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Foram encontradas 714 questões.

1400468 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
A inflamação é uma resposta do tecido à agressão, com o envolvimento de vasos sanguíneos, componentes do sangue e células locais que se concentram para destruir os agentes agressores e propiciar a recuperação. Qual das afirmativas abaixo apresenta relação INCORRETA entre o sinal/sintoma da inflamação e o mecanismo fisiológico que o causa?
 

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1400444 Ano: 2014
Disciplina: Terapia Ocupacional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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O significado de uma equipe multiprofissional compõe-se, principalmente, de objetivos comuns por parte de todos os profissionais e/ou auxiliares integrantes. O desempenho de uma equipe multiprofissional poderá ser eficaz ou não, dependendo dos objetivos planejados. Sobre o trabalho de uma equipe multiprofissional, marque a alternativa INCORRETA.
 

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1400280 Ano: 2014
Disciplina: Farmácia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Alcaloides é uma substância de caráter básico, muito presente em plantas. Observe a estrutura abaixo:
Enunciado 1400280-1
Qual das alternativas abaixo apresenta o nome correto do alcaloide representado na estrutura acima?
 

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1400269 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Leia atentamente o texto para responder a questão.
A maior ironia.
[...] Multidões consumistas ululando nas portas e corredores de gigantescos shoppings, países inteiros saindo da obscuridade – não pela democracia, mas para participar da orgia de aquisições, e entrar na modernidade.
Em algumas coisas sou pessimista: essa é uma delas. Mas acredito que os que ainda quiserem pensar, estudar, descobrir, inventar, pintar, dançar, cantar ou escrever vão viver numa espécie de ilha. Talvez em universidades tradicionais ou ultra-adiantadas, ou no aconchego de bibliotecas em casa, praticamente todas de e-books ou recursos com que nem sonhamos, exigindo pouco espaço.
Já existem, em países adiantados, intelectuais, pensadores, pesquisadores, cientistas pagos simplesmente para pensar. Criar, inventar, descobrir. Um deles, meu conhecido, cujo hobby é tocar piano, conseguiu, sem ter de pedir, uma sala enorme à prova de som, para tocar altas horas ou de dia, sem incomodar vizinhos.
As atuais agitações em países do Oriente me fizeram pensar que a filosofia (os gregos) foi substituída pela religião, a religião pelas ideologias, e as ideologias, atualmente, pelo consumismo. Não sou contra consumir, gosto do meu celular eficiente e relativamente moderno, embora saiba que em poucas semanas, ou dias, ele estará ultrapassado. Isso não me incomoda. Não me deixa ansiosa por trocar este por outro, que em pouco tempo também deverá ser substituído, numa compulsão idiota. Não gosto é dessa compulsão idiota. Meu computador e meu notebook são atualizados e eficientes, mas não me importa que em algumas semanas estejam superados, desde que funcionem bem.
Gosto de poder trocar de carro quando o outro bate biela (não sei o que é biela, mas ouvi falar). Porém, nem posso nem desejo estar sempre com o último modelo, ou o mais luxuoso. Diante da miséria de meu país, acho que isso me envergonharia, como caríssimas joias e bolsas ou roupas de grife. Vivo uma busca de simplicidade, que ajuda bastante a viver curtindo mais e melhor as coisas boas que existem no meio do horror. Podem ser simplíssimas, como um livro interessante, um Mozart profundo, as crianças que correm no jardim de uma casinha que temos na montanha. Um casal de guaxinins fez seu ninho embaixo da varanda, nosso novo encantamento. Se a gente não consegue coisas desse tipo, a vida fica pesada demais. Corrida demais. Relógios demais, compromissos demais, bebida, comida, contas demais, e de repente a velha prostituta que chamamos Morte revira seus olhos sinistros de gato, limpa os bigodes e prepara o bote.
E nós, onde estamos? Em casa, na cama, na loja, no bar, na praia, na multidão enlouquecida, na solidão do hospital – ou rodeados de alguns afetos essenciais? Ou sozinhos, mas apaziguados? Ou em alguma ilha, que pode ser de artistas ou pensadores dignamente valorizados, ou no minúsculo escritório, ou quarto, em casa, sentindo o contentamento de alguns momentos bons, ou simplesmente refletindo, contemplando?
Vamos ter "aproveitado" a vida, coisa que se aconselha aos jovens desde o tempo de minhas avós – aos rapazes naturalmente, naqueles tempos de moças recatadíssimas –, vamos continuar infantilizados, ou vamos melhorar um pouco como seres humanos? Ou isso tudo não nos interessa nadinha (o que é mais provável)?
O que vai ser, o que vamos sentir, alegria ou tormento, ansiedade inútil ou trabalho de crescimento pessoal, e como vamos enfrentar as unhas afiadas daquela velha dama de gélidos olhos? Quase sempre depende de nós, que giramos feito baratas tontas em busca da última novidade, do mais moderno acessório, da mais louca diversão. E essa é a maior ironia.
(LUFT, Lia, A maior ironia. Revista Veja, p. 22, 16 de fevereiro de 2011.)
Considere o trecho: “Multidões consumistas ululando nas portas e corredores de gigantescos shoppings, países inteiros saindo da obscuridade...” O termo negritado, nesse trecho, pode ser substituído sem alteração de sentido por:
 

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1400260 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Leia atentamente o texto para responder a questão.
A maior ironia.
[...] Multidões consumistas ululando nas portas e corredores de gigantescos shoppings, países inteiros saindo da obscuridade – não pela democracia, mas para participar da orgia de aquisições, e entrar na modernidade.
Em algumas coisas sou pessimista: essa é uma delas. Mas acredito que os que ainda quiserem pensar, estudar, descobrir, inventar, pintar, dançar, cantar ou escrever vão viver numa espécie de ilha. Talvez em universidades tradicionais ou ultra-adiantadas, ou no aconchego de bibliotecas em casa, praticamente todas de e-books ou recursos com que nem sonhamos, exigindo pouco espaço.
Já existem, em países adiantados, intelectuais, pensadores, pesquisadores, cientistas pagos simplesmente para pensar. Criar, inventar, descobrir. Um deles, meu conhecido, cujo hobby é tocar piano, conseguiu, sem ter de pedir, uma sala enorme à prova de som, para tocar altas horas ou de dia, sem incomodar vizinhos.
As atuais agitações em países do Oriente me fizeram pensar que a filosofia (os gregos) foi substituída pela religião, a religião pelas ideologias, e as ideologias, atualmente, pelo consumismo. Não sou contra consumir, gosto do meu celular eficiente e relativamente moderno, embora saiba que em poucas semanas, ou dias, ele estará ultrapassado. Isso não me incomoda. Não me deixa ansiosa por trocar este por outro, que em pouco tempo também deverá ser substituído, numa compulsão idiota. Não gosto é dessa compulsão idiota. Meu computador e meu notebook são atualizados e eficientes, mas não me importa que em algumas semanas estejam superados, desde que funcionem bem.
Gosto de poder trocar de carro quando o outro bate biela (não sei o que é biela, mas ouvi falar). Porém, nem posso nem desejo estar sempre com o último modelo, ou o mais luxuoso\( ^{(c} \). Diante da miséria de meu país, acho que isso me envergonharia, como caríssimas joias e bolsas ou roupas de grife. Vivo uma busca de simplicidade, que ajuda bastante a viver curtindo mais e melhor as coisas boas que existem no meio do horror. Podem ser simplíssimas, como um livro interessante, um Mozart profundo, as crianças que correm no jardim de uma casinha que temos na montanha. Um casal de guaxinins fez seu ninho embaixo da varanda, nosso novo encantamento. Se a gente não consegue coisas desse tipo, a vida fica pesada demais. Corrida demais. Relógios demais, compromissos demais, bebida, comida, contas demais, e de repente a velha prostituta que chamamos Morte revira seus olhos sinistros de gato, limpa os bigodes e prepara o bote\( ^{(d} \).
E nós, onde estamos? Em casa, na cama, na loja, no bar, na praia, na multidão enlouquecida, na solidão do hospital – ou rodeados de alguns afetos essenciais? Ou sozinhos, mas apaziguados? Ou em alguma ilha, que pode ser de artistas ou pensadores dignamente valorizados, ou no minúsculo escritório, ou quarto, em casa, sentindo o contentamento de alguns momentos bons, ou simplesmente refletindo, contemplando?
Vamos ter "aproveitado" a vida, coisa que se aconselha aos jovens desde o tempo de minhas avós – aos rapazes naturalmente, naqueles tempos de moças recatadíssimas –, vamos continuar infantilizados, ou vamos melhorar um pouco como seres humanos? Ou isso tudo não nos interessa nadinha (o que é mais provável)?
O que vai ser, o que vamos sentir, alegria ou tormento, ansiedade inútil ou trabalho de crescimento pessoal, e como vamos enfrentar as unhas afiadas daquela velha dama de gélidos olhos?\( ^{(a} \) Quase sempre depende de nós, que giramos feito baratas tontas em busca da última novidade, do mais moderno acessório, da mais louca diversão\( ^{(b} \). E essa é a maior ironia.
(LUFT, Lia, A maior ironia. Revista Veja, p. 22, 16 de fevereiro de 2011.)
Em todas as alternativas, verifica-se o uso da linguagem figurada, EXCETO em
 

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1400176 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Em seu livro Avaliação: da Excelência à Regulação das Aprendizagens: entre Duas Lógicas, Fhilippe Perrenoud, falando sobre fracasso escolar afirma que: “Normalmente, define-se o fracasso escolar como a simples consequência de dificuldades de aprendizagem e como a expressão de uma falta "objetiva" de conhecimentos e de competência. Essa visão, que "naturaliza" o fracasso, impede a compreensão do que ele resulta de formas e de normas de excelência instituídas pela escola, cuja execução local revela algumas arbitrariedades, entre as quais a definição do nível de exigência, do qual depende o limiar que separa aqueles que têm êxito daqueles que não o têm.” Com essa afirmação, o autor pretende:
 

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1400042 Ano: 2014
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Podem ser manifestações da pericardite constritiva, EXCETO
 

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1399957 Ano: 2014
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
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Quantos centímetros Mário mede a mais que Luís?
Enunciado 1399957-1
 

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1399896 Ano: 2014
Disciplina: Enfermagem
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Os artigos utilizados nos serviços de saúde são classificados em três categorias (críticos, semicríticos e não críticos), conforme o grau de risco de provocar infecção nos pacientes (BRASIL, 2003). Marque a alternativa na qual está INCORRETA a relação entre categoria, conceito e processo de descontaminação indicado.
 

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1399884 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Várzea Palma-MG
Em um de seus textos, tratando da relação professor/aluno/conhecimento, Moacir Gadotti afirma: “O educador para pôr em prática o diálogo, não deve colocar-se na posição de detentor do saber, deve antes, colocar-se na posição de quem não sabe tudo, reconhecendo que mesmo um analfabeto é portador do conhecimento mais importante: o da vida.” Segundo essa perspectiva, o professor deve estar convicto de que
 

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