Foram encontradas 40 questões.
São aspectos que dizem dos processos de avaliação das
aprendizagens, EXCETO:
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A condução do processo de ensino requer uma compreensão clara e segura do processo de aprendizagem: em que consiste
como as pessoas aprendem e quais as condições externas e internas que influenciam. Em sentido geral, qualquer atividade
humana praticada no ambiente em que vivemos, pode levar a uma aprendizagem. Podemos distinguir, contudo, a
aprendizagem casual da aprendizagem organizada. No que tange à aprendizagem organizada, na perspectiva de LIBÂNEO,
J. C (2013) é INCORRETO afirmar:
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A aprendizagem ativa mais relevante é a relacionada à nossa vida, aos nossos projetos e expectativas. Se o estudante percebe
que o que aprende o ajuda a viver melhor, de uma forma direta ou indireta, ele se envolve mais. O currículo, nesta
perspectiva, se forma com a combinação de roteiros semi-estruturados e abertos, relacionando sempre o que consideramos
socialmente importante com a vida, interesses e necessidades de cada estudante. Com base nesta afirmação relacione as
colunas:

A sequência CORRETA que correlaciona as colunas é:

A sequência CORRETA que correlaciona as colunas é:
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Metodologias são grandes diretrizes que orientam os
processos de ensino e aprendizagem e que se concretizam
em estratégias, abordagens e técnicas concretas,
específicas e diferenciadas. Sobre as metodologias ativas
é possível afirmar, EXCETO:
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Ana, Bruna e Carla são amigas e têm idades diferentes. A seguir, serão feitas quatro afirmações a respeito das idades das três amigas, das quais apenas uma delas é verdadeira.
I. Ana e Carla são mais jovens que Bruna.
II. Ana é mais velha que Bruna.
III. Ana é mais velha que Bruna e Carla.
IV. Ana não é nem a mais nova, nem a mais velha das três amigas.
Assinale a alternativa CORRETA que apresenta os nomes das três amigas em ordem crescente de idade.
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Amanda, Bruna, Cláudio, Dênis e Elisandra se
esconderam para fazerem uma brincadeira de criança.
Considere os critérios estabelecidos abaixo:
➢ Uma garota se escondeu sozinha ➢ O garoto mineiro estava no porão ➢ Amanda não estava sozinha em seu esconderijo ➢ Haviam exatamente duas crianças no porão ➢ Dênis, nascido no Espírito Santo, se escondeu junto com Elisandra
A partir dessas informações, responda a seguinte pergunta...
Quem estava no porão?
➢ Uma garota se escondeu sozinha ➢ O garoto mineiro estava no porão ➢ Amanda não estava sozinha em seu esconderijo ➢ Haviam exatamente duas crianças no porão ➢ Dênis, nascido no Espírito Santo, se escondeu junto com Elisandra
A partir dessas informações, responda a seguinte pergunta...
Quem estava no porão?
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Questão 11
Considere a sequência numérica a seguir, na qual cada
quadradinho da fita retangular é numerado com os
números naturais, a partir de 1 até um determinado
número, conforme a figura ilustrativa a seguir. Sabe-se que
todos os quadradinhos têm o formato idêntico. Ao
dobrarmos essa fita ao meio, o quadradinho que contém o
número 6 fica exatamente em cima do quadradinho com o
número 19. Determine quantos são os quadradinhos totais
dessa fita e assinale a resposta CORRETA.


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Analise a peça publicitária a seguir.
https://expressoanaliseecritica.blogspot.com/2014/11/analise-depeca-publicitaria-mon-bijou.html
Tem-se como interdiscursividade a concepção de que os discursos se relacionam a outros discursos. Dessa forma, são tecidos entre si, seja pelos já ditos, em um dado lugar e momento histórico, seja por aqueles a serem ainda produzidos.
Sobre o texto apresentado, é INCORRETO afirmar que a peça
https://expressoanaliseecritica.blogspot.com/2014/11/analise-depeca-publicitaria-mon-bijou.html
Tem-se como interdiscursividade a concepção de que os discursos se relacionam a outros discursos. Dessa forma, são tecidos entre si, seja pelos já ditos, em um dado lugar e momento histórico, seja por aqueles a serem ainda produzidos.
Sobre o texto apresentado, é INCORRETO afirmar que a peça
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Leia o texto a seguir.

https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2021/05/campanha-maio-amarelo-e-lancada-oficialmente-nesta-segundafeira-3
Considere as afirmações:
I. A oração “Estou fora”, embora não esteja de acordo com a gramática normativa, funciona como estratégia discursiva, no contexto em que foi utilizada, tendo em vista os objetivos da propaganda. II. Na oração “Se beber”, temos expressa uma circunstância de condição. III. Existe uma relação entre linguagem verbal e não verbal, tendo em vista que a imagem funciona como um alerta das consequências do ato de beber e dirigir. IV. Na oração “não dirija” temos um modo verbal no imperativo, pelo qual se expressa uma orientação.
Está CORRETO o que se afirma em:

https://www.gov.br/pt-br/noticias/transito-e-transportes/2021/05/campanha-maio-amarelo-e-lancada-oficialmente-nesta-segundafeira-3
Considere as afirmações:
I. A oração “Estou fora”, embora não esteja de acordo com a gramática normativa, funciona como estratégia discursiva, no contexto em que foi utilizada, tendo em vista os objetivos da propaganda. II. Na oração “Se beber”, temos expressa uma circunstância de condição. III. Existe uma relação entre linguagem verbal e não verbal, tendo em vista que a imagem funciona como um alerta das consequências do ato de beber e dirigir. IV. Na oração “não dirija” temos um modo verbal no imperativo, pelo qual se expressa uma orientação.
Está CORRETO o que se afirma em:
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27 de maio de 1958
A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago. Comecei a sentir a boca amarga. Pensei: já não basta as amarguras da vida? [...]. Pensei em guardar para comprar feijão. Mas vi que não podia porque o meu estômago reclamava e torturava-me. Resolvi tomar uma média e comprar um pão. Que efeito surpreendente faz a comida no nosso organismo! Eu que antes de comer via o céu, as árvores, as aves, tudo amarelo, depois que comi, tudo normalizou-se aos meus olhos. A comida no estômago é como combustível nas máquinas. Passei a trabalhar mais depressa.
Meu corpo deixou de pesar. [...] Eu tinha a impressão que eu deslizava no espaço. Comecei a sorrir como se eu estivesse presenciando um lindo espetáculo. E haverá espetáculo mais lindo do que ter o que comer? Parece que eu estava comendo pela primeira vez na minha vida.
JESUS, Carolina Maria de (2007). Quarto de despejo: diário de uma favelada. 9. ed. São Paulo: Ática, p. 45-46.
O trecho apresentado faz referência à obra "Quarto de despejo: diário de uma favelada”, um livro da autora mineira Carolina Maria de Jesus. Nesse diário, uma mulher negra, pobre, com dois anos de estudo formal, relata fatos ocorridos na favela do Canindé, em São Paulo, entre os anos de 1955 e 1959. A escritora faz reflexões sobre os acontecimentos e mostra a realidade social do Brasil de meados do século XX." Tendo em vista a obra e o contexto em que ela é apresentada, analise as proposições:
I. O gênero textual utilizado para a escrita da autora é um gênero que consiste no registro frequente de relatos íntimos de uma pessoa sobre as suas impressões e vivências cotidianas. II. O nome “Quarto de despejo” é uma metáfora criada pela autora ao longo de seus escritos no livro em que despejo é o local onde lixos são jogados. No caso da favela, o lixo se refere às pessoas, aos pobres, que não cabem na cidade e são depositados na favela, como lixos. III. No trecho referido, é possível inferir que a narradora-personagem passou fome, cujo significado é de um Brasil, construído em meio às desigualdades e isso é, nitidamente, notado ao observarmos como se dá a má distribuição de recursos e as possibilidades de acesso à alimentação e o direito à vida em geral.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago. Comecei a sentir a boca amarga. Pensei: já não basta as amarguras da vida? [...]. Pensei em guardar para comprar feijão. Mas vi que não podia porque o meu estômago reclamava e torturava-me. Resolvi tomar uma média e comprar um pão. Que efeito surpreendente faz a comida no nosso organismo! Eu que antes de comer via o céu, as árvores, as aves, tudo amarelo, depois que comi, tudo normalizou-se aos meus olhos. A comida no estômago é como combustível nas máquinas. Passei a trabalhar mais depressa.
Meu corpo deixou de pesar. [...] Eu tinha a impressão que eu deslizava no espaço. Comecei a sorrir como se eu estivesse presenciando um lindo espetáculo. E haverá espetáculo mais lindo do que ter o que comer? Parece que eu estava comendo pela primeira vez na minha vida.
JESUS, Carolina Maria de (2007). Quarto de despejo: diário de uma favelada. 9. ed. São Paulo: Ática, p. 45-46.
O trecho apresentado faz referência à obra "Quarto de despejo: diário de uma favelada”, um livro da autora mineira Carolina Maria de Jesus. Nesse diário, uma mulher negra, pobre, com dois anos de estudo formal, relata fatos ocorridos na favela do Canindé, em São Paulo, entre os anos de 1955 e 1959. A escritora faz reflexões sobre os acontecimentos e mostra a realidade social do Brasil de meados do século XX." Tendo em vista a obra e o contexto em que ela é apresentada, analise as proposições:
I. O gênero textual utilizado para a escrita da autora é um gênero que consiste no registro frequente de relatos íntimos de uma pessoa sobre as suas impressões e vivências cotidianas. II. O nome “Quarto de despejo” é uma metáfora criada pela autora ao longo de seus escritos no livro em que despejo é o local onde lixos são jogados. No caso da favela, o lixo se refere às pessoas, aos pobres, que não cabem na cidade e são depositados na favela, como lixos. III. No trecho referido, é possível inferir que a narradora-personagem passou fome, cujo significado é de um Brasil, construído em meio às desigualdades e isso é, nitidamente, notado ao observarmos como se dá a má distribuição de recursos e as possibilidades de acesso à alimentação e o direito à vida em geral.
Em relação aos itens apresentados, é CORRETO o que se afirma em
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