Foram encontradas 40 questões.
O diretor de um time de futebol, após conquistar o
campeonato, resolveu dar um bônus de R$ 60.000,00
aos seus dois goleiros que participaram do
campeonato. Como os dois goleiros sempre se
revezavam nos jogos, sendo que o goleiro A sempre
jogava o primeiro tempo do jogo e o goleiro B sempre
jogava o segundo tempo do jogo, o diretor do time
resolveu fazer o pagamento do bônus de forma
inversamente proporcional à quantidade total de
gols que cada um dos goleiros sofreram durante todo
campeonato. Considerando que o goleiro A sofreu 8
gols durante o campeonato e o goleiro B sofreu 12
gols, assinale o valor que o goleiro A recebeu como
bônus.
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Em virtude da grande Pandemia da COVID 19,
técnicos do Ministério da Saúde levantaram que em
um determinado período de tempo, o total de
infectados pelo vírus dobrava a cada intervalo de 5
dias em relação ao último levantamento efetuado, ou
seja, se em um determinado dia de levantamento a
quantidade do intervalo dos 5 dias anteriores eram X
infectados, no próximo levantamento a quantidade
apontava 2X de infectados, e assim formando uma
progressão geométrica. Considerando que o período
total do levantamento foi de 30 dias e que no primeiro
levantamento a quantidade acumulada até o dia
anterior do início do período estudado era de 1.000
pessoas infectadas, assinale a alternativa que
apresenta a quantidade total de infectados no
período de 30 dias.
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Em uma sala de aula, dos alunos que frequentavam
regularmente as aulas, 20 passaram para a próxima
série sem necessitar fazer exame de recuperação, 15
alunos ficaram para exame em Matemática, 10
ficaram para exame em Português e 5 ficaram para
exame em Matemática e também em Português.
Assinale a alternativa que apresenta a quantidade de
alunos que havia nessa sala de aula.
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Assinale a alternativa que representa o resultado de
X, onde X é o logaritmo de 128 na base 2.
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Em um hospital, os médicos X, Y e Z, atuam
exclusivamente em uma das seguintes
especializações: Ortopedia, Pediatria e Cardiologia,
mas não necessariamente nessa ordem. Assinale a
alternativa que apresenta corretamente as
especialidades de cada um dos médicos,
considerando as informações abaixo:
O médico Z e o médico X não atuam na especialidade
de Pediatria.
O médico Y ou o médico Z atua na especialidade de
Pediatria.
O médico X não atua na especialidade de Ortopedia
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Leia o texto para responder a questão.
Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e de
empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio
ambiente. Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os
estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel
Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que
existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando
materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos
e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com
127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia
para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma
Hugo.
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na
expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de
sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda.
“Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o
movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma
Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no
centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças,
reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os
empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser
descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal)
não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu
ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro
movimento, o slow food, que propõe uma forma mais
consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária,
o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis,
valorização de produtores locais e produção de itens com mais
qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao
conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e
consiste em grandeslojas de departamento produzindo coleções
novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de
moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
[...]
Disponível em https://vocesa.abril.com.br/empreendedorismo/slow-fashion-umatendencia-de-moda-sustentavel-e-de-empreendedorismo/
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaVerbosFormas Nominais
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Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e de
empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio
ambiente. Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os
estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel
Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que
existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando
materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos
e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com
127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia
para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma
Hugo.
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na
expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de
sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda.
“Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o
movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma
Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no
centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças,
reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os
empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser
descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal)
não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu
ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro
movimento, o slow food, que propõe uma forma mais
consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária,
o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis,
valorização de produtores locais e produção de itens com mais
qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao
conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e
consiste em grandeslojas de departamento produzindo coleções
novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de
moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
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Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e de
empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio
ambiente. Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os
estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel
Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que
existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando
materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos
e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com
127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia
para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma
Hugo.
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na
expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de
sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda.
“Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o
movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma
Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no
centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças,
reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os
empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser
descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal)
não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu
ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro
movimento, o slow food, que propõe uma forma mais
consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária,
o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis,
valorização de produtores locais e produção de itens com mais
qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao
conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e
consiste em grandeslojas de departamento produzindo coleções
novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de
moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
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- MorfologiaAdjetivos
- MorfologiaAdvérbios
- MorfologiaArtigos
- MorfologiaConjunçõesRelações de Causa e Consequência
- MorfologiaPreposições
- MorfologiaSubstantivos
- MorfologiaVerbos
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Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e de
empreendedorismo
A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio
ambiente. Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os
estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel
Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que
existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando
materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos
e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com
127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia
para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma
Hugo.
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na
expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de
sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda.
“Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o
movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma
Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no
centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças,
reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os
empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser
descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal)
não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu
ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro
movimento, o slow food, que propõe uma forma mais
consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária,
o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis,
valorização de produtores locais e produção de itens com mais
qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao
conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e
consiste em grandeslojas de departamento produzindo coleções
novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de
moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
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Slow fashion, uma tendência de moda sustentável – e de
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A indústria fashion é a segunda que mais polui o meio
ambiente. Por isso, surge um movimento que prega o consumo
consciente de roupas e acessórios
Por Fernanda Colavitti
Quando criaram a marca Coletivo de Dois, em 2014, os
estilistas Hugo Mor, de 33 anos, de Goiás, e o paulistano Daniel
Barranco, de 42, queriam fazer roupas diferentes das que
existiam no mercado. A ideia da dupla era criar usando
materiais baratos, como sobras e tiras de tecido.
Com isso na cabeça, eles juntaram 500 reais em retalhos
e uma máquina de costura e criaram a primeira coleção, com
127 peças. “Enchemos uma mala e nos mudamos de Goiânia
para São Paulo para participar de feiras e eventos”, afirma
Hugo.
Na época, ambos sequer tinham ouvido falar na
expressão slow fashion — tendência que aplica os conceitos de
sustentabilidade e reutilização de materiais no mundo da moda.
“Foi apenas quando aparecemos em uma reportagem sobre o
movimento que percebemos que a marca se encaixava”, afirma
Daniel.
De lá para cá, o Coletivo de Dois abriu uma loja no
centro de São Paulo e já produziu mais de 3.000 peças,
reaproveitando, por ano, 150 quilos de tecido. Segundo os
empresários, quase 1 tonelada de sobras deixou de ser
descartada.
O slow fashion (ou “moda lenta”, numa tradução literal)
não é uma tendência exatamente nova. A expressão surgiu
ainda na década de 1990, na Itália, e deriva de outro
movimento, o slow food, que propõe uma forma mais
consciente de se alimentar. Assim como o irmão da culinária,
o slow fashion está atrelado a hábitos de consumo responsáveis,
valorização de produtores locais e produção de itens com mais
qualidade e durabilidade. “A tendência é um contraponto ao
conceito de fast fashion, que dominou as décadas anteriores e
consiste em grandeslojas de departamento produzindo coleções
novas a cada semana”, diz José Luís de Andrade, professor de
moda no Centro Universitário Senac, em São Paulo.
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