Foram encontradas 40 questões.
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I. O estudo relatado no texto analisou dois tipos de plantas (tomate e tabaco).
PORQUE
II. Cada tipo de planta foi analisando, considerando-se duas avarias: cortes no caule e falta de água.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
Os pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho, videira e cactos.
Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiro, e F, para falso:
(__)Podemos classificar a sentença como um período simples. (__)A sentença apresenta um verbo transitivo indireto. (__)O sujeito da sentença é "Os pesquisadores", sendo "pesquisadores" o núcleo do sujeito.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I.No trecho "Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na forma", temos uma exemplificação.
II.No trecho "Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta que a dos submetidos à seca", temos uma comparação.
III.Em "Os pesquisadores criaram quatro grupos [...] comparados a um grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e colocaram microfones próximo a elas", há uma explicação.
É correto o que se afirma em:
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Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I.No trecho "Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as plantas apresentam...", temos a figura de linguagem personificação.
II.Em "...alterações na cor, no cheiro e na forma", temos uma gradação.
III.Em "...criaram quatro grupos - plantas de tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco também com o caule cortado -, comparados a um grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis)...", temos um paradoxo.
É correto o que se afirma em:
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que a dos submetidos à seca
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plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
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Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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2843456
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Provas:
Os debates sobre desenvolvimento urbano, que por
muito tempo foram direcionados para questões de
ocupação territorial, giram hoje em torno de diversos
temas ligados à qualidade de vida da população,
principalmente nos grandes centros. Nesse sentido,
muitos conceitos surgiram, como o que designa a
preocupação com o deslocamento das massas com os
meios de transporte e seu impacto sobre o meio
ambiente. Como é denominado esse movimento?
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2843455
Ano: 2023
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FURB
Orgão: Pref. Timbó-SC
Provas:
Há muito a tecnologia vem ganhando espaço no
processo produtivo, tornando-se uma inimiga do
profissional que resiste ao aperfeiçoamento para lidar
com seus recursos. Hoje fala-se muito em inteligência
artificial, mas no passado a palavra que simbolizava esse
conflito era:
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