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Foram encontradas 40 questões.

2366218 Ano: 2020
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tramandaí-RS
Provas:

Considerando uma situação hipotética de um estudo com foco na atuação do terapeuta ocupacional nos consultórios na rua, assinale a alternativa que preenche corretamente o espaço em branco do quadro abaixo, correspondente às AÇÕES pertinentes ao terapeuta ocupacional nesta modalidade de intervenção para redução de danos.

Dia

Local Objetivos

Ações

02/05/2020

Centro da cidade • Assegurar o cuidado integral e a universalidade na Assistência às pessoas em situação de rua. • Considerar a questão da droga a partir de um caráter não repressor.
 

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Sucesso no trabalho depende de ter os colegas certos

Um estudo publicado mês passado na revista Science Advances revelou um dos segredos para se construir um time de sucesso nas empresas: diversidade. Segundo a pesquisa, ter funcionários com habilidades complementares e diferentes aumenta o desempenho da equipe. Ao longo do tempo, os salários dos funcionários que integram essas equipes também aumentam mais do que a média de trabalhadores com habilidades semelhantes.

“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando o emprego correto dos sinais de pontuação, analise as assertivas a seguir:

I. Na linha 02, o emprego dos dois pontos deve-se à ocorrência de um aposto explicativo que retoma a palavra “segredos” (l. 01).

II. Nas linhas 08-09, o emprego do duplo travessão deve-se à ocorrência de uma expressão explicativa e não poderia ser substituído por uma dupla vírgula.

III. Na linha 22, a ocorrência da vírgula hachurada marca a separação de uma oração coordenada.

Quais estão corretas?

 

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Sucesso no trabalho depende de ter os colegas certos

Um estudo publicado mês passado na revista Science Advances revelou um dos segredos para se construir um time de sucesso nas empresas: diversidade. Segundo a pesquisa, ter funcionários com habilidades complementares e diferentes aumenta o desempenho da equipe. Ao longo do tempo, os salários dos funcionários que integram essas equipes também aumentam mais do que a média de trabalhadores com habilidades semelhantes.

“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa na qual o emprego da emprega “se” tenha sentido reflexivo.

 

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Sucesso no trabalho depende de ter os colegas certos

Um estudo publicado mês passado na revista Science Advances revelou um dos segredos para se construir um time de sucesso nas empresas: diversidade. Segundo a pesquisa, ter funcionários com habilidades complementares e diferentes aumenta o desempenho da equipe. Ao longo do tempo, os salários dos funcionários que integram essas equipes também aumentam mais do que a média de trabalhadores com habilidades semelhantes.

“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que indica o correto desenvolvimento, mantendo-se o mesmo sentido, da oração reduzida a seguir: “para se construir um time de sucesso nas empresas” (l. 02).

 

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Sucesso no trabalho depende de ter os colegas certos

Um estudo publicado mês passado na revista Science Advances revelou um dos segredos para se construir um time de sucesso nas empresas: diversidade. Segundo a pesquisa, ter funcionários com habilidades complementares e diferentes aumenta o desempenho da equipe. Ao longo do tempo, os salários dos funcionários que integram essas equipes também aumentam mais do que a média de trabalhadores com habilidades semelhantes.

“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando a formação do período composto, assinale a alternativa que indica o número correto de orações desenvolvidas presentes no trecho a seguir: “Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram”. (l. 18-20).

 

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Um estudo publicado mês passado na revista Science Advances revelou um dos segredos para se construir um time de sucesso nas empresas: diversidade. Segundo a pesquisa, ter funcionários com habilidades complementares e diferentes aumenta o desempenho da equipe. Ao longo do tempo, os salários dos funcionários que integram essas equipes também aumentam mais do que a média de trabalhadoresB com habilidades semelhantes.

“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa na qual a palavra “que” NÃO esteja empregada como pronome relativo.

 

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“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Na linha 12, a conjunção “e” está empregada com sentido:

 

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“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Assinale a alternativa que poderia substituir a palavra “desprovidas” (l. 19) sem causar alteração ao sentido original do texto.

 

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“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

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Assinale a alternativa que NÃO traz um trecho do estudo detalhado no texto empregando discurso direto.

 

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“O valor do que uma pessoa sabe depende de com quem ela trabalha”, diz o resumo do estudo. “Ter colegas com as mesmas qualificações que as suas pode custar caro”. O estudo analisou toda a população de trabalhadores da Suécia – 9 milhões de pessoas – por 10 anos.

Segundo os pesquisadores, isso explica por que pessoas com a mesma formação podem receber salários completamente diferentes. O valor não depende só das habilidades de cada um, e sim de com quem se trabalha.

O artigo afirma que o conhecimento técnico e científico da humanidade superou a capacidade de um único indivíduo e, portanto, as pessoas precisam se unir para aplicar este conhecimento de forma prática. Os pesquisadores fazem uma comparação com um ecossistema na natureza: “a capacidade de sobrevivência de um organismo precisa sempre ser vista no contexto de suas relações com outros organismos no sistema”.

“Muito das habilidades altamente especializadas que adquirimos hoje em dia seriam inúteis, ou pelo menos desprovidas de valor, se não fossem acompanhadas de outras pessoas se especializando em habilidades complementares”, escreveram.

Como exemplo, os pesquisadores citam o caso de um médico anestesista: é um indivíduo extremamente especializado, mas que precisa de uma equipe de cirurgiões para que sua função seja útil. Os cirurgiões, por sua vez, também não podem trabalhar sem as habilidades do anestesista.

O próprio estudo, no entanto, admite certas limitações. Na discussão, os pesquisadores afirmam que é necessário avaliar se esta relação existe em outros países além da Suécia. Eles também dizem que o estudo se limita apenas a habilidades formais comprovadas com diplomas, então não leva em conta outras habilidades que os trabalhadores possam ter adquirido de maneira informal.

(Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/ - texto adaptado especialmente para esta prova.)

Considerando a construção e o objetivo do texto, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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