Foram encontradas 30 questões.
Texto 03

I- A palavra “geléia”, atualmente, deve ser grafada sem o acento agudo, pois o Novo Acordo Ortográfico suprimiu o acento gráfico dos ditongos éi, ói, e éu, nas palavras paroxítonas.
II- O pronome “lhe” foi usado proclítico, mas, de acordo com a norma, poderia ter sido usado enclítico, já que não se verifica a presença de palavra atrativa.
III- As vírgulas foram usadas, de acordo com a norma, para separar os elementos de uma enumeração os quais exercem a mesma função sintática
IV- O texto é formado por um período composto por três orações indicadas pelas presenças dos verbos “faz”, “pergunta” e “darão”.
V- O período que compõe o texto é misto, já que é formado pelos processos de coordenação e subordinação.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Texto 03

I- O verbo “faz” se refere à máquina anunciada. II- O verbo “pergunta” se refere à máquina anunciada. III- O verbo “darão” é uma ação que se refere a filhos. IV- O pronome oblíquo “lhe” faz referência às mães. V- O pronome “lhe” é complemento indireto de “darão”.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Texto 03

I- A máquina anunciada faz bolo, pudins e geleias e não cobra netos. II- As mães fazem bolo, pudins e geleias, no entanto elas cobram netos. III- As mães dizem aos filhos que eles nunca lhe darão os netos desejados. IV- A máquina anunciada tem a desvantagem de não cobrar netos dos filhos. V- As mães têm a vantagem de esperar que os seus filhos lhe deem netos.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Texto 02

I- “Cheguei no Carnaval!” II- “Mostrei minha carinha linda [...].” III- “Já posso ir embora?” IV- “Tá calor!” V- “Não tem lugar para sentar!”
As frases em que se verifica o uso da linguagem coloquial são
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Texto 02

I- O Carnaval é uma festa da qual todas as pessoas gostam de participar. II- Nem todas as pessoas que participam do Carnaval gostam, de fato, dele. III- Algumas pessoas fingem para outras pessoas que gostam do Carnaval. IV- Algumas pessoas participam do Carnaval só para dar satisfação aos outros. V- As pessoas que gostam de Carnaval se divertem do início ao fim da festa.
Estão CORRETAS as afirmativas
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Texto 01
Borboleta azul
[...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre
nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa,
quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um
verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.
Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a
poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas
agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse,
em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza
se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti
uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.
Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são
mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos,
só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto
numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.
Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram
curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre
sabia responder tudo.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem
titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.
Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa
manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que
o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.
A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer
que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.
Chegou o grande dia.
“Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou
morta?”
O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025
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Texto 01
Borboleta azul
[...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre
nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa,
quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um
verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.
Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a
poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas
agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse,
em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza
se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti
uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.
Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são
mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos,
só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto
numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.
Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram
curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre
sabia responder tudo.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem
titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.
Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa
manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que
o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.
A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer
que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.
Chegou o grande dia.
“Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou
morta?”
O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025
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Texto 01
Borboleta azul
[...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre
nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa,
quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um
verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.
Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a
poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas
agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse,
em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza
se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti
uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.
Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são
mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos,
só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto
numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.
Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram
curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre
sabia responder tudo.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem
titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.
Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa
manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que
o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.
A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer
que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.
Chegou o grande dia.
“Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou
morta?”
O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]
Disponível em: https://vidasimples.co/colunista/ Acesso em: 18 fev. 2025
I- “Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti uma forte intuição [...].” II- “A borboleta azul me dava as boas-vindas, com um recado.” III- “Um verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.” IV- “Elas eram curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender.” V- “A ideia era fazer uma pergunta que o sábio jamais conseguiria responder [...].”
Verifica-se a presença de figura de linguagem nas passagens
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Borboleta azul
[...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre
nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa,
quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um
verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.
Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a
poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas
agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse,
em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza
se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti
uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.
Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são
mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos,
só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto
numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.
Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram
curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre
sabia responder tudo.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem
titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.
Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa
manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que
o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.
A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer
que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.
Chegou o grande dia.
“Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou
morta?”
O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]
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Borboleta azul
[...] Na semana passada, vivi uma das sensações mais incríveis dos últimos tempos e que me fez refletir sobre
nossas escolhas. Estava na Chapada dos Veadeiros (GO) fazendo uma trilha pela manhã em meio a uma fina garoa,
quando avistei uma queda d’água que ganhava vazão pelas corredeiras de um rio que cortava as paredes do cânion. Um
verdadeiro quadro vivo emoldurado à minha frente. Cenário lindo.
Eu me posicionei numa pedra para contemplar tamanha beleza, após uma hora de caminhada. Quando notei, a
poucos metros de mim, o bailar de uma linda borboleta azul. Ela ia e voltava sobre as águas batendo suas asas
agasalhadas num azul metálico hipnotizante. Nunca tinha visto algo tão belo. Fiquei encantado. Era como se ela assinasse,
em cada movimento no ar, aquele pequeno recorte de uma tela do paraíso. Fui tomado por uma forte emoção. Sua sutileza
se comunicou comigo naquilo que temos de mais verdadeiro: o coração. Deixei meus olhos vagarem por suas asas e senti
uma forte intuição de presença, como se naquele instante o tempo tivesse parado. A borboleta azul me dava as boasvindas, com um recado.
Encantado com a cena daquela manhã, pesquisei muito sobre borboletas azuis. Além de descobrir que elas são
mais raras, encontrei uma lenda oriental que traz um ensinamento muito bonito sobre como tudo está em nossas mãos,
só precisamos acreditar. Como o ano está apenas começando fiquei com vontade de compartilhar e escrever este texto
numa tentativa de reforçar para mim mesmo que a vida é sábia.
Conta-se que há muitos anos um homem ficou viúvo e teve que se responsabilizar por suas duas filhas. Elas eram
curiosas, inteligentes e sempre tinham o desejo de aprender. Constantemente lançavam perguntas ao pai que nem sempre
sabia responder tudo.
Vendo a inquietação das duas meninas, ele decidiu enviá-las por um tempo a um sábio que vivia numa colina. Sem
titubear, o guru respondia a todas as perguntas lançadas pelas pequenas.
Dispostas a buscar um jeito de fazer com que o sábio errasse ao menos uma vez, elas elaboraram um plano. Numa
manhã, uma delas foi ao bosque e retornou com uma linda borboleta azul nas mãos. A ideia era fazer uma pergunta que
o sábio jamais conseguiria responder: se a borboleta estava viva ou morta.
A estratégia estava definida. Se o sábio respondesse que estava viva, a garota iria apertá-la em sua mão e matála, e se respondesse que a borboleta estava morta, ela abriria as mãos e a soltaria para voar livremente. Portanto, qualquer
que fosse a resposta do sábio, ela estaria errada.
Chegou o grande dia.
“Mestre”, disse uma das jovens. “Pode nos dizer se esta borboleta azul que está em minhas mãos está viva ou
morta?”
O sábio respirou lentamente e com um leve sorriso respondeu: “Depende de você, ela está em suas mãos”. [...]
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