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Foram encontradas 25 questões.

2498659 Ano: 2014
Disciplina: Estatística
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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Durante uma semana, foram cronometradas as viagens que um ônibus faz diariamente da cidade A para a cidade B, obtendo-se os seguintes resultados (em minutos):
224 – 231 – 239 – 242 – 236 – 245 – 235.
A duração média da viagem de A até B é
 

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2498658 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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Uma pessoa organizou uma agenda de ida ao dentista, ao cardiologista e ao oftalmologista. Em janeiro de 2015, ela foi a todos eles e pretende ir ao dentista, de 4 em 4 meses, ao cardiologista, de 6 em 6 meses, e ao oftalmologista, de 8 em 8 meses. Em que mês e ano essa pessoa irá comparecer, simultaneamente, ao dentista, ao cardiologista e ao oftalmologista?
 

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2498657 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Nesse trecho, “... um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.”, os dois pontos foram usados com o objetivo de
 

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2498656 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Em relação à concordância verbal expressa no trecho “... que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa.”, pode-se afirmar que o autor empregou a seguinte regra:
 

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2498655 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Esses dados são levantados de maneira a levar o leitor a fazer o seguinte questionamento:
 

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2498654 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Os números apresentados na introdução do texto têm o objetivo de
 

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2497324 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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O valor da expressão !$ (\dfrac{1}{6})^2+\sqrt{\dfrac{1}{16}}\times(1-\dfrac{1}{5})^3 !$
 

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2497318 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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Uma mãe tem 32 anos, e seus filhos têm 4, 5 e 7 anos. Daqui a 6 anos, a diferença entre a soma das idades dos três filhos e a idade da mãe será de
 

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2497301 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou(a) que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200.(b) Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande(c): 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto(d).
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Assinale a afirmativa em que a vírgula foi empregada devido ao fato de o adjunto adverbial estar anteposto ao verbo.
 

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2493859 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Unaí-MG
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POR QUE GOSTAMOS MAIS DE PETS DO QUE DE OUTRAS PESSOAS?
No fim de 2013, uma pesquisa feita pelo Ibope com mais de 10 mil pessoas revelou que 80% dos internautas brasileiros têm um animal de estimação em casa. Mais da metade dos entrevistados têm um cachorro, dos quais 28% são vira-latas.
O que mais chama atenção na pesquisa é o quanto é gasto por mês com os animais: 46% gastam mais de R$ 75 com os pets, com a média de gasto mensal de cerca de R$ 100. Ou seja, anualmente um cachorrinho pode custar pelo menos R$ 1.200. Banho toda semana não é pra todos, mas ainda assim o número é grande: 52% dos animais tomam banho pelo menos uma vez por quinzena. Todos esses números provam o óbvio: os animais de estimação fazem parte da nossa vida. Mas gostamos mais deles do que dos nossos próprios semelhantes?
Existem muitos exemplos nos Estados Unidos de cachorros mortos por policiais em apreensões de seus donos. Segundo o FBI, nos EUA, cerca de 400 civis são mortos por ano em confrontos com a polícia, já com cães o número é indefinido pela agência. Em uma contagem feita por Merrit Clifton, do site Animals 24-7, de 300 a 500 cães morrem por ano em ocorrências policiais. Para muitas pessoas imaginar um pobre cachorrinho levando um tiro indigna muito mais do que um ser humano na mesma situação. Acha a citação absurda?
Dois sociólogos da Universidade de Northeastern corroboram a ideia do último parágrafo quando dizem que “as pessoas ficam mais chateadas com as notícias de abuso de animais do que com ataques dirigidos a seres humanos”. Os pesquisadores Arnold Arluke e Jack Levin fizeram uma série de estudos dessa relação fraterna entre humanos e animais, e os resultados são assustadores.
Um dos estudos consistia em mostrar manchetes de um falso assassinato no campus da universidade aos estudantes. Arluke e Levin faziam um rodízio sobre as vítimas: um filhote de cachorro, um cachorro adulto, um bebê humano e um homem adulto.
A história em que a vítima era um ser humano adulto suscitou, de longe, os menores índices de estresse emocional nos estudantes. Uma pontinha de esperança surge quando o "vencedor" é anunciado: o bebê humano. No entanto, o filhote de cachorro leva o segundo lugar, seguido de perto do cão adulto. Arluke e Levin concluem que a importância emocional varia de acordo com o nível de opressão: quanto mais indefesos e desprotegidos, mais dó sentimos.
Em outro experimento, psicólogos da Universidade Georgia perguntaram para 573 pessoas quem elas salvariam em um cenário hipotético que dava chance de apenas um indivíduo sobreviver: cão ou humano.
Segundo os pesquisadores, dois fatores são levados em conta nesse momento de decisão. Primeiro: quem é a pessoa em perigo. Um desconhecido perderia a vida por um cachorro. Segundo: quem é o cão em perigo. 40% dos entrevistados salvariam seu animal de estimação ao invés de um turista estrangeiro.
Ao que parece, a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase do filósofo ambiental Chris Diehm: "o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos."
Fonte: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2015/04/por-que-gostamos-mais-de-pets-do-que-de-outras-pessoas.html
Acesso em 6 mai. 2015.
Com base nos resultados das pesquisas, o autor finaliza afirmando que a maioria das pessoas vive de acordo com a célebre frase: “o paradoxo dos gatos em nossas casas e vacas em nossos pratos”. Pode-se inferir que ele conclui:
 

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