Foram encontradas 199 questões.
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Compreende as fases da armazenagem dos materiais no Almoxarifado, exceto:
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO
Leia o texto abaixo para responder a questão.
Uruana, situada às margens do Rio Uru, foi fundada em 1938, no local onde um ano antes foi levantado um cruzeiro, por José Alves de Toledo.
A região, de terras férteis e matas frondosas, constituía estímulo para a agricultura. Atendendo a convite do fundador, vieram de Minas Gerais, Bahia e de várias regiões do Estado de Goiás, famílias para colonizar o lugar.
Em 20 de janeiro de 1940, José Alves de Toledo, depois de construir uma ponte sobre o Rio Uru, para facilitar o escoamento da produção, fez doação de alqueires de terras de sua fazenda à Arquidiocese de Goiás para a formação do patrimônio.
Com a construção da rodovia federal para a Colônia, o povoado de Uruana recebeu os benefícios dessa importante via de transporte, tornando-se líder na marcha para o Oeste, com alta produção de cereais e expressivo rebanho bovino.
Disponível em http://www.ibge.com.br/cidadesat/painel/historico.
php?lang=&codmun=522170&search=goias|uruana|infograficos:-historico >. Acesso em 19/05/2015.
Em que ano o povoado de Uruana foi elevado à categoria de distrito?
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Itame
Orgão: Pref. Uruana-GO

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Não condiz com um bom atendimento ao público:
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Medo e preconceito
Lya Luft
O tema é espinhoso. Todos somos por ele atingidos de uma forma ou de outra, como autores ou como objetos dele. O preconceito nasce do medo, sua raiz cultural, psíquica, antropológica está nos tempos mais primitivos – por isso é uma postura primitiva -, em que todo diferente era um provável inimigo. Precisávamos atacar antes que ele nos destruísse. Assim, se de um lado aniquilava, de outro esse medo nos protegia – a perpetuação da espécie era o impulso primeiro.
Hoje, quando de trogloditas passamos a ditos civilizados, o medo se revela no preconceito e continua atacando, mas não para nossa sobrevivência natural; para expressar nossa inferioridade assustada, vestida de arrogância. Que mata sob muitas formas, em guerras frequentes, por questões de raça, crença e outras, e na agressão as pessoas vitimadas pela calúnia, injustiça, isolamento e desonra. Às vezes, por um gesto fatal.
Que medo é esse que nos mostra tão destrutivos? Talvez a ideia de que "ele é diferente, pode me ameaçar", estimulada pela inata maldade do nosso lado de sombra (ele existe, sim).
Nossa agressividade de animais predadores se oculta sob uma camada de civilização, mas está à espreita – e explode num insulto, na perseguição a um adversário que enxovalhamos porque não podemos vencê-lo com honra, ou numa bala nada perdida. Nessa guerra ou guerrilha usamos muitas armas: uma delas, poderosa e sutil, é a palavra.
Paradoxais são as palavras, que podem ser carícias ou punhais. Minha profissão lida com elas, que desde sempre me encantam e me assombram: houve um tempo, recente, em que não podíamos usar a palavra ―negro". Tinha de ser ―afrodescendente", ou cometíamos um crime. Ora, ao mesmo tempo havia uma banda Raça Negra, congressos de Negritude… e afinal descobrimos que, em lugar de evitar a palavra, podíamos honrá-la.
Lembremos que termos usados para agredir também podem ser expressões de afeto. ―Meu nego‖, ―minha neguinha‖, podem chamar uma pessoa amada, ainda que loura. ―Gordo‖, tanto usado para bullying, frequentemente é o apelido carinhoso de um amigo, que assim vai assinar bilhetes a pessoas queridas. Ao mesmo tempo, palavras como ―judeu, turco, alemão‖ carregam, mais do que ignorância, um odioso preconceito.
De momento está em evidência a agressão racial em campos esportivos: "negro", "macaco" e outros termos, usados como chibata para massacrar alguém, revelam nosso lado pior, que em outras circunstâncias gostaríamos de disfarçar – a grosseria, e a nossa própria inferioridade. Nesses casos, como em agressões devidas à orientação sexual, a atitude é crime, e precisamos da lei.
No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical. Me perdoem os seguidores da ideia de que até na escola devemos eliminar punições, a teoria do "sem limites". Não vale a desculpa habitual de "não foi com má intenção, foi no calor da hora, não deem importância". Temos de nos importar, sim, e de cuidar da nossa turma, grupo, comunidade, equipe ou país. Algumas doenças precisam de remédios fortes: preconceito é uma delas.
"Isso não tem jeito mesmo", me dizem também. Acho que tem. É possível conviver de forma honrada com o diferente: minha família, de imigrantes alemães aqui chegados há quase 200 anos, hoje inclui italianos, negros, libaneses, portugueses. Não nos ocorreria amar ou respeitar a uns menos do que a outros: somos todos da velha raça humana. Isso ocorre em incontáveis famílias, grupos, povos. Porque são especiais? Não. Simplesmente entenderam que as diferenças podem enriquecer.
Num país que sofre de tamanhas carências em coisas essenciais, não devíamos ter energia e tempo para perseguir o outro, causando-lhe sofrimento e vexame, por suas ideias, pela cor de sua pele, formato dos olhos, deuses que venera ou pessoa que ama.
Nossa energia precisa se devotar a mudanças importantes que o povo reclama. Nestes tempos de perseguição, calúnia, impunidade e desculpas tolas, só o rigor da lei pode nos impedir de recair rapidamente na velha selvageria. Mudar é preciso.
Disponível em: http://veja.abril.com.br
/blog/ricardo-setti/tema-livre/lya-luft-medo-e-preconceito.Acesso em 10 de abril de 2015.
Na oração: "No país da impunidade, necessitamos de punição imediata, severa e radical." O período se classifica como:
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75% dos funcionários são homens;
40% dos homens são solteiros;
20% das mulheres são solteiras.Provas
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