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Na obra “Preconceito Linguístico”, de Marcos Bagno (2013), o linguista explica que muitos usos da língua portuguesa são alvo de preconceito, fundamentado em mitos que não sustentam a variedade falada no Brasil. Entre eles, destacam-se: “Brasileiro não sabe português”, “As pessoas sem instrução falam tudo errado”, “O certo é falar assim porque se escreve assim”, entre outros que promovem exclusão social.
Segundo essa perspectiva, são fatores que justificam a variação linguística no Brasil, EXCETO:
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LEIA UM FRAGMENTO DO TEXTO DE APRESENTAÇÃO DO “DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA”, DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. AS QUESTÕES 13 E 14 REFEREM-SE A ELE.
“Vale ressaltar, embora incontestável, que nenhuma língua histórica terá jamais toda a extensão de seu vocabulário refletida nos dicionários. Um idioma a serviço de uma comunidade está sempre em mudança, de modo que nunca tem esgotada a infinita possibilidade de renovar-se e ampliar-se, se seus falantes e sua cultura se renovam e enriquecem. Evidentemente, a possibilidade de formação de novas palavras é vastíssima. A função mesma de um dicionário de língua não é recolher a massa proteiforme que a linguagem humana produz incessantemente, mas tão só as formas e significados que atingiram determinada reiteração no uso. Porém, a ausência de derivados, cognatos, compostos possíveis não implica necessariamente ilegitimidade”
Dicionário da Língua Portuguesa. Disponível em <https://www.academia. org.br/nossa-lingua/dicionario-da-lingua-portuguesa>
De acordo com o fragmento, é correto afirmar que
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LEIA UM FRAGMENTO DO TEXTO DE APRESENTAÇÃO DO “DICIONÁRIO DA LÍNGUA PORTUGUESA”, DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS. AS QUESTÕES 13 E 14 REFEREM-SE A ELE.
“Vale ressaltar, embora incontestável, que nenhuma língua histórica terá jamais toda a extensão de seu vocabulário refletida nos dicionários. Um idioma a serviço de uma comunidade está sempre em mudança, de modo que nunca tem esgotada a infinita possibilidade de renovar-se e ampliar-se, se seus falantes e sua cultura se renovam e enriquecem. Evidentemente, a possibilidade de formação de novas palavras é vastíssima. A função mesma de um dicionário de língua não é recolher a massa proteiforme que a linguagem humana produz incessantemente, mas tão só as formas e significados que atingiram determinada reiteração no uso. Porém, a ausência de derivados, cognatos, compostos possíveis não implica necessariamente ilegitimidade”
Dicionário da Língua Portuguesa. Disponível em <https://www.academia. org.br/nossa-lingua/dicionario-da-lingua-portuguesa>
No contexto linguístico em que se encontra destacada, é possível inferir que a palavra “proteiforme”
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Com base no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa, marque o grupo em que todas as palavras foram grafadas corretamente:
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Conforme a norma-padrão, o uso do acento grave indicador de crase está correto em
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PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.
- O bicentenário da Independência do Brasil tem
- evidenciado a participação das mulheres no con-
- texto da separação política entre os reinos de
- Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
- toriografia acerca da participação das mulheres
- naquele contexto?
- [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
- zido alterações na historiografia da independên-
- cia e também algumas alterações na memória
- oficial da independência. Uma memória que é
- bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
- da em alguns momentos da história, mas sempre
- marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
- alicerça na ausência de um processo revolucio-
- nário, bem como da participação popular, re
- forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
- servadora. O tema das mulheres tem ganhado
- protagonismo na produção historiográfica e as
- releituras das independências, as novas formas
- de compreensão do processo, têm evidenciado
- a participação de diferentes partes do corpo so-
- cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
- dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
- das que envolvem o bicentenário, cujo material
- de divulgação busca explicitar outras nuances.
- Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
- ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
- das novas abordagens sobre o tema.
- A valorização do papel das mulheres no contexto
- da independência se insere nessa ampla conjun-
- tura de transformações e questionamentos acer-
- ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
- ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
- Independência do Brasil não fala apenas sobre o
- passado da nação, fala do também do nosso pre-
- sente enquanto nação, da constituição do Estado
- do Brasil e todas as questões concernentes que
- atravessam esse complexo debate.
GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.
Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]
LEIA O SEGUINTE FRAGMENTO EXTRAÍDO DO TEXTO PARA RESPONDER À QUESTÃO 10:
“O tema das mulheres tem (1) ganhado protagonismo na produção historiográfica e as releituras das independências, as novas formas de compreensão do processo, têm (2) evidenciado a participação de diferentes partes do corpo social, tais como mulheres, afrodescendentes (3) e indígenas (4)”.
Marque a alternativa que apresenta justificativa coerente com o uso da norma-padrão:
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PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.
- O bicentenário da Independência do Brasil tem
- evidenciado a participação das mulheres no con-
- texto da separação política entre os reinos de
- Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
- toriografia acerca da participação das mulheres
- naquele contexto?
- [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
- zido alterações na historiografia da independên-
- cia e também algumas alterações na memória
- oficial da independência. Uma memória que é
- bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
- da em alguns momentos da história, mas sempre
- marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
- alicerça na ausência de um processo revolucio-
- nário, bem como da participação popular, re
- forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
- servadora. O tema das mulheres tem ganhado
- protagonismo na produção historiográfica e as
- releituras das independências, as novas formas
- de compreensão do processo, têm evidenciado
- a participação de diferentes partes do corpo so-
- cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
- dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
- das que envolvem o bicentenário, cujo material
- de divulgação busca explicitar outras nuances.
- Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
- ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
- das novas abordagens sobre o tema.
- A valorização do papel das mulheres no contexto
- da independência se insere nessa ampla conjun-
- tura de transformações e questionamentos acer-
- ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
- ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
- Independência do Brasil não fala apenas sobre o
- passado da nação, fala do também do nosso pre-
- sente enquanto nação, da constituição do Estado
- do Brasil e todas as questões concernentes que
- atravessam esse complexo debate.
GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.
Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]
No trecho “Isso é facilmente percebido nas chamadas que envolvem o bicentenário, cujo material de divulgação busca explicitar outras nuances” (linhas de 23 a 25), o termo
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PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.
- O bicentenário da Independência do Brasil tem
- evidenciado a participação das mulheres no con-
- texto da separação política entre os reinos de
- Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
- toriografia acerca da participação das mulheres
- naquele contexto?
- [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
- zido alterações na historiografia da independên-
- cia e também algumas alterações na memória
- oficial da independência. Uma memória que é
- bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
- da em alguns momentos da história, mas sempre
- marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
- alicerça na ausência de um processo revolucio-
- nário, bem como da participação popular, re
- forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
- servadora. O tema das mulheres tem ganhado
- protagonismo na produção historiográfica e as
- releituras das independências, as novas formas
- de compreensão do processo, têm evidenciado
- a participação de diferentes partes do corpo so-
- cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
- dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
- das que envolvem o bicentenário, cujo material
- de divulgação busca explicitar outras nuances.
- Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
- ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
- das novas abordagens sobre o tema.
- A valorização do papel das mulheres no contexto
- da independência se insere nessa ampla conjun-
- tura de transformações e questionamentos acer-
- ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
- ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
- Independência do Brasil não fala apenas sobre o
- passado da nação, fala do também do nosso pre-
- sente enquanto nação, da constituição do Estado
- do Brasil e todas as questões concernentes que
- atravessam esse complexo debate.
GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.
Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]
“Uma memória que (1) é bastante sedimentada, que (2), inclusive, foi recriada em alguns momentos da história, mas sempre marcada por uma leitura oficial e oficiosa que (3) se alicerça na ausência de um processo revolucionário, bem como da participação popular, reforçando que (4) a ruptura foi uma alternativa conservadora”.
No trecho, a palavra ‘que’ aparece como pronome relativo nas seguintes indicações numéricas, EXCETO em
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PARA RESPONDER ÀS QUESTÕES DE 7 A 10, LEIA UM TRECHO DA ENTREVISTA “O PAPEL DAS CIDADÃS NA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL: NOVAS PERSPECTIVAS E ABORDAGENS PARA PENSARMOS O PAPEL DAS MULHERES NO BlCENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA”, CONCEDIDA PELA DRA. ANDREA SLEMIAN (DOUTORA EM HISTÓRIA PELA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO E PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA DA UNIFESP) A WEDERSON DE SOUZA GOMES. O TRECHO DA ENTREVISTA SEGUE COM AS LINHAS NUMERADAS.
- O bicentenário da Independência do Brasil tem
- evidenciado a participação das mulheres no con-
- texto da separação política entre os reinos de
- Brasil e Portugal. Qual a sua visão sobre a his-
- toriografia acerca da participação das mulheres
- naquele contexto?
- [ANDREA SLEMIAN] O bicentenário tem produ-
- zido alterações na historiografia da independên-
- cia e também algumas alterações na memória
- oficial da independência. Uma memória que é
- bastante sedimentada, que, inclusive, foi recria-
- da em alguns momentos da história, mas sempre
- marcada por uma leitura oficial e oficiosa que se
- alicerça na ausência de um processo revolucio-
- nário, bem como da participação popular, re
- forçando que a ruptura foi uma alternativa con-
- servadora. O tema das mulheres tem ganhado
- protagonismo na produção historiográfica e as
- releituras das independências, as novas formas
- de compreensão do processo, têm evidenciado
- a participação de diferentes partes do corpo so-
- cial, tais como mulheres, afrodescendentes e in-
- dígenas. Isso é facilmente percebido nas chama-
- das que envolvem o bicentenário, cujo material
- de divulgação busca explicitar outras nuances.
- Títulos como ‘outros 200’, ‘outra independência’,
- ‘independências’ e ‘decolonização’ são exemplos
- das novas abordagens sobre o tema.
- A valorização do papel das mulheres no contexto
- da independência se insere nessa ampla conjun-
- tura de transformações e questionamentos acer-
- ca da narrativa oficial que se consolidou no ima-
- ginário social brasileiro. De certa forma, o tema
- Independência do Brasil não fala apenas sobre o
- passado da nação, fala do também do nosso pre-
- sente enquanto nação, da constituição do Estado
- do Brasil e todas as questões concernentes que
- atravessam esse complexo debate.
GOMES, W.S. O papel das cidadãs na Independência do Brasil: novas perspectivas e abordagens para pensarmos o papel das mulheres no bicentenário da Independência [online]. SciELO em Perspectiva: Humanas, 2022.
Disponível em: https://humanas.blog.scielo.org/blog/2022/09/15/o-papel-das-cidadas-na-independencia-do-brasil/ [Adaptado]
Com base na interpretação do texto e em suas condições de produção, marque a alternativa INCORRETA.
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ANALISE O CARTAZ DE UMA DAS CAMPANHAS DE VACINAÇÃO DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA PREVENÇÃO CONTRA A MENINGITE CE CONTRA O HPV, DE 2018, A SEGUIR. AS QUESTÕES 4, 5 E 6 REFEREM-SE A ELE.

Fonte: Fiocruz. Disponível em <https://portal.fiocruz.br/noticia/ministerio-da-saude-inicia-campanha-de-vacinacao-contra-o-hpv>
Na carta da referida campanha, a tipologia textual cumpre uma função social predominantemente
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