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Foram encontradas 249 questões.

3351426 Ano: 2023
Disciplina: Matemática
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
Sophia pensou em dois números naturais x e y. Sabe-se que apenas uma das quatro afirmativas a seguir é verdadeira. Assinale-a.
 

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3351425 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

TEXTO 6

“As pessoas de uma mesma língua não se comunicam da mesma forma o tempo todo e também não falam sempre do mesmo jeito, os registros são realizados de maneira diferente, pois dependem da situação ou local, das pessoas envolvidas e, por isso, o falante tem sua expressão específica de acordo com a sua realidade” (pág. 228)

BARROS L. F.; TEDESCO, M. T.; NORMANDIA, C. Aspectos da referenciação em textos orais de idosos do sítio urbano do Rio de Janeiro. In Estudos em variação linguística nas línguas românicas. Universidade de Aveiro, Portugal. 2018

Considerando o aspecto semântico do estudo dos conectivos, todas as alternativas apresentam explicações corretas para os termos destacados, EXCETO:
 

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3351424 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

TEXTO 6

“As pessoas de uma mesma língua não se comunicam da mesma forma o tempo todo e também não falam sempre do mesmo jeito, os registros são realizados de maneira diferente, pois dependem da situação ou local, das pessoas envolvidas e, por isso, o falante tem sua expressão específica de acordo com a sua realidade” (pág. 228)

BARROS L. F.; TEDESCO, M. T.; NORMANDIA, C. Aspectos da referenciação em textos orais de idosos do sítio urbano do Rio de Janeiro. In Estudos em variação linguística nas línguas românicas. Universidade de Aveiro, Portugal. 2018

Ao analisar o texto identifica-se como temática central:
 

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3351423 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
TEXTO 4
Círculo de leitura (Rildo Cosson)
Independentemente do formato, o primeiro passo para se montar um círculo de leitura é identificar os participantes e seus interesses de leitura. No caso da sala de aula, o professor deve estar atento, por um lado, aos interesses imediatos dos alunos, e, por outro, ao objetivo de formar leitores literários. O passo seguinte é a seleção das obras, que deve ser negociada conforme os princípios do primeiro passo. O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões. O quarto é a preparação dos leitores, ou seja, é preciso “ensaiar” uma leitura com todos os participantes do grupo para que saibam como devem proceder nas reuniões futuras. Esse passo é fundamental na escola e deve ser bem preparado pelo professor. O quinto passo é o compartilhamento das leituras. Em uma sala de aula, esse compartilhamento acontece quando os alunos, divididos em grupos, discutem o que leram. O sexto é o registro das leituras, que consiste na reflexão, preferencialmente por meio da escrita, sobre a obra que foi lida e o que se aprendeu na discussão do grupo. O sétimo e último passo é a avaliação, normalmente uma reunião dedicada a um balanço do funcionamento do círculo de leitura.
Disponível em: <https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/circulo-de-leitura>. Acesso em 11 out. 2023 (excerto)
No trecho “O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões” a parte destacada pode ser substituída, SEM ALTERAÇÃO DE SENTIDO, pela alternativa:
 

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3351422 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG
TEXTO 4
Círculo de leitura (Rildo Cosson)
Independentemente do formato, o primeiro passo para se montar um círculo de leitura é identificar os participantes e seus interesses de leitura. No caso da sala de aula, o professor deve estar atento, por um lado, aos interesses imediatos dos alunos, e, por outro, ao objetivo de formar leitores literários. O passo seguinte é a seleção das obras, que deve ser negociada conforme os princípios do primeiro passo. O terceiro passo é a elaboração da agenda de leituras e reuniões. O quarto é a preparação dos leitores, ou seja, é preciso “ensaiar” uma leitura com todos os participantes do grupo para que saibam como devem proceder nas reuniões futuras. Esse passo é fundamental na escola e deve ser bem preparado pelo professor. O quinto passo é o compartilhamento das leituras. Em uma sala de aula, esse compartilhamento acontece quando os alunos, divididos em grupos, discutem o que leram. O sexto é o registro das leituras, que consiste na reflexão, preferencialmente por meio da escrita, sobre a obra que foi lida e o que se aprendeu na discussão do grupo. O sétimo e último passo é a avaliação, normalmente uma reunião dedicada a um balanço do funcionamento do círculo de leitura.
Disponível em: <https://www.ceale.fae.ufmg.br/glossarioceale/verbetes/circulo-de-leitura>. Acesso em 11 out. 2023 (excerto)
Ao longo do texto 4 há alguns números ordinais em destaque, que têm como função:
 

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3351421 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

Enunciado 3759506-1

MARCUSCHI, L. A. Produção textual: análise de gêneros e compreensão. São Paulo: Parábola Editorial, 2008. Pág 110

Analise as afirmativas a seguir a respeito dos pronomes como V (verdadeiras) e F (falso):

( ) Esses encontros podem ser realizados (...) - (referência anafórica)

( ) Eles também podem ser promovidos (...) (referência catafórica)

( ) Esses diversos modos de funcionamento de círculos de leitura (...) (referência anafórica)

( ) Esse passo é fundamental na escola (...) (referência catafórica)

Considerando o esquema de referência pronominal apresentado por Marchuschi e baseado na teoria de Halliday, a alternativa que apresenta a classificação CORRETA dos pronomes destacados é:

 

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3351420 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

Enunciado 3759502-1

Disponível em: <https://www.facebook.com/photo/?fbid=675780447919539&set=a.475822997915286>. Acesso em 10 out. 2023

Do ponto de vista da norma culta da língua portuguesa, todas as afirmações estão corretas, EXCETO:
 

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3351419 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

TEXTO 05

Censo da Educação Superior aponta que EAD cresceu 700% em 10 anos; média é de 171 alunos por professor na rede privada

Ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento e afirmou haver necessidade de prezar

pela qualidade


Dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (10), mostram uma explosão da educação a distância (EAD) no Brasil. Segundo as estatísticas, o número de cursos na modalidade ofertados no país aumentou 700% nos últimos 10 anos, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.

O crescimento na oferta de cursos EAD tem sido registrado no país desde os anos 2000. O ritmo de criação de novos cursos aumentou a partir de 2018, impulsionado pela edição de um decreto do então presidente Michel Temer no ano anterior, que flexibilizou a abertura de polos de educação a distância no país. Desde então, houve um crescimento de 189,1% na oferta de cursos nessa modalidade.

Ainda de acordo com o MEC, considerando dados da rede privada, que detém a maior parte das matrículas de Ensino Superior no país, o ensino a distância apresenta uma expressiva quantidade de alunos por professor. Os dados mostram que o número de alunos por professor na EAD é mais de sete vezes maior do que no presencial. A média é de 171 alunos para cada professor nos cursos a distância e 22 estudantes por docente na modalidade presencial.

A análise é feita anualmente pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em instituições de ensino públicas e privadas. Nos últimos anos, o Censo da Educação Superior vem mostrando algumas tendências da etapa como o crescimento da EAD - sobretudo depois da pandemia de covid-19. A edição do ano passado mostrou que seis em cada 10 estudantes ingressaram no Ensino Superior na modalidade EAD. Durante a pandemia, o ensino presencial encolheu 28%.

O ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento vertiginoso da EAD no Brasil. Segundo ele, o MEC vai aprimorar a regulação do setor, implementando novas diretrizes para qualificar os cursos a distância.

— Estou bastante preocupado primeiro com a qualidade desses cursos. Claro que facilita muito a vida do trabalhador, que tem que trabalhar, se deslocar. Temos de avaliar qual tipo de curso ofertado para boa formação do profissional que possa ser a distância — disse Santana.

Segundo o chefe da pasta da Educação, não se trata de "demonizar" o ensino a distancia:

— Ele é importante para facilitar a vida. Mas, quero prezar pela qualidade da oferta desses cursos.

Número de matrículas

O crescimento na quantidade de matrículas a distância é expressivo, passando de 1.113.850 em 2012 para 4.330.934 em 2022, um aumento de 289%. Apesar do aumento, o número de alunos na modalidade presencial ainda é ligeiramente maior do que na EAD: 5.112.663. A tendência de alta na educação a distância, no entanto, indica que esse modelo poderá superar em breve o ensino tradicional.

Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.

Formação de professores

Outro ponto de preocupação do MEC é a formação de professores. Os dados do Censo mostraram que cerca de oito em cada 10 estudantes que entram em cursos de licenciatura optam pela modalidade a distância. Atualmente, 64% das matrículas nesses cursos são por EAD, o que demonstra que a maior parte dos professores de Educação Básica do país estão obtendo sua formação a distância.

— Não tenho dúvidas de que vamos ter desafios enormes em relação principalmente aos cursos de licenciatura — diz Camilo Santana.

O ministro destacou que dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mais recentes mostraram que é preciso melhorar a qualidade dos cursos. Segundo o ministro, nessa perspectiva, o MEC vai reservar 40% das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas.

— Precisamos rever, porque o último Enade já mostrou que todas licenciaturas numa escala de 0 a 10 estão abaixo de 5. Pedagogia tem 3,6 na escala de 0 a 10. E vamos aguardar o dado do novo Enade que será apresentado — explicou.

Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier destacou o papel da EAD na ampliação do acesso de estudantes às universidades. A ABMES é uma das instituições que participa do grupo de trabalho do MEC a respeito da reformulação das regras para o setor.

— EAD é fundamental para democratizar o acesso à educação superior, sem ele nossas taxas não estariam crescendo, mas é necessário sempre que isso seja feito com uma qualidade importante. Conseguimos vencer a batalha da quantidade, agora nos cabe lutar pela qualidade — defendeu Niskier.

Consulta pública debaterá o avanço do EAD

Uma consulta pública será aberta pelo MEC para debater o tema. O Ministério da Educação avalia autorizar que as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia possam ser cursadas a distância (EAD). Conselhos representativos das classes, no entanto, são contrários à medida. Já entidades das instituições de ensino particulares são favoráveis à mudança.

— Nas universidades federais, 34% dos cursos EAD são nota 4 ou 5. Na privada, são 19%. É muito baixo o número de cursos EAD de nota 4 ou 5. Eu determinei realizar uma supervisão especial nos cursos a distância para rever todo o marco regulatório disso. A nossa preocupação não é o fato de ter um curso a distância, mas garantir qualidade nesse curso que está sendo oferecido para formação desse profissional. E é impossível determinados cursos serem feitos a distância nesse país — argumentou o ministro Camilo Santana.


Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/ensino-superior/noticia/2023/10/censo-da-educacao-superior-aponta-que-ead-cresceu700-em-10-anos-media-e-de-171-alunos-por-professor-na-rede-privada-clnkufd2w003301h1vo91unzw.html>. Acesso em: 11 out. 2023

Ao analisar o teor geral do texto e a seguinte afirmação do ministro “Não tenho dúvidas de que vamos ter desafios enormes em relação principalmente aos cursos de licenciatura”, é possível concluir que o ministro demonstra:
 

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3351418 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

TEXTO 05

Censo da Educação Superior aponta que EAD cresceu 700% em 10 anos; média é de 171 alunos por professor na rede privada

Ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento e afirmou haver necessidade de prezar

pela qualidade


Dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (10), mostram uma explosão da educação a distância (EAD) no Brasil. Segundo as estatísticas, o número de cursos na modalidade ofertados no país aumentou 700% nos últimos 10 anos, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.

O crescimento na oferta de cursos EAD tem sido registrado no país desde os anos 2000. O ritmo de criação de novos cursos aumentou a partir de 2018, impulsionado pela edição de um decreto do então presidente Michel Temer no ano anterior, que flexibilizou a abertura de polos de educação a distância no país. Desde então, houve um crescimento de 189,1% na oferta de cursos nessa modalidade.

Ainda de acordo com o MEC, considerando dados da rede privada, que detém a maior parte das matrículas de Ensino Superior no país, o ensino a distância apresenta uma expressiva quantidade de alunos por professor. Os dados mostram que o número de alunos por professor na EAD é mais de sete vezes maior do que no presencial. A média é de 171 alunos para cada professor nos cursos a distância e 22 estudantes por docente na modalidade presencial.

A análise é feita anualmente pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em instituições de ensino públicas e privadas. Nos últimos anos, o Censo da Educação Superior vem mostrando algumas tendências da etapa como o crescimento da EAD - sobretudo depois da pandemia de covid-19. A edição do ano passado mostrou que seis em cada 10 estudantes ingressaram no Ensino Superior na modalidade EAD. Durante a pandemia, o ensino presencial encolheu 28%.

O ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento vertiginoso da EAD no Brasil. Segundo ele, o MEC vai aprimorar a regulação do setor, implementando novas diretrizes para qualificar os cursos a distância.

— Estou bastante preocupado primeiro com a qualidade desses cursos. Claro que facilita muito a vida do trabalhador, que tem que trabalhar, se deslocar. Temos de avaliar qual tipo de curso ofertado para boa formação do profissional que possa ser a distância — disse Santana.

Segundo o chefe da pasta da Educação, não se trata de "demonizar" o ensino a distancia:

— Ele é importante para facilitar a vida. Mas, quero prezar pela qualidade da oferta desses cursos.

Número de matrículas

O crescimento na quantidade de matrículas a distância é expressivo, passando de 1.113.850 em 2012 para 4.330.934 em 2022, um aumento de 289%. Apesar do aumento, o número de alunos na modalidade presencial ainda é ligeiramente maior do que na EAD: 5.112.663. A tendência de alta na educação a distância, no entanto, indica que esse modelo poderá superar em breve o ensino tradicional.

Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.

Formação de professores

Outro ponto de preocupação do MEC é a formação de professores. Os dados do Censo mostraram que cerca de oito em cada 10 estudantes que entram em cursos de licenciatura optam pela modalidade a distância. Atualmente, 64% das matrículas nesses cursos são por EAD, o que demonstra que a maior parte dos professores de Educação Básica do país estão obtendo sua formação a distância.

— Não tenho dúvidas de que vamos ter desafios enormes em relação principalmente aos cursos de licenciatura — diz Camilo Santana.

O ministro destacou que dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mais recentes mostraram que é preciso melhorar a qualidade dos cursos. Segundo o ministro, nessa perspectiva, o MEC vai reservar 40% das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas.

— Precisamos rever, porque o último Enade já mostrou que todas licenciaturas numa escala de 0 a 10 estão abaixo de 5. Pedagogia tem 3,6 na escala de 0 a 10. E vamos aguardar o dado do novo Enade que será apresentado — explicou.

Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier destacou o papel da EAD na ampliação do acesso de estudantes às universidades. A ABMES é uma das instituições que participa do grupo de trabalho do MEC a respeito da reformulação das regras para o setor.

— EAD é fundamental para democratizar o acesso à educação superior, sem ele nossas taxas não estariam crescendo, mas é necessário sempre que isso seja feito com uma qualidade importante. Conseguimos vencer a batalha da quantidade, agora nos cabe lutar pela qualidade — defendeu Niskier.

Consulta pública debaterá o avanço do EAD

Uma consulta pública será aberta pelo MEC para debater o tema. O Ministério da Educação avalia autorizar que as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia possam ser cursadas a distância (EAD). Conselhos representativos das classes, no entanto, são contrários à medida. Já entidades das instituições de ensino particulares são favoráveis à mudança.

— Nas universidades federais, 34% dos cursos EAD são nota 4 ou 5. Na privada, são 19%. É muito baixo o número de cursos EAD de nota 4 ou 5. Eu determinei realizar uma supervisão especial nos cursos a distância para rever todo o marco regulatório disso. A nossa preocupação não é o fato de ter um curso a distância, mas garantir qualidade nesse curso que está sendo oferecido para formação desse profissional. E é impossível determinados cursos serem feitos a distância nesse país — argumentou o ministro Camilo Santana.


Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/ensino-superior/noticia/2023/10/censo-da-educacao-superior-aponta-que-ead-cresceu700-em-10-anos-media-e-de-171-alunos-por-professor-na-rede-privada-clnkufd2w003301h1vo91unzw.html>. Acesso em: 11 out. 2023

“Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.”
Após a análise do trecho pela teoria das funções da linguagem, é CORRETO afirmar que
 

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3351417 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: IBGP
Orgão: Pref. Uberaba-MG

TEXTO 05

Censo da Educação Superior aponta que EAD cresceu 700% em 10 anos; média é de 171 alunos por professor na rede privada

Ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento e afirmou haver necessidade de prezar

pela qualidade


Dados do Censo da Educação Superior divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) nesta terça-feira (10), mostram uma explosão da educação a distância (EAD) no Brasil. Segundo as estatísticas, o número de cursos na modalidade ofertados no país aumentou 700% nos últimos 10 anos, saindo de 1.148 em 2012 para 9.186 no ano passado.

O crescimento na oferta de cursos EAD tem sido registrado no país desde os anos 2000. O ritmo de criação de novos cursos aumentou a partir de 2018, impulsionado pela edição de um decreto do então presidente Michel Temer no ano anterior, que flexibilizou a abertura de polos de educação a distância no país. Desde então, houve um crescimento de 189,1% na oferta de cursos nessa modalidade.

Ainda de acordo com o MEC, considerando dados da rede privada, que detém a maior parte das matrículas de Ensino Superior no país, o ensino a distância apresenta uma expressiva quantidade de alunos por professor. Os dados mostram que o número de alunos por professor na EAD é mais de sete vezes maior do que no presencial. A média é de 171 alunos para cada professor nos cursos a distância e 22 estudantes por docente na modalidade presencial.

A análise é feita anualmente pelo Instituto de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em instituições de ensino públicas e privadas. Nos últimos anos, o Censo da Educação Superior vem mostrando algumas tendências da etapa como o crescimento da EAD - sobretudo depois da pandemia de covid-19. A edição do ano passado mostrou que seis em cada 10 estudantes ingressaram no Ensino Superior na modalidade EAD. Durante a pandemia, o ensino presencial encolheu 28%.

O ministro da Educação, Camilo Santana, demonstrou preocupação com o aumento vertiginoso da EAD no Brasil. Segundo ele, o MEC vai aprimorar a regulação do setor, implementando novas diretrizes para qualificar os cursos a distância.

— Estou bastante preocupado primeiro com a qualidade desses cursos. Claro que facilita muito a vida do trabalhador, que tem que trabalhar, se deslocar. Temos de avaliar qual tipo de curso ofertado para boa formação do profissional que possa ser a distância — disse Santana.

Segundo o chefe da pasta da Educação, não se trata de "demonizar" o ensino a distancia:

— Ele é importante para facilitar a vida. Mas, quero prezar pela qualidade da oferta desses cursos.

Número de matrículas

O crescimento na quantidade de matrículas a distância é expressivo, passando de 1.113.850 em 2012 para 4.330.934 em 2022, um aumento de 289%. Apesar do aumento, o número de alunos na modalidade presencial ainda é ligeiramente maior do que na EAD: 5.112.663. A tendência de alta na educação a distância, no entanto, indica que esse modelo poderá superar em breve o ensino tradicional.

Desde 2019, o número de estudantes que ingressam no Ensino Superior a distância é superior à quantidade de pessoas que entram na modalidade presencial. Em 2022, dado mais recente, foram 3.100.556 novos ingressantes na EAD, um recorde. Enquanto isso, no presencial foram apenas 1.656.172 novos alunos.

Formação de professores

Outro ponto de preocupação do MEC é a formação de professores. Os dados do Censo mostraram que cerca de oito em cada 10 estudantes que entram em cursos de licenciatura optam pela modalidade a distância. Atualmente, 64% das matrículas nesses cursos são por EAD, o que demonstra que a maior parte dos professores de Educação Básica do país estão obtendo sua formação a distância.

— Não tenho dúvidas de que vamos ter desafios enormes em relação principalmente aos cursos de licenciatura — diz Camilo Santana.

O ministro destacou que dados do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) mais recentes mostraram que é preciso melhorar a qualidade dos cursos. Segundo o ministro, nessa perspectiva, o MEC vai reservar 40% das vagas remanescentes do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) para licenciaturas.

— Precisamos rever, porque o último Enade já mostrou que todas licenciaturas numa escala de 0 a 10 estão abaixo de 5. Pedagogia tem 3,6 na escala de 0 a 10. E vamos aguardar o dado do novo Enade que será apresentado — explicou.

Presidente da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES), Celso Niskier destacou o papel da EAD na ampliação do acesso de estudantes às universidades. A ABMES é uma das instituições que participa do grupo de trabalho do MEC a respeito da reformulação das regras para o setor.

— EAD é fundamental para democratizar o acesso à educação superior, sem ele nossas taxas não estariam crescendo, mas é necessário sempre que isso seja feito com uma qualidade importante. Conseguimos vencer a batalha da quantidade, agora nos cabe lutar pela qualidade — defendeu Niskier.

Consulta pública debaterá o avanço do EAD

Uma consulta pública será aberta pelo MEC para debater o tema. O Ministério da Educação avalia autorizar que as graduações em Direito, Enfermagem, Odontologia e Psicologia possam ser cursadas a distância (EAD). Conselhos representativos das classes, no entanto, são contrários à medida. Já entidades das instituições de ensino particulares são favoráveis à mudança.

— Nas universidades federais, 34% dos cursos EAD são nota 4 ou 5. Na privada, são 19%. É muito baixo o número de cursos EAD de nota 4 ou 5. Eu determinei realizar uma supervisão especial nos cursos a distância para rever todo o marco regulatório disso. A nossa preocupação não é o fato de ter um curso a distância, mas garantir qualidade nesse curso que está sendo oferecido para formação desse profissional. E é impossível determinados cursos serem feitos a distância nesse país — argumentou o ministro Camilo Santana.


Disponível em < https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao/ensino-superior/noticia/2023/10/censo-da-educacao-superior-aponta-que-ead-cresceu700-em-10-anos-media-e-de-171-alunos-por-professor-na-rede-privada-clnkufd2w003301h1vo91unzw.html>. Acesso em: 11 out. 2023

No Currículo da Rede Municipal de Ensino de Uberaba, dentro do Campo das práticas de estudo e pesquisa, uma das sugestões didáticas é “selecionar textos científicos, informativos ou outro gênero em estudo e propor questões de compreensão global, de identificação e de sistematização das funções sociocomunicativas do gênero”.
Dessa forma, o trecho “O crescimento na quantidade de matrículas a distância é expressivo, passando de 1.113.850 em 2012 para 4.330.934 em 2022, um aumento de 289%. Apesar do aumento, o número de alunos na modalidade presencial ainda é ligeiramente maior do que na EAD: 5.112.663. A tendência de alta na educação a distância, no entanto, indica que esse modelo poderá superar em breve o ensino tradicional” está analisado CORRETAMENTE, como:
 

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