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De acordo com Saba (2001), “a voltagem de um raio encontra-se entre 100 milhões e 1 bilhão de Volts. Sua corrente é da ordem de 30 mil Amperes, ou seja, a mesma utilizada por 30 mil lâmpadas de 100W juntas. Em alguns raios, porém, a corrente pode chegar a 300 mil Amperes”. A energia de um raio é transformada em diversos componentes, EXCETO:
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Recentemente, algumas cidades da fronteira entre Síria e Turquia foram atingidas por um terremoto de magnitude 7,8 que deixou uma vasta destruição e muitas mortes. Um terremoto, ou sismo, é:
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Observe a imagem abaixo:

Fonte: Fundação Planetário.
Considerando as posições do Sol, da Terra e da Lua, trata-se de:
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Sobre genética, relacione a Coluna 1 à Coluna 2.
Coluna 1
1. Alelos.
2. Genótipo.
3. Fenótipo.
4. Caráter.
5. Polimorfismo.
Coluna 2
( ) Sequências diferentes (porém homólogas) de DNA presentes em uma determinada população ou espécie.
( ) Características observáveis de um organismo.
( ) Formas alternativas da sequência nucleotídica de um gene.
( ) Constituição genética de um dado locus para um determinado indivíduo.
( ) Qualquer característica ou atributo de um organismo que forma a base para comparação.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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A determinação do sexo se dá de diferentes formas entre os organismos de reprodução sexuada, que podem ser monoicos ou dioicos. Sobre a reprodução em espécies dioicas, analise as assertivas abaixo:
I. A existência de um mecanismo genético de determinação do sexo implica necessariamente a presença de cromossomos sexuais distinguíveis.
II. Em humanos, o genitor do sexo masculino é quem determina o sexo da descendência, uma vez que produz dois tipos de gametas.
III. No sistema XY, a diferenciação das gônadas em testículos depende da presença de um gene no cromossomo X.
IV. No sistema XO, o sexo heterogamético produz dois tipos de gametas, sendo metade com o cromossomo X e outra metade sem cromossomo sexual.
Quais estão corretas?
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem ... ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial ... continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada ... um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas no texto.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Tendo em vista a seguinte frase adaptada do texto “A educação inclusiva exerce um papel fundamental no ambiente escolar”, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.
( ) O sujeito da oração organizada em torno do verbo “exerce” é classificado como simples.
( ) O fragmento apresenta adjunto adnominal e adjunto adverbial.
( ) O verbo “exerce” é um Verbo Transitivo Indireto (VTI).
( ) A expressão “um papel importante” é classificada como Objeto Indireto (OI).
( ) O fragmento apresenta predicativo do sujeito.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Analise o trecho abaixo a respeito do fragmento adaptado “A educação inclusiva é um paradigma educacional”:
O sujeito da oração é classificado como sujeito . Além disso, o verbo “é” representa um verbo . Por esse motivo, o fragmento apresenta .
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito estendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas surgidas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
No trecho “A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote”, as palavras sublinhadas são, respectivamente:
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Educação inclusiva é assunto para todas as etapas de formação de professores
Por Ruam Oliveira
A educação inclusiva exerce um papel fundamental ao olhar as diferenças e reuni-las no chão da escola. Uma pesquisa conduzida pela OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), de 2018, mostrou que saber como incluir estudantes com deficiência nas aulas é uma das principais necessidades para a formação de professores. No caso do Brasil, 58,4% dos educadores que atuam no ensino fundamental participantes da pesquisa destacaram ser essa uma grande preocupação.
O artigo 205 da Constituição Federal de 1988 diz o seguinte: “A educação, direito de todos e dever do Estado e da família, será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade, vi ando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho”. O documento, um dos pilares da democracia brasileira, ressalta que a educação é, em primeiro lugar, um direito e tendido a todos. A educação inclusiva, portanto, não está excluída do pacote.
“A educação inclusiva é um paradigma educacional que se refere a todas as pessoas. Tem a ver com o direito incondicional de todos os alunos, considerados com ou sem deficiência, transtornos do espectro do autista ou altas habilidades, acessarem a escola, seus conteúdos, aprenderem e se desenvolverem na escola comum”, diz José Eduardo Lanuti, professor do programa de pós-graduação em educação da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), em Três Lagoas.
Ou seja, a educação inclusiva diz respeito a todos, e, por isso, não há uma formação específica. Logo, esse tema precisa ser abordado em todas as etapas da carreira docente, da formação inicial às continuadas. Contudo, tal prática ainda não é recorrente. Ela implica, de acordo com José Eduardo, com uma nova configuração de escola, que tenha novas concepções e práticas de ensino e avaliação. Trata-se de repensar a formação dos professores, de maneira geral, para que as demandas sur idas da educação inclusiva sejam também abarcadas, sem distinção.
Há peculiaridades que devem ser consideradas. “Dentro dessa perspectiva inclusiva, há a educação especial, que é uma modalidade destinada a um público específico, que são as pessoas consideradas com deficiência, autismo e altas habilidades. E, para esse público, quando eles enfrentam alguma barreira, há a modalidade AEE (Atendimento Educacional Especializado). Para desenvolver este trabalho, os professores precisam fazer um curso de identificação dessas barreiras, com recursos e serviços de acessibilidade que promovam sua eliminação”, explica o professor.
Portanto, como destacou José Eduardo, a não ser na educação especial, não há uma formação específica para quem deseja atuar com educação inclusiva, partindo do olhar de que a escola é um espaço que não deve segregar e que o ensino deve ser o mesmo a todos. O que existe é a necessidade de que os professores estejam, acima de tudo, abertos a compreender e agregar as diferenças.
(Disponível em: https://porvir.org/educacao-inclusiva-e-assunto-para-todas-as-etapas-de-formacao-de-professores/ – texto adaptado).
Considerando a correta ortografia das palavras em Língua Portuguesa, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas no texto.
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