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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Alimentos orgânicos: emprego do controle biológico
Em vez do uso do agrotóxico, cultivo usa insetos, fungos
e bactérias para acabar com os bichos que atacam as
plantações.
Insetos, fungos e bactérias: o que esses bichinhos têm a
ver com alimentos orgânicos? Eles atuam nas
plantações, comendo outros seres vivos que provocam
doenças nas lavouras.
Essa reprodução da cadeia alimentar é chamada de
controle biológico, um sistema que é usado na
agricultura orgânica no lugar dos agrotóxicos, que são
produtos químicos proibidos nesse tipo de cultivo.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de
Controle Biológico (ABCBio), o controle biológico requer
a adoção de técnicas específicas e tecnologias
avançadas que priorizem o uso dos recursos naturais e
socioeconômicos disponíveis, respeitando a integridade
cultural das comunidades rurais. Para isso, é de extrema
importância que agricultores se adequem às normas de
orgânicos, mas também avaliem estratégias apropriadas
às peculiaridades de cada região, entre elas, solo, clima,
água e biodiversidade.
Os produtos biológicos de controle, para serem utilizados
dentro da agricultura orgânica, precisam ser registrados
no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA), na ANVISA e no IBAMA, seguindo as
especificações de referência para a agricultura orgânica
ou certificados por empresas credenciadas. "Esse
processo é essencial para garantir a segurança e a
qualidade dos produtos orgânicos que chegam à mesa
do consumidor final", observa Amália Borsari,
diretora-executiva da ABCBio.
Em função da sua natureza, os produtos biológicos de
controle podem ser categorizados como
macro-organismos (insetos, ácaros e nematoides),
microrganismos (bactérias, fungos, vírus), bioquímicos
(extratos de plantas, algas, enzimas e hormônios) e
semioquímicos (metabólitos e feromônios). Em geral, são
disponibilizados na forma granulada, suspensão
concentrada, em cartela contendo ovos parasitados, em
cápsulas contendo microvespas. No caso de macro
biológicos, são comercializados ovos, pupas, larvas ou
insetos vivos.
Retirado e adaptado de:
SALATI, Paula.; TAVARES, Celso.; Alimentos orgânicos: produção
envolve 'guerra' de insetos para combater as pragas do campo. G1.
Disponível em: notcia/22023/04/199ammentosooggancos-pooduccao-e
nvolvegguerra-deinsseoos-paaracoombbaee-aa-pragaa-do-ccamppo.g
hmm
o-envolve-guerra-de-insetos-para-combater-as-pragas-do-campo.ghtml
Acesso em: 10 maio, 2023.
PORTAL BDO. Agricultura orgânica: como fazer um controle biológico adequado? Portal BDO. Disponível em: oloogcoo-de--pragas-edoeenca
as-addequuado/
ica-como-fazer-um-controle-biologico-de-pragas-e-doencas-adequado/
Acesso em: 10 maio, 2023.
I. Existe uma série de regras que precisam ser respeitadas no que diz respeito aos produtos que são empregados no controle biológico para a produção de alimentos orgânicos.
PORQUE
II. Os produtos biológicos precisam ser registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), na ANVISA e no IBAMA.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaVerbosLocução Verbal
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Alimentos orgânicos: emprego do controle biológico
Em vez do uso do agrotóxico, cultivo usa insetos, fungos
e bactérias para acabar com os bichos que atacam as
plantações.
Insetos, fungos e bactérias: o que esses bichinhos têm a
ver com alimentos orgânicos? Eles atuam nas
plantações, comendo outros seres vivos que provocam
doenças nas lavouras.
Essa reprodução da cadeia alimentar é chamada de
controle biológico, um sistema que é usado na
agricultura orgânica no lugar dos agrotóxicos, que são
produtos químicos proibidos nesse tipo de cultivo.
De acordo com a Associação Brasileira das Empresas de
Controle Biológico (ABCBio), o controle biológico requer
a adoção de técnicas específicas e tecnologias
avançadas que priorizem o uso dos recursos naturais e
socioeconômicos disponíveis, respeitando a integridade
cultural das comunidades rurais. Para isso, é de extrema
importância que agricultores se adequem às normas de
orgânicos, mas também avaliem estratégias apropriadas
às peculiaridades de cada região, entre elas, solo, clima,
água e biodiversidade.
Os produtos biológicos de controle, para serem utilizados
dentro da agricultura orgânica, precisam ser registrados
no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
(MAPA), na ANVISA e no IBAMA, seguindo as
especificações de referência para a agricultura orgânica
ou certificados por empresas credenciadas. "Esse
processo é essencial para garantir a segurança e a
qualidade dos produtos orgânicos que chegam à mesa
do consumidor final", observa Amália Borsari,
diretora-executiva da ABCBio.
Em função da sua natureza, os produtos biológicos de
controle podem ser categorizados como
macro-organismos (insetos, ácaros e nematoides),
microrganismos (bactérias, fungos, vírus), bioquímicos
(extratos de plantas, algas, enzimas e hormônios) e
semioquímicos (metabólitos e feromônios). Em geral, são
disponibilizados na forma granulada, suspensão
concentrada, em cartela contendo ovos parasitados, em
cápsulas contendo microvespas. No caso de macro
biológicos, são comercializados ovos, pupas, larvas ou
insetos vivos.
Retirado e adaptado de:
SALATI, Paula.; TAVARES, Celso.; Alimentos orgânicos: produção
envolve 'guerra' de insetos para combater as pragas do campo. G1.
Disponível em: notcia/22023/04/199ammentosooggancos-pooduccao-e
nvolvegguerra-deinsseoos-paaracoombbaee-aa-pragaa-do-ccamppo.g
hmm
o-envolve-guerra-de-insetos-para-combater-as-pragas-do-campo.ghtml
Acesso em: 10 maio, 2023.
PORTAL BDO. Agricultura orgânica: como fazer um controle biológico adequado? Portal BDO. Disponível em: oloogcoo-de--pragas-edoeenca
as-addequuado/
ica-como-fazer-um-controle-biologico-de-pragas-e-doencas-adequado/
Acesso em: 10 maio, 2023.
Os produtos biológicos de controle precisam ser registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), na ANVISA e no IBAMA.
O período apresentado pode ser sintaticamente decomposto em algumas partes. São elas:
1.Complemento (objeto indireto) 2.Sujeito 3.Verbo (locução verbal)
Assinale a alternativa que corretamente apresenta a ordem das partes no enunciado:
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta que a dos submetidos à seca. Agora, analise as afirmações a seguir:
I.O enunciado apresenta uma elipse em "que a dos"; II.O enunciado apresenta uma elipse em "dos submetidos"; III.O enunciado não é coeso, porque faltam informações que deveriam ser retomadas.
É correto o que se afirma em:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I. O estudo relatado no texto analisou dois tipos de plantas (tomate e tabaco).
PORQUE
II. Cada tipo de planta foi analisando, considerando-se duas avarias: cortes no caule e falta de água.
A respeito dessas asserções, assinale a opção correta:
Provas
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
Os pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho, videira e cactos.
Agora, analise as afirmações a seguir. Marque V, para verdadeiro, e F, para falso:
(__)Podemos classificar a sentença como um período simples. (__)A sentença apresenta um verbo transitivo indireto. (__)O sujeito da sentença é "Os pesquisadores", sendo "pesquisadores" o núcleo do sujeito.
Assinale a alternativa com a sequência correta:
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I.No trecho "Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na forma", temos uma exemplificação.
II.No trecho "Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta que a dos submetidos à seca", temos uma comparação.
III.Em "Os pesquisadores criaram quatro grupos [...] comparados a um grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e colocaram microfones próximo a elas", há uma explicação.
É correto o que se afirma em:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Os sons das plantas feridas
Tomates cortados emitem sons em frequência mais alta
que a dos submetidos à seca
Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as
plantas apresentam alterações na cor, no cheiro e na
forma. Podem também liberar compostos orgânicos
voláteis. Ou ainda emitir sons ultrassônicos, na
frequência de 20 a 150 quilohertz (kHz).
Embora não sejam captados pelos seres humanos,
esses sons poderiam alcançar outras plantas ou insetos,
de acordo com experimentos com plantas de tomate e
de tabaco feitos por equipes das universidades de
Tel-Aviv, em Israel, e Harvard, nos Estados Unidos.
Os pesquisadores criaram quatro grupos - plantas de
tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule
cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco
também com o caule cortado -, comparados a um
grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis), e
colocaram microfones próximo a elas.
As frequências dos sons de cada grupo se mostraram
proporcionais aos níveis de lesões e diferenciaram os
grupos. As plantas secas de tomate e tabaco emitiram
sons com frequência média máxima de 49,6 kHz e 54,8
kHz, respectivamente. Já nas plantas cortadas, a
frequência média máxima foi de 57,3 kHz e 57,8 kHz. Os
pesquisadores também gravaram sons de trigo, milho,
videira e cactos (Cell, 30 de março).
Retirado e adaptado de: WEBER, Jean. Os sons das plantas feridas.
Revista Pesquisa FAPESP. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/os-sons-das-plantas-feridas/ Acesso
em: 12 maio, 2023.
I.No trecho "Quando estressadas, por exemplo, pela falta de água, as plantas apresentam...", temos a figura de linguagem personificação.
II.Em "...alterações na cor, no cheiro e na forma", temos uma gradação.
III.Em "...criaram quatro grupos - plantas de tomate estressadas pela seca, de tomate com o caule cortado, de tabaco estressadas pela seca e de tabaco também com o caule cortado -, comparados a um grupo-controle (isto é, de plantas saudáveis)...", temos um paradoxo.
É correto o que se afirma em:
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