Foram encontradas 30 questões.
O livro “Ensino Híbrido: Personalização e Tecnologia na
Educação” de Lilian Bacich e José Moran discute a
combinação de métodos de ensino online e offline.
Segundo Bacich e Moran, qual é uma das principais
vantagens do ensino híbrido?
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As Tecnologias da Informação e Comunicação têm um
papel cada vez mais importante na educação. O uso das
TICs no meio escolar pode ser uma ferramenta poderosa
para melhorar o ensino e a aprendizagem. Contudo, a
integração das TICs ao currículo escolar se apresenta ao
mesmo tempo como desafio e oportunidade para avançar
os métodos e didática na educação. Considerando isso,
como as TICs podem ser integradas ao currículo escolar?
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Observando o texto a seguir responda:
“Como a educação inclusiva tem avançado no Brasil”
“A maioria dos brasileiros concorda que a educação inclusiva é um caminho positivo para buscar equidade e qualidade na educação, como apontou a pesquisa “O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva”, encomendada pelo Instituto Alana e realizada pelo Datafolha em julho deste ano.
Foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos e colhidas informações de mais de 7.000 brasileiros, de 130 municípios. Segundo os dados, 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir pessoas com deficiência. Para 76%, crianças com deficiência aprendem mais quando estudam com crianças sem deficiência.
Entre os que convivem com pessoas com deficiência na escola, a atitude é ainda mais favorável: 93% concordam que as escolas se tornam melhores quando há inclusão.”
(Fonte: https://educacaointegral.org.br/reportagens/educacaoinclusiva-no-brasil/).
A reportagem destaca o avanço da educação inclusiva no Brasil e a percepção positiva da população sobre a inclusão nas escolas. Explorando a compreensão sobre o assunto e considerando o que a LDB preconiza sobre a educação inclusiva a melhor opção que descreve a percepção da população brasileira sobre a educação inclusiva é a de que:
“Como a educação inclusiva tem avançado no Brasil”
“A maioria dos brasileiros concorda que a educação inclusiva é um caminho positivo para buscar equidade e qualidade na educação, como apontou a pesquisa “O que a população brasileira pensa sobre educação inclusiva”, encomendada pelo Instituto Alana e realizada pelo Datafolha em julho deste ano.
Foram entrevistadas 2.074 pessoas acima de 16 anos e colhidas informações de mais de 7.000 brasileiros, de 130 municípios. Segundo os dados, 86% acreditam que as escolas se tornam melhores ao incluir pessoas com deficiência. Para 76%, crianças com deficiência aprendem mais quando estudam com crianças sem deficiência.
Entre os que convivem com pessoas com deficiência na escola, a atitude é ainda mais favorável: 93% concordam que as escolas se tornam melhores quando há inclusão.”
(Fonte: https://educacaointegral.org.br/reportagens/educacaoinclusiva-no-brasil/).
A reportagem destaca o avanço da educação inclusiva no Brasil e a percepção positiva da população sobre a inclusão nas escolas. Explorando a compreensão sobre o assunto e considerando o que a LDB preconiza sobre a educação inclusiva a melhor opção que descreve a percepção da população brasileira sobre a educação inclusiva é a de que:
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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) é
um marco na educação de jovens e adultos, pois ela
reconhece a educação como um direito de todos,
independentemente da idade, classe social e ou histórico
de vida. Isso amplia horizontes para diversas pessoas que
por algum motivo durante sua trajetória de vida teve de
abandonar os estudos quando adolescente. Conforme
preconiza a LDB, qual das seguintes afirmações é
verdadeira sobre a Educação de Jovens e Adultos?
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As manchetes jornalísticas a seguir refletem um retrato
social sobre a situação da profissão e carreira dos
professores no Brasil.
“O Brasil pode enfrentar um ‘apagão de professores’ em 2040, de acordo com uma pesquisa. O desinteresse dos jovens pelas carreiras de licenciatura, o envelhecimento do corpo docente e o abandono da profissão contribuem para que, em menos de duas décadas, faltem 235 mil professores na educação básica”.
(Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2022/09/29/brasil-podeenfrentar-apagao-de-professores-em-2040-diz-pesquisa.ghtml).
“A falta de mão de obra qualificada está piorando no Brasil, e o país é o nono com mais falta de mão de obra qualificada em 2022, dentre 40 países e territórios. No Brasil, 81% dos empregadores disseram enfrentar dificuldade para encontrar trabalhadores com a qualificação necessária”.
(Fonte: https://economia.uol.com.br/empregos-ecarreiras/noticias/redacao/2022/06/20/falta-mao-de-obraqualificada-brasil-manpowergroup.htm).
A formação de professores é um aspecto importante da educação e o incentivo é crucial para que não aconteça o que se prevê nessas reportagens. A respeito disso, a LDB:
“O Brasil pode enfrentar um ‘apagão de professores’ em 2040, de acordo com uma pesquisa. O desinteresse dos jovens pelas carreiras de licenciatura, o envelhecimento do corpo docente e o abandono da profissão contribuem para que, em menos de duas décadas, faltem 235 mil professores na educação básica”.
(Fonte: https://g1.globo.com/educacao/noticia/2022/09/29/brasil-podeenfrentar-apagao-de-professores-em-2040-diz-pesquisa.ghtml).
“A falta de mão de obra qualificada está piorando no Brasil, e o país é o nono com mais falta de mão de obra qualificada em 2022, dentre 40 países e territórios. No Brasil, 81% dos empregadores disseram enfrentar dificuldade para encontrar trabalhadores com a qualificação necessária”.
(Fonte: https://economia.uol.com.br/empregos-ecarreiras/noticias/redacao/2022/06/20/falta-mao-de-obraqualificada-brasil-manpowergroup.htm).
A formação de professores é um aspecto importante da educação e o incentivo é crucial para que não aconteça o que se prevê nessas reportagens. A respeito disso, a LDB:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
(Fonte: http://apugssind.com.br/wp-content/uploads/2017/05/chargecongresso.jpg).
A charge apresentada mantém relação intertextual com o texto de Aldo Paviani, o que pode ser comprovado, principalmente, pela alternativa:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
Assinale a alternativa em que o referente do pronome destacado está corretamente indicado entre parênteses.
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
A inserção de vírgulas após “trabalhadores” e antes de “e”, acarretaria:
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
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As cidades que nos abrigam
Historicamente, se registra que a humanidade preferiu construir cidades litorâneas, do que resulta inúmeros centros urbanos
próximo aos oceanos, mares e em estuários de rios importantes, muitos com portos movimentados, importantes. Por vezes,
as cidades eram fortificadas para conter possíveis ataques por mar. Isso não evitou grandes batalhas entre povos inimigos,
e o vencedor poderia se dar ao desfrute de paz durante anos. Mas como os romanos criaram o mote, "si vis pacem para
bellum", ou "se quer a paz, prepara-te para a guerra", com isso, a humanidade viveu tranquilamente por anos e séculos.
Atualmente, há conflitos locais e uma preocupação enorme de que essas contendas possam se ampliar regionalmente, ou
pior, que sejam usadas armas nucleares, conforme noticia a mídia televisada e escrita. O risco de guerra deixa de ser local
ou regional e passa a ser mundial pela amplitude dos danos que poderiam ocasionar. Há temor quanto a essa possibilidade,
o que restringe os donos dos botões vermelhos para conter essa insânia desumana incomparável de uso de armamento
nuclear.
Afastado o perigo de hecatombe — que pouco tem a ver com o meio urbano, objeto deste escrito, e, sim, com políticas
nacionais ou continentais —, as cidades em geral estão em seu cotidiano com seus habitantes e o meio urbano sentindo-se
à vontade em suas atividades diárias. Com isso, entende-se que se alargam os territórios das cidades ou adensam seu espaço
urbanizado, sobretudo nas áreas centrais. No caso de Brasília, alguns argumentam que o Plano Piloto não pode ficar
"engessado". Traduzindo, o mercado imobiliário deseja construir empregando outra tipologia de edifícios, mais altos. O que
não se entende é ter edifícios fora do padrão vigente no Plano Piloto.
Todavia, há em Brasília favelas, como Pôr do Sol e Sol Nascente, em que não há infraestrutura, são carentes de atenção por
parte dos governadores do DF e de Goiás. As favelas deveriam receber mais atenção das autoridades porque sua população
está submetida à falta de infraestruturas básicas, não contam com água tratada e o esgoto está a céu aberto. Por isso, o
favelamento deve acabar ou receber água tratada e esgotamento sanitário, com o que se findarão as epidemias em que as
vítimas são crianças e idosos. Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres,
sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros
pontos da cidade.
No DF, é desejável que os agentes imobiliários procurem outros espaços para construir, que não destruam o que foi imaginado
para o Plano Piloto e para o DF desde os primórdios. Uma cidade deve ser mostrada como um espaço em que não haja
edificações fora dos padrões urbanísticos, como Águas Claras. Essa região administrativa (RA) serve de exemplo de espaço
repleto de edificações com muitos andares e onde o setor imobiliário esteve intensamente presente. Águas Claras é o núcleo
urbano que difere das demais RAs. Nestas, há restrições para edificações elevadas.
Nos anos de 1960, outros países se interessaram no que foi feito na capital federal, sobretudo no que diz respeito à
urbanização. Alguns preciosistas podem levantar a preocupação de que, em seus 5.800 quilômetros quadrados, o DF se
consolidou com uma espacialização alargada e pouco recomendável. Todavia, com o passar dos anos verificou-se que cada
núcleo urbano (RA) se organizou internamente de forma a evitar que seus respectivos habitantes tivessem que percorrer
grandes distâncias para obter bens e serviços. Todos esses núcleos organizaram-se de modo a contar com os necessários
equipamentos e instituições para servir seus habitantes.
Os serviços do alto poder Judiciário, do Executivo e do Legislativo federais são encontrados apenas no Plano Piloto, e isso
não haverá de se modificar porque foi assim que o núcleo histórico se estruturou e consolidou, devendo permanecer assim
por décadas à frente. Nada impede, todavia, que os demais núcleos urbanos desenvolvam atividades e organizem serviços
voltados para as pessoas próximas em termos de comércio e pequenas indústrias, não poluentes ambientais.
Outros argumentarão que o território como está organizado exige deslocamentos diários dos trabalhadores que exercem
atividades em outras localidades e dos que buscam serviços fora de seu local de moradia. Isso se acomodará, pois os
ajustamentos urbanos realizados no DF nessas seis décadas podem se assemelhar aos de outras cidades brasileiras.
Nelas, há intensos deslocamentos dos trabalhadores da periferia para o centro nas primeiras horas da manhã e, em sentido
contrário, ao fim do dia. Essa mobilidade ininterrupta é uma das características das grandes cidades que nos acolhem.
(Fonte: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. In: PAVIANI, Aldo. As cidades que nos abrigam. [S. l.], 11 abr. 2024. Disponível em:
https://www.correiobraziliense.com.br/opiniao/2024/04/6835502-artigo-as-cidades-que-nos-abrigam.html).
“Sem favelas, haveria cidades em que a população está se ocupando em seus afazeres, sobretudo se tiver onde trabalhar e linhas de ônibus para os deslocamentos para o trabalho ou buscar serviços em outros pontos da cidade”.
Desprezando-se o sentido obtido, assinale a única alternativa em que a reescrita do trecho apresentado NÃO respeita os preceitos da norma culta para a concordância verbal.
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