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Foram encontradas 40 questões.

573882 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Na figura a seguir, os triângulos ACB e BED são retângulos em C e em E, respectivamente. O ponto D pertence ao lado CB e o ponto E, ao lado AB. Enunciado 573882-1
Os segmentos AB, BC e BE têm medidas, respectivamente, iguais a 26 cm, 24 cm e 12 cm. A razão entre a área do quadrilátero AEDC e a área do triângulo BDE, nessa ordem, é igual a:
 

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573881 Ano: 2016
Disciplina: Estatística
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Uma professora pediu a seus alunos que trouxessem, anotado para próxima aula, a quantidade de moedas que encontrassem em casa. Na aula seguinte, cada aluno cumpriu a tarefa determinada pela professora, que sorteou alguns, a fim de fazer a representação gráfica do número de moedas encontradas por cada um dos alunos em suas respectivas casas. As quantidades de moedas e os respectivos alunos foram representados no gráfico a seguir. Enunciado 573881-1 Com base nos dados representados no gráfico, qual a média do número de moedas encontradas pelos alunos que foram sorteados?
 

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573880 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Na figura a seguir, os pontos G, H e I dividem o segmento FJ (parte da reta real) em 4 partes iguais. Enunciado 573880-1
Os pontos F e J representam os números 1/8 e 1/2 , respectivamente. Dessa forma, a soma dos números representados pelos pontos G e I é igual a:
 

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573879 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDEP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
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Euler comprou uma bicicleta para o seu filho no valor de R$ 650,00. No entanto, devido à inflação variável ao longo dos meses, o valor pago por Euler estava com um aumento com relação ao mês anterior da compra. O valor pago por Euler na bicicleta corresponde a 13% de seu salário mensal e a 104% do valor dessa bicicleta em relação ao mês anterior à compra. Logo, a quantia paga a mais pela bicicleta com relação ao mês anterior corresponde a:
 

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Analise os trechos textuais a seguir.

I. Meu cheiro é de cravo

Minha cor de canela

A minha bandeira

É verde e amarela

Pimenta de cheiro

Cebola em rodela

Um beijo na boca

Feijão na panela

Gabriela....

“Gabriela” – Tom Jobim

II. Me ame devagarinho

Sem fazer nenhum esforço

Tô doido por seu carinho.

“Maçã do rosto” – Lenine

III. E no salão social;

Festas que lembram velório.

Meia dúzia de parentes;

E a panelinha do escritório.

“Paradoxo” – Gabriel, o pensador

A comparação pode ser feita de forma explícita ou implícita. Nesse contexto, há comparação nos trechos:

 

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Em relação ao uso dos pronomes de tratamento, assinale a alternativa INCORRETA.
 

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Considerando a norma padrão, analise as orações a seguir.

I. Clarice e Suzana acham que este é o caminho. Elas tem razão.

II. Em Gramado, a temperatura chegou a zero graus.

III. Ela mesma fez os reparos em casa.

IV. Susana chegou há dois dias e voltará daqui há duas semanas.

Estão INCORRETAS as orações:

 

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Segundo o dicionário Aurélio, “neologismo” é a “palavra ou expressão nova numa língua”.

De acordo com essa definição, assinale a alternativa cuja oração contenha um neologismo.

 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O homem que sabe

Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.

O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.

No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.

Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.

[...]

MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.

Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:

<http://zip.net/bnsbWn>. Acesso em: 13 out. 2015 (Adaptação).

O principal objetivo do texto é:
 

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INSTRUÇÃO: Leia o texto a seguir para responder à questão.

O homem que sabe

Para Anatol Rosenfeld, a concretização de muitas ideias kantianas apenas esboçadas coube a Schiller, especialmente no domínio da estética.

O homem, pensa Friedrich Schiller, é determinado pelas forças da natureza e, na grande maioria das vezes, perde para ela. A única liberdade humana consiste em não se deixar escravizar, o que implica exercer o senso moral por meio da linguagem e do pensamento. A capacidade humana de criar valores representa o domínio próprio do homem; eles são o modo humano de se contrapor à natureza, por isso não derivam da necessidade, mas da liberdade. É por “claro saber e livre decisão” que o homem troca o estatuto de independência, no estado natural, pelo do contrato, no estado moral.

No entanto, esta contraposição entre a natureza de um lado e o homem de outro se compõe com um combate que pode aniquilar o homem, porque gera uma luta sem fim. Somente o senso estético, ele diz, como um terceiro caráter, pode fazer a ponte entre estes dois domínios; é ele que desfaz esta polaridade, porque aproxima o que a razão afasta. Se a razão teórica precisa decompor, separar, o senso estético se caracteriza por compor, aproximar. O senso estético existe para reunir o que a razão teve de separar.

Enquanto apenas luta contra a natureza, por meio do conhecimento que fragmenta o mundo tentando conhecê-lo ou dominá-lo, o homem perde, porque, em última instância, é sempre finito, mortal. Mas ele pode, auxiliado pelo senso estético, não lutar contra o mundo, o que implica em não fragmentá-lo, mas se ver inserido nele e, fortalecido pelo sentimento de pertencimento, tornar-se capaz de lidar com as perdas. A faculdade do juízo, diz Kant, é a capacidade de pensar o particular contido no universal, por isso somente ela é capaz de desfazer a unidade fictícia e provisória do sujeito particular, reinserindo-o na totalidade que o sustenta e alimenta. É a sua consciência individual, ou seja, é o saber de si como provisório que o faz sofrer. Quando o homem se sente inserido no todo, o sofrimento particular perde importância e ele, então, não sucumbe e vence a natureza, não pela força, mas pelo puro exercício da liberdade moral, que fortalece, amplia, alarga a alma.

[...]

MOSÉ, Viviane. O homem que sabe. In: ARRAIS, Rafael.

Schiller e a dimensão estética. Textos para reflexão. Disponível em:

<http://zip.net/bnsbWn>. Acesso em: 13 out. 2015 (Adaptação).

De acordo com o texto, analise as afirmativas a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.

( ) A linguagem e o pensamento são o que permite aos humanos não se deixarem escravizar pela natureza.

( ) Enquanto a natureza age por instinto ou impulso – o chamado estado natural –, o homem consegue criar, estabelecer e seguir valores, tornando-se, assim, socialmente estabelecido.

( ) Enquanto permanece na tentativa de separar-se da natureza por um contrato moral, o homem tende a prejudicar-se.

( ) O senso estético cumpre o papel de retornar o homem ao seu estado independente, permitindo, assim, um pertencimento efetivo à natureza.

( ) A faculdade do juízo, inata às criaturas da natureza, estabelece a união de homem e natureza de maneira igualitária.

Assinale a sequência CORRETA.

 

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