Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2537537 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Medo de aprender
Giuliano Martins de Freitas
É comum de todo ser humano a busca pelo equilíbrio, estar em consonância com o corpo, com a mente e com o meio em que vivemos, mesmo que inconsciente, é a performance das nossas lutas diárias. Quem não tem medo do novo, das novas experiências? Mas também, quem não tem vontade de se arriscar, de ir além e tentar? Com as crianças não é diferente, elas buscam suas realizações e buscam resolver seus conflitos o tempo todo.
Aprender é bem mais que um costume, ou algo embutido na sociedade para elevar o conhecimento, falamos aqui de uma aprendizagem característica da racionalidade humana, cujo aprender é uma necessidade e não uma formalidade. E por ser uma necessidade, não adianta tentar fugir, de uma forma ou de outra nos depararemos com alguma situação envolvendo algum de tipo de aprendizagem.
Ter medo de aprender é muito comum, a busca do equilíbrio pessoal começa travando em nossa mente uma guerra entre conceitos prontos e a construção do nosso próprio pensamento através da lógica e da nossa experiência, exigindo o tempo todo um novo olhar sobre aquilo com que tivemos um primeiro contato para gerar a zona de aprendizagem. Dessa forma, “o medo de aprender é, portanto, desencadeado pelo antagonismo que existe de fato entre as exigências da aprendizagem, legítimas e incontornáveis, e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”, escreve Boimare (2007).
Resguardar-se, não participar, calar-se para a aprendizagem é uma forma utilizada pela criança para se manter numa zona de conforto. Pensam que o silêncio ou o anonimato podem tornar a vida mais fácil, sem cobrança, sem avaliações, sem motivos para “sofrer” demais. Nas tentativas de desenvolver a aprendizagem infantil, muitos professores aplicam métodos forçando a criança a aprender, como se a aprendizagem pudesse ser forçada.
Imagina-se uma criança que sabe declamar uma poesia perfeitamente, chama atenção de todos pela beleza com que usa as palavras rimadas, essa criança pode não saber nada de poesia, pode não saber nada sobre a construção histórica do texto poético e, mesmo assim, declama muito bem o texto. Neste caso, vê-se uma aprendizagem mecânica – se copiar uma poesia dez vezes poderia qualquer criança decorar e declamar uma poesia. Entretanto, se o aprender é instigado através da própria realidade e das exigências emplacadas pela aprendizagem, da necessidade de aprender, a criança estabelece um vínculo entre a vontade, complexidade e exigências da própria aprendizagem.
O professor deve atentar-se para as aprendizagens forçadas, não se pode forçar o aluno a fazer aquilo que, para aquele momento, não é interessante. Não se deve generalizar este caso, mas seria bem mais interessante e aplicável questionar acerca do estado físico e emocional da criança no momento de se apresentar novos ensinos, provocando o medo de aprender e a insegurança de tentar, resistindo e criando suas próprias barreiras na concepção de novas aprendizagens.
Em vista disso, e com base nos estudos de Boimare, pode-se concluir que o importante é não permitir que a aprendizagem se perca e se corrompa; a zona de conflito provocado pelo medo de aprender deve ser mediada pela observação feita pelo professor e pelo cuidado de não forçar a aprendizagem, compreendendo que o aprender é uma necessidade exigida internamente e individual, e que não pode ser confundida com uma formalidade forjada e calculista.
Adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/medo-aprender. htm
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra que pode substituir “antagonismo” na oração “O medo de aprender é desencadeado pelo antagonismo que existe entre as exigências de aprendizagem e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2537536 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Medo de aprender
Giuliano Martins de Freitas
É comum de todo ser humano a busca pelo equilíbrio, estar em consonância com o corpo, com a mente e com o meio em que vivemos, mesmo que inconsciente, é a performance das nossas lutas diárias. Quem não tem medo do novo, das novas experiências? Mas também, quem não tem vontade de se arriscar, de ir além e tentar? Com as crianças não é diferente, elas buscam suas realizações e buscam resolver seus conflitos o tempo todo.
Aprender é bem mais que um costume, ou algo embutido na sociedade para elevar o conhecimento, falamos aqui de uma aprendizagem característica da racionalidade humana, cujo aprender é uma necessidade e não uma formalidade. E por ser uma necessidade, não adianta tentar fugir, de uma forma ou de outra nos depararemos com alguma situação envolvendo algum de tipo de aprendizagem.
Ter medo de aprender é muito comum, a busca do equilíbrio pessoal começa travando em nossa mente uma guerra entre conceitos prontos e a construção do nosso próprio pensamento através da lógica e da nossa experiência, exigindo o tempo todo um novo olhar sobre aquilo com que tivemos um primeiro contato para gerar a zona de aprendizagem. Dessa forma, “o medo de aprender é, portanto, desencadeado pelo antagonismo que existe de fato entre as exigências da aprendizagem, legítimas e incontornáveis, e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”, escreve Boimare (2007).
Resguardar-se, não participar, calar-se para a aprendizagem é uma forma utilizada pela criança para se manter numa zona de conforto. Pensam que o silêncio ou o anonimato podem tornar a vida mais fácil, sem cobrança, sem avaliações, sem motivos para “sofrer” demais. Nas tentativas de desenvolver a aprendizagem infantil, muitos professores aplicam métodos forçando a criança a aprender, como se a aprendizagem pudesse ser forçada.
Imagina-se uma criança que sabe declamar uma poesia perfeitamente, chama atenção de todos pela beleza com que usa as palavras rimadas, essa criança pode não saber nada de poesia, pode não saber nada sobre a construção histórica do texto poético e, mesmo assim, declama muito bem o texto. Neste caso, vê-se uma aprendizagem mecânica – se copiar uma poesia dez vezes poderia qualquer criança decorar e declamar uma poesia. Entretanto, se o aprender é instigado através da própria realidade e das exigências emplacadas pela aprendizagem, da necessidade de aprender, a criança estabelece um vínculo entre a vontade, complexidade e exigências da própria aprendizagem.
O professor deve atentar-se para as aprendizagens forçadas, não se pode forçar o aluno a fazer aquilo que, para aquele momento, não é interessante. Não se deve generalizar este caso, mas seria bem mais interessante e aplicável questionar acerca do estado físico e emocional da criança no momento de se apresentar novos ensinos, provocando o medo de aprender e a insegurança de tentar, resistindo e criando suas próprias barreiras na concepção de novas aprendizagens.
Em vista disso, e com base nos estudos de Boimare, pode-se concluir que o importante é não permitir que a aprendizagem se perca e se corrompa; a zona de conflito provocado pelo medo de aprender deve ser mediada pela observação feita pelo professor e pelo cuidado de não forçar a aprendizagem, compreendendo que o aprender é uma necessidade exigida internamente e individual, e que não pode ser confundida com uma formalidade forjada e calculista.
Adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/medo-aprender. htm
No período “Preocupava-se o futuro e, por isso, dedicava-se diversos tipos de trabalhos.”, as preposições que complementam o sentido dos verbos “preocupar-se” e “dedicar-se”, respectivamente, são:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2537535 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Medo de aprender
Giuliano Martins de Freitas
É comum de todo ser humano a busca pelo equilíbrio, estar em consonância com o corpo, com a mente e com o meio em que vivemos, mesmo que inconsciente, é a performance das nossas lutas diárias. Quem não tem medo do novo, das novas experiências? Mas também, quem não tem vontade de se arriscar, de ir além e tentar? Com as crianças não é diferente, elas buscam suas realizações e buscam resolver seus conflitos o tempo todo.
Aprender é bem mais que um costume, ou algo embutido na sociedade para elevar o conhecimento, falamos aqui de uma aprendizagem característica da racionalidade humana, cujo aprender é uma necessidade e não uma formalidade. E por ser uma necessidade, não adianta tentar fugir, de uma forma ou de outra nos depararemos com alguma situação envolvendo algum de tipo de aprendizagem.
Ter medo de aprender é muito comum, a busca do equilíbrio pessoal começa travando em nossa mente uma guerra entre conceitos prontos e a construção do nosso próprio pensamento através da lógica e da nossa experiência, exigindo o tempo todo um novo olhar sobre aquilo com que tivemos um primeiro contato para gerar a zona de aprendizagem. Dessa forma, “o medo de aprender é, portanto, desencadeado pelo antagonismo que existe de fato entre as exigências da aprendizagem, legítimas e incontornáveis, e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”, escreve Boimare (2007).
Resguardar-se, não participar, calar-se para a aprendizagem é uma forma utilizada pela criança para se manter numa zona de conforto. Pensam que o silêncio ou o anonimato podem tornar a vida mais fácil, sem cobrança, sem avaliações, sem motivos para “sofrer” demais. Nas tentativas de desenvolver a aprendizagem infantil, muitos professores aplicam métodos forçando a criança a aprender, como se a aprendizagem pudesse ser forçada.
Imagina-se uma criança que sabe declamar uma poesia perfeitamente, chama atenção de todos pela beleza com que usa as palavras rimadas, essa criança pode não saber nada de poesia, pode não saber nada sobre a construção histórica do texto poético e, mesmo assim, declama muito bem o texto. Neste caso, vê-se uma aprendizagem mecânica – se copiar uma poesia dez vezes poderia qualquer criança decorar e declamar uma poesia. Entretanto, se o aprender é instigado através da própria realidade e das exigências emplacadas pela aprendizagem, da necessidade de aprender, a criança estabelece um vínculo entre a vontade, complexidade e exigências da própria aprendizagem.
O professor deve atentar-se para as aprendizagens forçadas, não se pode forçar o aluno a fazer aquilo que, para aquele momento, não é interessante. Não se deve generalizar este caso, mas seria bem mais interessante e aplicável questionar acerca do estado físico e emocional da criança no momento de se apresentar novos ensinos, provocando o medo de aprender e a insegurança de tentar, resistindo e criando suas próprias barreiras na concepção de novas aprendizagens.
Em vista disso, e com base nos estudos de Boimare, pode-se concluir que o importante é não permitir que a aprendizagem se perca e se corrompa; a zona de conflito provocado pelo medo de aprender deve ser mediada pela observação feita pelo professor e pelo cuidado de não forçar a aprendizagem, compreendendo que o aprender é uma necessidade exigida internamente e individual, e que não pode ser confundida com uma formalidade forjada e calculista.
Adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/medo-aprender. htm
Assinale a alternativa que apresenta informações que NÃO estão de acordo com o texto de apoio:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2531350 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Joana trabalha estampando camisetas e consegue estampar, em quatro dias, a quantia de 360 camisetas. Se Joana mantiver este ritmo de trabalho, ela conseguirá estampar 2430 camisetas, em uma quantidade de dias igual a:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2531258 Ano: 2016
Disciplina: Fisioterapia
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Provas:
Das responsabilidades no exercício da profissão, é proibido ao fisioterapeuta:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2530891 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Medo de aprender
Giuliano Martins de Freitas
É comum de todo ser humano a busca pelo equilíbrio, estar em consonância com o corpo, com a mente e com o meio em que vivemos, mesmo que inconsciente, é a performance das nossas lutas diárias. Quem não tem medo do novo, das novas experiências? Mas também, quem não tem vontade de se arriscar, de ir além e tentar? Com as crianças não é diferente, elas buscam suas realizações e buscam resolver seus conflitos o tempo todo.
Aprender é bem mais que um costume, ou algo embutido na sociedade para elevar o conhecimento, falamos aqui de uma aprendizagem característica da racionalidade humana, cujo aprender é uma necessidade e não uma formalidade. E por ser uma necessidade, não adianta tentar fugir, de uma forma ou de outra nos depararemos com alguma situação envolvendo algum de tipo de aprendizagem.
Ter medo de aprender é muito comum, a busca do equilíbrio pessoal começa travando em nossa mente uma guerra entre conceitos prontos e a construção do nosso próprio pensamento através da lógica e da nossa experiência, exigindo o tempo todo um novo olhar sobre aquilo com que tivemos um primeiro contato para gerar a zona de aprendizagem. Dessa forma, “o medo de aprender é, portanto, desencadeado pelo antagonismo que existe de fato entre as exigências da aprendizagem, legítimas e incontornáveis, e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”, escreve Boimare (2007).
Resguardar-se, não participar, calar-se para a aprendizagem é uma forma utilizada pela criança para se manter numa zona de conforto. Pensam que o silêncio ou o anonimato podem tornar a vida mais fácil, sem cobrança, sem avaliações, sem motivos para “sofrer” demais. Nas tentativas de desenvolver a aprendizagem infantil, muitos professores aplicam métodos forçando a criança a aprender, como se a aprendizagem pudesse ser forçada.
Imagina-se uma criança que sabe declamar uma poesia perfeitamente, chama atenção de todos pela beleza com que usa as palavras rimadas, essa criança pode não saber nada de poesia, pode não saber nada sobre a construção histórica do texto poético e, mesmo assim, declama muito bem o texto. Neste caso, vê-se uma aprendizagem mecânica – se copiar uma poesia dez vezes poderia qualquer criança decorar e declamar uma poesia. Entretanto, se o aprender é instigado através da própria realidade e das exigências emplacadas pela aprendizagem, da necessidade de aprender, a criança estabelece um vínculo entre a vontade, complexidade e exigências da própria aprendizagem.
O professor deve atentar-se para as aprendizagens forçadas, não se pode forçar o aluno a fazer aquilo que, para aquele momento, não é interessante. Não se deve generalizar este caso, mas seria bem mais interessante e aplicável questionar acerca do estado físico e emocional da criança no momento de se apresentar novos ensinos, provocando o medo de aprender e a insegurança de tentar, resistindo e criando suas próprias barreiras na concepção de novas aprendizagens.
Em vista disso, e com base nos estudos de Boimare, pode-se concluir que o importante é não permitir que a aprendizagem se perca e se corrompa; a zona de conflito provocado pelo medo de aprender deve ser mediada pela observação feita pelo professor e pelo cuidado de não forçar a aprendizagem, compreendendo que o aprender é uma necessidade exigida internamente e individual, e que não pode ser confundida com uma formalidade forjada e calculista.
Adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/medo-aprender. htm
Assinale a alternativa em que ambas as orações apresentam regência verbal CORRETA:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

O Turismo, na cidade de Toledo apresenta uma atividade econômica forte, mas conta com um agregado de atividades produtivas, inseridas em diferentes setores: agricultura, indústria e serviços, meio ambiente, cultura, esportes, saúde, educação, que produzem múltiplos efeitos produtivos. A cidade também é considerada "Capital do Agronegócio do Paraná", graças ao(aos).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2530681 Ano: 2016
Disciplina: Informática
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
O Outlook é utilizado no Sistema Operacional Windows para:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
No mundo esportivo, é muito comum haver lesões aos atletas. Um exemplo desses esportes é o futebol, que causa contusões, problemas no joelho e mais alguns problemas relacionados. Existe um tipo de esporte em que alguns atletas doaram seus crânios para pesquisa, pois a causa de trauma no crânio é muito grande.
Pesquisas feitas apontaram que a grande maioria desses atletas já sofreu ou sofrerá algum tipo de lesão. Denominamos esse esporte como.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Assinale a alternativa CORRETA em relação à cidade de Toledo.

I. O município de Toledo foi emancipado de Foz do Iguaçu pela Lei nº 790.

II. A Industrial Madeireira e Colonizadora Rio Paraná S/A - MARIPÁ adquiriu, junto a uma companhia imobiliária inglesa, uma gleba de terras denominada Fazenda Britânia, o que ocasionou o surgimento de Toledo, iniciado, em seguida, a ocupação e o desbravamento da área ao trazer colonos de Santa Catarina.

III. Na década de 1960, a região contava com apenas cinco municípios: Foz do Iguaçu, Cascavel, Toledo, Guaíra e Guaraniaçu.

IV. O Comércio do município de Toledo tem baixo poder de competitividade e a qualidade ambiental do município é reconhecida só nacionalmente, através da Organização Mundial e Pan Americana de Saúde (OMS/OP).

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas