Foram encontradas 40 questões.
A respeito do uso da crase, analise as proposições abaixo e, considerando V para verdadeiro e F para falso, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.
( ) A crase não deve ser empregada junto a nomes apresentados na forma plural.
( ) A crase deve ser empregada junto aos pronomes relativos "que", "quem" e "cujo(a)".
( ) A crase deve ser empregada junto a locuções adverbiais em qualquer ocasião.
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Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam corretamente acentuadas.
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Sobre a frase "Está informação precisa ser retificada", é correto afirmar que
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Sobre a frase "Eram boas aquelas cervejas vendidas no bar da esquina", é correto afirmar que
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Considere a oração abaixo:
Alertou a tripulação da instabilidade temporal.
É correto afirmar que a palavra em destaque é um
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Analise as assertivas abaixo no que se refere à concordância verbal.
I. Cinco reais é quase nada.
II. Ele é um dos que mais fala.
III. Hoje são 15 de maio.
Está correto o contido em
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Pesquisa inédita no Brasil busca novas variantes da Covid-19
O Brasil é o próximo país a conduzir um estudo de abrangência nacional sobre o coronavírus dentro da plataforma criada pelo governo britânico para ajudar outros países a ampliar a capacidade de sequenciamento genômico do vírus, chamada de NVAP (New Variant Assessment Platform).
O estudo, realizado em parceria com a Rede Corona-Ômica do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), será a maior iniciativa de vigilância genômica já conduzida no Brasil e deve identificar as variantes e subtipos que circulam nos 27 Estados brasileiros para ajudar a entender a transmissão do Sars-CoV-2 dentro do território nacional.
A pesquisa é financiada pela UKHSA (Agência Nacional de Segurança em Saúde do Reino Unido) e conta com o apoio de pesquisadores de diferentes universidades federais brasileiras e do Grupo Pardini, rede de medicina diagnóstica que vai disponibilizar os testes positivos coletados em mais de 6 mil laboratório próprios e parceiros.
A meta da equipe é sequenciar o genoma completo do Sars-CoV-2 de cerca de 5.000 amostras do laboratório coletadas por mês, durante aproximadamente 6 meses.
O virologista e professor da UFMG, Renato Santana, é um dos coordenadores da pesquisa e explica a importância de ampliar a vigilância genômica no Brasil.
"A meta estipulada pela OMS é que países consigam sequenciar entre 5% a 10% dos casos positivos. Mas enquanto nações como Reino Unido e Dinamarca chegaram a sequenciar quase 50% dos casos, nós não chegamos a 1%. Num país como o Brasil, com dimensões continentais, praticamente não se sequenciou o vírus", afirma.
Além disso, Santana explica que a ampliação geográfica da coleta das amostras dará ainda um panorama da covid-19 no interior do país.
"Os estudos conduzidos até agora focaram nos grandes centros urbanos, principalmente capitais, e só agora preencheremos a lacuna de outras cidades que antes foram negligenciadas."
O objetivo é que o maior sequenciamento permita que pesquisadores avaliem novas variantes no território brasileiro, além de avaliar a taxa de transmissão.
"Se houver uma variante que escapa às vacinas que temos, por exemplo, mostraremos a importância da doses de reforço focadas nessas variantes. O estudo pode guiar políticas públicas para imunização e medidas de proteção."
"A ideia é gerar informação de qualidade para que possamos apoiar medidas públicas de saúde", completa Danielle Zauli coordenadora de pesquisas e desenvolvimento do Grupo Pardini.
Passo a passo do sequenciamento
O genoma do vírus, diferentemente do humano, não é de DNA, mas de RNA, um tipo de ácido nucleico. A molécula também está presente entre nós, humanos, mas ela não rege nosso genoma.
Para poder sequenciar todos os genes do vírus, os pesquisadores coletam as amostras positivas de swab e as enviam para que o RNA possa ser extraído em laboratório. Depois, transformam essa molécula de RNA em DNA.
"A partir daí, usamos uma estratégia que nos permite amplificar todo o genoma do vírus, que colocamos em sequenciadores automáticos", diz Santana. Os sequenciadores são máquinas ligadas a computadores que calculam as reações químicas o tempo todo.
De acordo com o especialista, o vírus faz pequenas mudanças em seu próprio genoma constantemente, mas é necessária uma vantagem adaptativa para que ele consiga se estabelecer como uma nova variante.
"Seria, por exemplo, fugir da proteção das vacinas ou replicar de forma muito mais rápida."
Até chegar no resultado final, todo o processo leva em torno de duas semanas. Segundo o professor Renato, as amostras do estudo já foram selecionadas com cobertura aleatória de todo o território nacional e o RNA viral já foi extraído de todas as amostras. Agora, as equipes aguardam a chegada dos reagentes para a análise genômica enviados pela Inglaterra.
"A participação do governo britânico vai além do financiamento. Há também um treinamento de cientistas sobre como fazer análise de bioinformática e lidar com epidemiologia molecular. Os pesquisadores aprenderão metodologias de análises de forma que o conhecimento fique no Brasil", aponta o virologista.
Como resultado, a integração de da dos epidemiológicos será importante para a associação entre as cepas de Sars-CoV-2 e as taxas de transmissão de covid-19, além de ajudar a avaliar a eficácia do programa de vacinação no Brasil.
"Tudo o que a gente aprender com a genômica da Sars-CoV-2 pode ser aplicado para outras pandemias, outros vírus. São estudos que geram uma expertise e treinamento de análises, não só da covid-19, mas nos prepara para outros vírus como influenza, dengue, zika, chikingunya, etc.", conclui o especialista.
Fonte (Adaptado): http://www.bbc.com/portuguese/brasil-61441921.
Acessado em 16/05/2022.
A palavra "panorama", localizada no sétimo parágrafo do texto, pode ser substituída sem que haja alteração de sentido por:
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Pesquisa inédita no Brasil busca novas variantes da Covid-19
O Brasil é o próximo país a conduzir um estudo de abrangência nacional sobre o coronavírus dentro da plataforma criada pelo governo britânico para ajudar outros países a ampliar a capacidade de sequenciamento genômico do vírus, chamada de NVAP (New Variant Assessment Platform).
O estudo, realizado em parceria com a Rede Corona-Ômica do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações), será a maior iniciativa de vigilância genômica já conduzida no Brasil e deve identificar as variantes e subtipos que circulam nos 27 Estados brasileiros para ajudar a entender a transmissão do Sars-CoV-2 dentro do território nacional.
A pesquisa é financiada pela UKHSA (Agência Nacional de Segurança em Saúde do Reino Unido) e conta com o apoio de pesquisadores de diferentes universidades federais brasileiras e do Grupo Pardini, rede de medicina diagnóstica que vai disponibilizar os testes positivos coletados em mais de 6 mil laboratório próprios e parceiros.
A meta da equipe é sequenciar o genoma completo do Sars-CoV-2 de cerca de 5.000 amostras do laboratório coletadas por mês, durante aproximadamente 6 meses.
O virologista e professor da UFMG, Renato Santana, é um dos coordenadores da pesquisa e explica a importância de ampliar a vigilância genômica no Brasil.
"A meta estipulada pela OMS é que países consigam sequenciar entre 5% a 10% dos casos positivos. Mas enquanto nações como Reino Unido e Dinamarca chegaram a sequenciar quase 50% dos casos, nós não chegamos a 1%. Num país como o Brasil, com dimensões continentais, praticamente não se sequenciou o vírus", afirma.
Além disso, Santana explica que a ampliação geográfica da coleta das amostras dará ainda um panorama da covid-19 no interior do país.
"Os estudos conduzidos até agora focaram nos grandes centros urbanos, principalmente capitais, e só agora preencheremos a lacuna de outras cidades que antes foram negligenciadas."
O objetivo é que o maior sequenciamento permita que pesquisadores avaliem novas variantes no território brasileiro, além de avaliar a taxa de transmissão.
"Se houver uma variante que escapa às vacinas que temos, por exemplo, mostraremos a importância da doses de reforço focadas nessas variantes. O estudo pode guiar políticas públicas para imunização e medidas de proteção."
"A ideia é gerar informação de qualidade para que possamos apoiar medidas públicas de saúde", completa Danielle Zauli coordenadora de pesquisas e desenvolvimento do Grupo Pardini.
Passo a passo do sequenciamento
O genoma do vírus, diferentemente do humano, não é de DNA, mas de RNA, um tipo de ácido nucleico. A molécula também está presente entre nós, humanos, mas ela não rege nosso genoma.
Para poder sequenciar todos os genes do vírus, os pesquisadores coletam as amostras positivas de swab e as enviam para que o RNA possa ser extraído em laboratório. Depois, transformam essa molécula de RNA em DNA.
"A partir daí, usamos uma estratégia que nos permite amplificar todo o genoma do vírus, que colocamos em sequenciadores automáticos", diz Santana. Os sequenciadores são máquinas ligadas a computadores que calculam as reações químicas o tempo todo.
De acordo com o especialista, o vírus faz pequenas mudanças em seu próprio genoma constantemente, mas é necessária uma vantagem adaptativa para que ele consiga se estabelecer como uma nova variante.
"Seria, por exemplo, fugir da proteção das vacinas ou replicar de forma muito mais rápida."
Até chegar no resultado final, todo o processo leva em torno de duas semanas. Segundo o professor Renato, as amostras do estudo já foram selecionadas com cobertura aleatória de todo o território nacional e o RNA viral já foi extraído de todas as amostras. Agora, as equipes aguardam a chegada dos reagentes para a análise genômica enviados pela Inglaterra.
"A participação do governo britânico vai além do financiamento. Há também um treinamento de cientistas sobre como fazer análise de bioinformática e lidar com epidemiologia molecular. Os pesquisadores aprenderão metodologias de análises de forma que o conhecimento fique no Brasil", aponta o virologista.
Como resultado, a integração de da dos epidemiológicos será importante para a associação entre as cepas de Sars-CoV-2 e as taxas de transmissão de covid-19, além de ajudar a avaliar a eficácia do programa de vacinação no Brasil.
"Tudo o que a gente aprender com a genômica da Sars-CoV-2 pode ser aplicado para outras pandemias, outros vírus. São estudos que geram uma expertise e treinamento de análises, não só da covid-19, mas nos prepara para outros vírus como influenza, dengue, zika, chikingunya, etc.", conclui o especialista.
Fonte (Adaptado): http://www.bbc.com/portuguese/brasil-61441921.
Acessado em 16/05/2022.
Sobre o texto analise as assertivas abaixo.
I. Faltam para o Brasil estudos para sequenciar os casos positivos.
II. A New Variant Assessment Platform é uma plataforma britânica que auxiliará nos estudos para ampliar a capacidade de sequenciamento genômico do coronavírus.
III. Além de financiar a pesquisa, o governo britânico está dando suporte de treinamento de cientistas.
Está correto o contido em
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Joana aplicou 60% de um capital de R$ 1.650,00 à taxa de juros simples de 3% ao mês. Ela resgatou essa aplicação ao final de 10 meses, obtendo de juros o valor de:
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Assinale a alternativa em que a pontuação esteja INCORRETA.
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