosa, de 18 anos, resolveu desenvolver um projeto
para amenizar o problema ambiental e ainda ajudar os
moradores de sua cidade, Moju, a cerca de 120 km de
Belém. "O caroço possui uma substância chamada
lignina, que impede o ataque de fungos, demorando a
decomposição", ela explica. "Isso causa mau cheiro,
chorume e a liberação de gás metano."
Aluna da Escola Estadual Ernestina Pereira Maia,
Barbosa começou o projeto no primeiro ano do Ensino
Médio. A inspiração para a pesquisa veio de uma
professora, que comentou com ela sobre os problemas
de odor ruim e rachaduras nas casas de um bairro de
Moju.
A jovem descobriu que muitas residências foram
construídas em terrenos frequentemente usados como
local de descarte de lixo. Como as construções foram
levantadas sem regularização, a decomposição acabou
afetando as estruturas − e a vida da população.
"Comecei a pensar qual material de baixo custo e que
não agride o meio ambiente eu poderia aproveitar para
fazer a fundação de forma segura", conta Barbosa. "Não
tinha como desenvolver algo que custasse muito
dinheiro."
Para criar o tijolo de açaí, ela convidou jovens de Moju
para ajudá-la. Eles colocaram os caroços para secar,
depois carbonizaram e os trituraram em um pilão. A
massa resultante foi misturada com argila e carvão para
chegar ao produto final. "Foi um trabalho muito divertido",
conta. "Brincar também é ciência. Foi legal para mostrar
que a ciência inclui todo mundo, basta querer."
Enquanto cursa já o último ano do Ensino Médio, Barbosa continua sua pesquisa em paralelo. A jovem
conseguiu parceria com um laboratório da Universidade
de São Paulo (USP), onde estão sendo testadas
diferentes fórmulas da mistura com o caroço. A ideia é
descobrir em quais porcentagens é possível criar outras
aplicações para alvenaria, como telhas, cimento e
argamassa. "É para testar a resistência do material.
Agora temos um ano para fazer os testes e abranger um
pedido de patente", ela informa.
Barbosa começou a se interessar por ciência aos oito
anos de idade, quando participou pela primeira vez de
uma feira científica em sua escola e do Clube de
Ciências de Moju. "Vi tantas coisas interessantes que me
apaixonei e decidi que queria fazer aquilo", comenta.
Ela pretende cursar engenharia, mas ainda não sabe em
qual das áreas irá se especializar. "Mas com certeza
será em uma área de STEM [ciência, tecnologia,
engenharia e matemática]", conta. Barbosa ainda afirma
que a participação dela em palestras, congressos e
viagens ampliaram seu campo de visão para o ensino
superior. "Penso que posso entrar na USP ou estudar no
exterior. É tão maravilhoso. Se é possível para mim, é
possível para qualquer jovem."
Para ela, ser cientista significa poder ajudar as pessoas
− mas também considera essencial que os jovens
cientistas tenham suporte de familiares, amigos e
professores. "Peço que as pessoas orientem os alunos a
não deixar os sonhos deles morrerem", ela diz. "Eu tive
sorte, pois a minha família sempre me apoiou. Se não
fosse isso, eu nunca teria ido para fora do país e
conhecido vários cantos do Brasil."
Retirado e adaptado de: FABRO, Nathalia. Paraense de 18 anos tem
mais de 15 prêmios por criar tijolo de caroço de açaí. Galileu.
Disponível em: -annos-teem--mmas-dde-115-pemmio-poo-ciarrtoooood
decarocoodeeacaihhmm
18-anos-tem-mais-de-15-premios-por-criar-tijolo-de-caroco-de-acai.html
Acesso em: 16 jul., 2023.
1.Apresentação da pesquisadora. 2.Processo de produção. 3.Apresentação do tema. 4.Indicação da motivação. 5.Apoio a jovens cientistas. 6.Planos para o futuro.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta em que as partes são apresentadas no texto:
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2844085
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Provas:
Em meados do mês de janeiro, imagens de crianças e
adultos subnutridos indígenas chamaram a atenção.
Embora a situação desses povos já fosse conhecida pelo
governo, as cenas ajudaram a diagnosticar uma crise
sanitária e humanitária na região (TANCREDI, 2023). Ao
encontro disso:
I.Os rios da Terra Indígena Yanomami apresentaram mudança, após a operação do governo federal contra o garimpo ilegal da região.
PORQUE
II.A coloração é causada, justamente, pela atividade do garimpo, que perfura os fundos dos rios e deixa a água lamacenta.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
I.Os rios da Terra Indígena Yanomami apresentaram mudança, após a operação do governo federal contra o garimpo ilegal da região.
PORQUE
II.A coloração é causada, justamente, pela atividade do garimpo, que perfura os fundos dos rios e deixa a água lamacenta.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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