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Quantas palavras necessitam de acento gráfico, levandose em consideração suas ocorrências no trecho a seguir?
“O Observatorio da Terra, orgão da Nasa, divulgou esta semana uma curiosa imagem de faixas densas de poeira do Deserto do Saara sendo transportadas em direção ao Oceano Atlantico. A foto foi capturada no dia 24 de agosto pelo instrumento VIIRS, que esta a bordo do satelite [...] NPP.”
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/08/satelite-danasa-flagra-poeira-do-saara-invadindo-o-atlantico.ghtml. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.
“O Observatorio da Terra, orgão da Nasa, divulgou esta semana uma curiosa imagem de faixas densas de poeira do Deserto do Saara sendo transportadas em direção ao Oceano Atlantico. A foto foi capturada no dia 24 de agosto pelo instrumento VIIRS, que esta a bordo do satelite [...] NPP.”
Disponível em: https://revistagalileu.globo.com/sociedade/curiosidade/noticia/2024/08/satelite-danasa-flagra-poeira-do-saara-invadindo-o-atlantico.ghtml. Acesso em: 31 ago. 2024. Adaptado.
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Leia a tirinha a seguir.

O efeito de humor dessa tirinha pauta-se no uso ambíguo de
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Analise o excerto a seguir.

Qual é a tipologia textual predominante no excerto?
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A que gênero textual o fragmento apresentado a seguir
mais se alinha?
“Fonte de inspiração aparentemente inesgotável para a cultura pop, a mitologia grega já rendeu revoluções de técnicas de animação com ‘Fúria de Titãs’, virou jornada teen com ‘Percy Jackson’ e foi do popular ao soturno ao longo dos anos. A familiaridade talvez permita que ‘Kaos’, nova série da Netflix, faça da mitologia uma releitura cafona e cartunesca de forma tão fascinante. [...]
Se a irreverência de suas entidades é o grande charme de ‘Kaos’, a série perde força quando se distancia de sua narrativa principal. Certas escolhas atrapalham o desenvolvimento de alguns personagens, que acabam sendo escanteados e ficam sem função narrativa por quase metade da temporada. Um erro semelhante ao visto no Monsterverse de ‘Godzilla e Kong’, que também trabalha mal seu núcleo humano, mas que parece renascer das cinzas quando o foco volta para criaturas mitológicas e suas nuances.
Sem medo de ser cafona, ‘Kaos’ traz um olhar curioso e atualizado de uma mitologia rica em oportunidades. Caso seja renovada, a série pode explorar inúmeros caminhos interessantes para retratar a queda de deuses tão egocêntricos quanto fascinantes.”
ZULIANI, André. Em Kaos, Jeff Goldblum lidera releitura cafona e deliciosa da mitologia grega. Omelete, 29 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/kaos-critica-netflix-serie. Acesso em: 01 set. 2024.
“Fonte de inspiração aparentemente inesgotável para a cultura pop, a mitologia grega já rendeu revoluções de técnicas de animação com ‘Fúria de Titãs’, virou jornada teen com ‘Percy Jackson’ e foi do popular ao soturno ao longo dos anos. A familiaridade talvez permita que ‘Kaos’, nova série da Netflix, faça da mitologia uma releitura cafona e cartunesca de forma tão fascinante. [...]
Se a irreverência de suas entidades é o grande charme de ‘Kaos’, a série perde força quando se distancia de sua narrativa principal. Certas escolhas atrapalham o desenvolvimento de alguns personagens, que acabam sendo escanteados e ficam sem função narrativa por quase metade da temporada. Um erro semelhante ao visto no Monsterverse de ‘Godzilla e Kong’, que também trabalha mal seu núcleo humano, mas que parece renascer das cinzas quando o foco volta para criaturas mitológicas e suas nuances.
Sem medo de ser cafona, ‘Kaos’ traz um olhar curioso e atualizado de uma mitologia rica em oportunidades. Caso seja renovada, a série pode explorar inúmeros caminhos interessantes para retratar a queda de deuses tão egocêntricos quanto fascinantes.”
ZULIANI, André. Em Kaos, Jeff Goldblum lidera releitura cafona e deliciosa da mitologia grega. Omelete, 29 de agosto de 2024. Disponível em: https://www.omelete.com.br/series-tv/criticas/kaos-critica-netflix-serie. Acesso em: 01 set. 2024.
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Assinale a alternativa cuja sentença se apresenta com a
regência (verbal ou nominal) adequada à norma padrão da
Língua Portuguesa.
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Observe a charge a seguir.

Segundo a crítica veiculada pela charge, qual dos elementos apresentados é o principal desencadeador de incêndios?
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Leia a tirinha:

É possível inferir, nessa tirinha, que o(s)(a)
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Furacão elimina [BEIJA-FLOR] polinizadores
da Revista Pesquisa FAPESP
Dois tipos de helicônias – plantas da família das bananeiras com
vistosas flores de cor vermelha e laranja – da ilha de Dominica,
no Caribe, tinham apenas um polinizador, o beija-flor caribe-degarganta-púrpura (Eulampis jugularis). Em setembro de 2017,
porém, o furacão Maria – além de danificar edifícios e provocar
cortes de energia elétrica e a morte de 33 moradores da região –
eliminou três quartos da população dessa ave e causou uma
mudança no ciclo de reprodução das plantas, de acordo com
estudo de um grupo internacional que inclui os ecólogos
brasileiros Fernando Gonçalves, em estágio de pós-doutorado na
Universidade de Zurique, na Suíça, e Mauro Galetti, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp). Depois do furacão, a
equipe documentou outras quatro espécies de aves visitando as
flores. Isso levou a rever os temores de extinção. “Não é tão
simples assim, o fenômeno quebra a relação de coadaptação e
outros indivíduos podem dominar a polinização e ocupar o papel
das espécies que diminuíram”, disse Gonçalves à Agência Bori.
“A trajetória evolutiva flutua, não é tão restrita quanto
pensávamos.” Agora, o grupo pretende avaliar os impactos de
fenômenos naturais sobre o comportamento evolutivo de outras
espécies. “Estamos monitorando outros furacões na região para
voltar lá e entender suas consequências” (New Phytologist, 11 de
julho; Agência Bori, 12 de julho).
Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a
licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/furacao-elimina-beija-flores-polinizadores/.
Acesso em: 02 set. 2024.
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Furacão elimina [BEIJA-FLOR] polinizadores
da Revista Pesquisa FAPESP
Dois tipos de helicônias – plantas da família das bananeiras com
vistosas flores de cor vermelha e laranja – da ilha de Dominica,
no Caribe, tinham apenas um polinizador, o beija-flor caribe-degarganta-púrpura (Eulampis jugularis). Em setembro de 2017,
porém, o furacão Maria – além de danificar edifícios e provocar
cortes de energia elétrica e a morte de 33 moradores da região –
eliminou três quartos da população dessa ave e causou uma
mudança no ciclo de reprodução das plantas, de acordo com
estudo de um grupo internacional que inclui os ecólogos
brasileiros Fernando Gonçalves, em estágio de pós-doutorado na
Universidade de Zurique, na Suíça, e Mauro Galetti, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp). Depois do furacão, a
equipe documentou outras quatro espécies de aves visitando as
flores. Isso levou a rever os temores de extinção. “Não é tão
simples assim, o fenômeno quebra a relação de coadaptação e
outros indivíduos podem dominar a polinização e ocupar o papel
das espécies que diminuíram”, disse Gonçalves à Agência Bori.
“A trajetória evolutiva flutua, não é tão restrita quanto
pensávamos.” Agora, o grupo pretende avaliar os impactos de
fenômenos naturais sobre o comportamento evolutivo de outras
espécies. “Estamos monitorando outros furacões na região para
voltar lá e entender suas consequências” (New Phytologist, 11 de
julho; Agência Bori, 12 de julho).
Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a
licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/furacao-elimina-beija-flores-polinizadores/.
Acesso em: 02 set. 2024.
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Furacão elimina [BEIJA-FLOR] polinizadores
da Revista Pesquisa FAPESP
Dois tipos de helicônias – plantas da família das bananeiras com
vistosas flores de cor vermelha e laranja – da ilha de Dominica,
no Caribe, tinham apenas um polinizador, o beija-flor caribe-degarganta-púrpura (Eulampis jugularis). Em setembro de 2017,
porém, o furacão Maria – além de danificar edifícios e provocar
cortes de energia elétrica e a morte de 33 moradores da região –
eliminou três quartos da população dessa ave e causou uma
mudança no ciclo de reprodução das plantas, de acordo com
estudo de um grupo internacional que inclui os ecólogos
brasileiros Fernando Gonçalves, em estágio de pós-doutorado na
Universidade de Zurique, na Suíça, e Mauro Galetti, da
Universidade Estadual Paulista (Unesp). Depois do furacão, a
equipe documentou outras quatro espécies de aves visitando as
flores. Isso levou a rever os temores de extinção. “Não é tão
simples assim, o fenômeno quebra a relação de coadaptação e
outros indivíduos podem dominar a polinização e ocupar o papel
das espécies que diminuíram”, disse Gonçalves à Agência Bori.
“A trajetória evolutiva flutua, não é tão restrita quanto
pensávamos.” Agora, o grupo pretende avaliar os impactos de
fenômenos naturais sobre o comportamento evolutivo de outras
espécies. “Estamos monitorando outros furacões na região para
voltar lá e entender suas consequências” (New Phytologist, 11 de
julho; Agência Bori, 12 de julho).
Este texto foi originalmente publicado por Pesquisa FAPESP de acordo com a
licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Disponível em:
https://revistapesquisa.fapesp.br/furacao-elimina-beija-flores-polinizadores/.
Acesso em: 02 set. 2024.
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