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2734307 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, promissores, apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super. O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes. Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados enviesados. “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio”. Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo. “Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”.

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil adesão. “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/canela-pode-ajudar-no-controle-do-diabetes-sugere-estudo-brasileiro/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Considerando o emprego da palavra destacada na seguinte frase retirada do texto: “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”, são palavras que podem substitui-la, EXCETO:

 

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2734306 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, promissores, apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super. O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes. Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados enviesados. “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio”. Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo. “Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”.

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil adesão. “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/canela-pode-ajudar-no-controle-do-diabetes-sugere-estudo-brasileiro/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Na frase “O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%”, retirada do texto, os termos em negrito apresentam entre si uma ideia:

 

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2734305 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, , apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super. O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes. Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados . “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio”. Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo. “Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”.

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil . “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/canela-pode-ajudar-no-controle-do-diabetes-sugere-estudo-brasileiro/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do texto.

 

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2734304 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, promissores, apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super. O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes. Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados enviesados. “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio”. Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo. “Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”.

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil adesão. “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/canela-pode-ajudar-no-controle-do-diabetes-sugere-estudo-brasileiro/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as seguintes assertivas sobre o estudo apresentado no texto:

I. O ensaio clínico aconteceu no período entre agosto e dezembro, teve 140 voluntários, que tinham diabetes tipo 2 e que frequentavam unidades básicas de saúde da cidade.

II. O estudo era triplo cego, ou seja, quem ingeria a canela, sabia que estava ingerindo-a.

III. A pesquisa teve auxílio de outras instituições de São Paulo e dos Estados Unidos e tem planos de realizar os testes em outros lugares do Brasil.

Quais estão corretas?

 

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2734303 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Canela pode ajudar no controle do diabetes, sugere estudo brasileiro

Um estudo brasileiro publicado no periódico Journal of the American College of Nutrition analisou a relação entre a canela e o diabetes tipo 2. Os resultados, promissores, apontam que consumo diário da especiaria pode auxiliar no controle da doença.

O diabetes tipo 2 é o mais comum, e geralmente acomete pessoas com mais de 40 anos de idade. Nele, nosso organismo se torna incapaz de usar adequadamente a insulina, um hormônio produzido no pâncreas que tem um papel importante no metabolismo do açúcar. Quando isso acontece, não conseguimos usar esse combustível, e a glicemia (concentração de glicose no sangue) aumenta – causando uma série de consequências negativas para o corpo.

A associação entre canela e controle do diabetes não é novidade. Mas segundo José Claudio Lira, pesquisador da Universidade Federal do Ceará e autor principal do estudo, os resultados, até então, não eram claros e exigiam maiores investigações. “Foi por isso que, em 2016, dei início à pesquisa durante o meu doutorado”, contou Lira à Super. O ensaio clínico aconteceu entre agosto e dezembro de 2019, e contou com 140 voluntários de Parnaíba, município do Piauí. Todos eles tinham diabetes tipo 2 e frequentavam cinco unidades básicas de saúde da cidade.

Havia pessoas de ambos os sexos, com idade entre 18 e 80 anos. Todos apresentavam índice de hemoglobina glicada (que mede a porcentagem de glicose no sangue) igual ou acima de 6%. A título de comparação, quem possui menos que 5,7% apresenta baixo risco de diabetes. Os voluntários foram divididos em dois grupos. O primeiro ingeriu, durante três meses, três gramas diários de canela em quatro cápsulas – o equivalente a uma colher de chá do alimento. “A dosagem foi escolhida a partir de uma média dos estudos similares que já haviam testado canela ao redor do mundo”, explica Lira. Ao segundo grupo, foi dado placebo.

Todas as pessoas seguiram com a mesma rotina de alimentação, exercícios e medicamentos de antes. O estudo era triplo cego: pacientes, técnicos de laboratórios, a responsável pela análise dos dados e o pesquisador principal não sabiam que grupo estava utilizando canela ou placebo. É uma forma de evitar possíveis resultados enviesados. “Havia um único cientista envolvido no estudo responsável por essa classificação”, disse Lira. “As informações ficaram em um envelope lacrado, que foi aberto no final do ensaio”. Ao final de 90 dias, os voluntários realizaram novos exames de sangue para medir as diferenças. O grupo que ingeriu canela teve redução média de 0,21% nos índices de hemoglobina glicada, enquanto os que receberam placebo registraram aumento médio de 0,38%.

Já no teste de glicemia em jejum, também usado no controle do diabetes (e feito, claro, em jejum), houve uma redução de 10 mg/dL dentre os que tomaram canela, enquanto no grupo placebo o nível aumentou 21 mg/dL. Os voluntários tinham, em média, um nível de glicemia em jejum de 186 mg/dL – o ideal é que ele fique sempre entre 100-120 mg/dL.

Foi calculado também o índice HOMA-IR, que mede se a resistência à insulina está alta ou não. Em média, o índice diminuiu 0,47% entre os que usaram canela e subiu 0,30% no grupo placebo. “Além disso, pacientes entre 40 e 65 anos tiveram resultados melhores que os outros, assim como aqueles que possuíam diabetes há mais de cinco anos”, aponta Lira.

A pesquisa contou também com profissionais de outras instituições, como a USP, a Fundação Oswaldo Cruz e a Universidade de Washington, nos EUA. No futuro, há planos de refazer o teste com um número maior de voluntários, bem como em mais lugares do Brasil. “Cada região possui hábitos alimentares e de vida distintos, que acabam interferindo no quadro de saúde do paciente com diabetes”.

Vale ressaltar que a canela deve funcionar como um complemento ao tratamento, que inclui medicamentos adequados, uma dieta saudável e a prática regular de exercícios. “O diabetes é uma doença crônica, que deve ser tratada pelo resto da vida. Só que, com o tempo, as pessoas podem relaxar ou até mesmo ignorar os cuidados necessários”, ressalta Lira. Foi por esse motivo que a pesquisa tentou desenvolver uma nova aliada a esse tratamento, que não causasse efeitos colaterais e fosse de fácil adesão. “A dose de canela pode acontecer em uma única refeição ou em doses fracionadas, e o ideal é que ela seja consumida in natura.”

(Disponível em: https://super.abril.com.br/saude/canela-pode-ajudar-no-controle-do-diabetes-sugere-estudo-brasileiro/ – texto adaptado especialmente para esta prova)

Analise as seguintes afirmações sobre o texto a assinale a alternativa INCORRETA.

 

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2734302 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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O maior jogador da história da Argentina e lenda do futebol mundial morreu em 25 de novembro de 2020, aos 60 anos. O governo da Argentina declarou luto oficial de três dias, e seu corpo foi velado na Casa Rosada. O craque argentino sofreu uma parada cardiorrespiratória em sua casa. Conhecido como "El Pibe de Oro", teve uma trajetória vitoriosa no futebol: ganhou a Copa do Mundo de 1986, passou por grandes clubes, como Boca Juniors, Barcelona e Napoli, e atuou como técnico, inclusive dirigindo a equipe nacional na Copa de 2010. Qual o nome desse jogador?

 

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2734301 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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O mês de janeiro de 2021 foi marcado pelo triste colapso na saúde no maior estado do Brasil, causado pela pandemia do Novo Coronavírus. Hospitais sem oxigênio e profissionais da saúde vendo pacientes de Covid-19 morrerem asfixiados, doentes levados a outros estados, cemitérios sem vagas e toque de recolher. Que estado é esse, localizado na região Norte do país, cuja capital é Manaus?

 

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2734300 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Conforme notícia no site do Senado Federal, em 04/01/2021, o salário mínimo nacional que entrou em vigor em janeiro de 2021 foi de:

 

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2734299 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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Foi publicado no site da Prefeitura Municipal o que segue: “A Secretaria da Fazenda do Município de Tuparendi comunica que estão disponíveis os carnês do IPTU 2021, os quais poderão ser retirados junto ao setor de protocolo a contar de 01 de março. Os carnês podem ser impressos também pelo site da Prefeitura Municipal de Tuparendi, no link “Portal do Cidadão” – “Emissão do IPTU por CPF. Pedimos que cada contribuinte observe a data de pagamento conforme calendário de vencimentos e enfatizamos que, devido ao momento delicado de pandemia que estamos vivenciando, não é permitido filas ou aglomeração em local público”. O IPTU é:

 

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2734298 Ano: 2021
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Tuparendi-RS
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De acordo com as informações do site da Prefeitura Municipal referente à origem do nome Tuparendi, se tomarmos a palavra composta por Tupã e Rendy, na linguagem indígena, teríamos a interpretação do nome da cidade como:

 

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