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“As definições para notícias são várias. Entre as várias definições, os manuais britânicos citam „aquilo que interessa às pessoas" ou „aquilo que provoca a “reação isso me diz respeito” no ouvinte ou telespectador” (PARADA, 2000). Segundo o autor, os elementos das grandes notícias têm alguns aspectos em comum. Identifique quais alternativas são verdadeiras (V) e quais são falsas (F) com relação ao radiojornalismo.
( ) Proximidade: temas relevantes, em geral, são aqueles próximos. Um grande problema dos outros é menos importante do que um nosso.
( ) Relevância: o assunto não precisa ser do interesse do maior número de pessoas possível, não precisando ter alguma utilidade em suas vidas.
( ) Imediatismo: relatar às pessoas o que acontece no momento, o famoso “aqui e agora”.
( ) Drama: sem perder a integridade e a credibilidade, ter nas matérias temas como perigo, aventura, conflitos, perseguições, crimes e etc.
( ) Entretenimento: O rádio muitas vezes é a companhia do ouvinte, seja no caminho do trabalho ou no engarrafamento de trânsito. Informações como a hora correta, denúncias, previsão do tempo, saúde, esportes, trânsito e etc são de extrema importância para os ouvintes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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De acordo com a Constituição Federal/88, a Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar nº 101, de 04/05/2000) estabelece, em regime nacional, parâmetros a serem seguidos relativos ao gasto público de cada ente federativo (estados e municípios) brasileiro. Assinale o que é INCORRETO afirmar sobre essa Lei.
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Medo de aprender
Giuliano Martins de Freitas
Giuliano Martins de Freitas
É comum de todo ser humano a busca pelo equilíbrio, estar em consonância com o corpo, com a mente e com o meio em que vivemos, mesmo que inconsciente, é a performance das nossas lutas diárias. Quem não tem medo do novo, das novas experiências? Mas também, quem não tem vontade de se arriscar, de ir além e tentar? Com as crianças não é diferente, elas buscam suas realizações e buscam resolver seus conflitos o tempo todo.
Aprender é bem mais que um costume, ou algo embutido na sociedade para elevar o conhecimento, falamos aqui de uma aprendizagem característica da racionalidade humana, cujo aprender é uma necessidade e não uma formalidade. E por ser uma necessidade, não adianta tentar fugir, de uma forma ou de outra nos depararemos com alguma situação envolvendo algum de tipo de aprendizagem.
Ter medo de aprender é muito comum, a busca do equilíbrio pessoal começa travando em nossa mente uma guerra entre conceitos prontos e a construção do nosso próprio pensamento através da lógica e da nossa experiência, exigindo o tempo todo um novo olhar sobre aquilo com que tivemos um primeiro contato para gerar a zona de aprendizagem. Dessa forma, “o medo de aprender é, portanto, desencadeado pelo antagonismo que existe de fato entre as exigências da aprendizagem, legítimas e incontornáveis, e os meios que certas crianças empregam para manter seu equilíbrio psíquico”, escreve Boimare (2007).
Resguardar-se, não participar, calar-se para a aprendizagem é uma forma utilizada pela criança para se manter numa zona de conforto. Pensam que o silêncio ou o anonimato podem tornar a vida mais fácil, sem cobrança, sem avaliações, sem motivos para “sofrer” demais. Nas tentativas de desenvolver a aprendizagem infantil, muitos professores aplicam métodos forçando a criança a aprender, como se a aprendizagem pudesse ser forçada.
Imagina-se uma criança que sabe declamar uma poesia perfeitamente, chama atenção de todos pela beleza com que usa as palavras rimadas, essa criança pode não saber nada de poesia, pode não saber nada sobre a construção histórica do texto poético e, mesmo assim, declama muito bem o texto. Neste caso, vê-se uma aprendizagem mecânica – se copiar uma poesia dez vezes poderia qualquer criança decorar e declamar uma poesia. Entretanto, se o aprender é instigado através da própria realidade e das exigências emplacadas pela aprendizagem, da necessidade de aprender, a criança estabelece um vínculo entre a vontade, complexidade e exigências da própria aprendizagem.
O professor deve atentar-se para as aprendizagens forçadas, não se pode forçar o aluno a fazer aquilo que, para aquele momento, não é interessante. Não se deve generalizar este caso, mas seria bem mais interessante e aplicável questionar acerca do estado físico e emocional da criança no momento de se apresentar novos ensinos, provocando o medo de aprender e a insegurança de tentar, resistindo e criando suas próprias barreiras na concepção de novas aprendizagens.
Em vista disso, e com base nos estudos de Boimare, pode-se concluir que o importante é não permitir que a aprendizagem se perca e se corrompa; a zona de conflito provocado pelo medo de aprender deve ser mediada pela observação feita pelo professor e pelo cuidado de não forçar a aprendizagem, compreendendo que o aprender é uma necessidade exigida internamente e individual, e que não pode ser confundida com uma formalidade forjada e calculista.
Adaptado de: http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/educacao/medo-aprender. htm
Assinale a alternativa que tenha uma expressão adverbial com que o sinal indicador de crase foi empregado INCORRETAMENTE:
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“Os valores-notícia são critérios de relevância espalhados ao longo de todo o processo de produção, isto é, não estão presentes só na seleção de notícias, mas participam de todas as operações anteriores e posteriores à escolha, embora com um relevo diferente em cada situação” (LAGO; BENETTI, 2010). Os valores notícia podem ser agrupados em diversas categorias, portanto, identifique quais alternativas são verdadeiras (V) e quais são falsas (F) com relação aos critérios de noticiabilidade e valores-notícia.
( ) Categorias substantivas.
( ) Categorias relativas ao produto.
( ) Características relativas aos meios de informação.
( ) Características relativas ao público.
( ) Categorias relativas à concorrência.
( ) Categorias relativas ao produto.
( ) Características relativas aos meios de informação.
( ) Características relativas ao público.
( ) Categorias relativas à concorrência.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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2523673
Ano: 2016
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: FAFIPA
Orgão: Pref. Toledo-PR
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“No jornalismo, não há fibrose. O tecido atingido pela calúnia não se regenera. As feridas abertas pela difamação não cicatrizam. A retratação nunca tem o mesmo espaço das acusações. E, mesmo que tivesse, a credibilidade do injustiçado não seria restituída, pois a mentira fica marcada no imaginário popular. Quem tem a imagem pública manchada pela mídia não consegue recuperá-la” (PENA, 2012, p. 113). A seguir, assinale a alternativa que NÃO corresponde a ações de ética e responsabilidade, segundo o código de ética do jornalista.
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Para a criação de programas jornalísticos é preciso elaborar um projeto e, com base nele, definir: nome do programa, qual a veiculação e periodicidade, duração, blocagem, vinhetas, trilhas, e entre outras coisas. Para um programa de rádio, NÃO é necessário:
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Sérgio pintou um muro de 70 m² em 3 dias de trabalho. Se Sérgio mantiver este mesmo ritmo de trabalho, podemos afirmar que ele consegue pintar um muro de 490 m² em uma quantidade de dias igual a:
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Sobre o radiojornalismo, suas características e maneiras de atuação, identifique quais alternativas são verdadeiras (V) e quais são falsas (F).
( ) Os textos de rádio devem ser dinâmicos, rápidos, ágeis e com objetividade, economizando palavras e encadeando pensamentos claros e simples.
( ) Quem vai editar uma entrevista de rádio não pode ter como foco única e exclusivamente a gravação em que está trabalhando. É importante perceber a possibilidade de acrescentar novos detalhes ou trechos insignificantes do ponto de vista da informação, mas que mostram o estado emocional do entrevistado.
( ) O repórter de rádio não precisa ter material preparado até chagar ao lugar da pauta. Não é necessário estar atento até a entrada ao vivo no jornal.
( ) Quem trabalha em rádio tem um compromisso com o idioma. Não se pretende o uso de palavras inacessíveis, mas de um vocabulário mais extenso, rico e variado, capaz de traduzir fatos, situações e comportamentos com um repertório diferenciado.
( ) A simplicidade, a força e a clareza das frases não são importantes, porque, em geral, as pessoas escutam rádio sem realizar outras atividades. Todos os ouvintes estão 100% concentrados no programa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo:
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No MS-Excel 2010, versão em português, em sua instalação padrão, o operador de DIVISÃO é representado, na construção de fórmulas, pelo símbolo:
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Com relação às rotinas produtivas do jornalismo, a definição do que vai virar notícia é influenciada por diversas características da profissão. Assinale a alternativa que se refere ao nível que NÃO faz parte dessa influência.
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