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Foram encontradas 60 questões.

2713632 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Sobre a Semana de Arte Moderna de 1922, assinale V, se verdadeiro, ou F, se falso, nas assertivas abaixo.

( ) Em 1917, a exposição de Anita Malfatti em São Paulo teve grande repercussão. Monteiro Lobato escreveu um forte artigo, no qual atacava a arte moderna.

( ) Os organizadores da Semana de 1922 tinham apenas um objetivo com o evento: enfatizar os princípios da arte moderna.

( ) Os principais participantes na música e nas artes plásticas foram: Anita Malfatti, Di Cavalcanti, Villa-Lobos e Menotti del Picchia.

( ) Na literatura, os principais nomes foram: Mário de Andrade, Oswald de Andrade, Graça Aranha, entre outros.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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2713631 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Considerando as inovações técnicas que surgiram durante o Modernismo, analise as assertivas a seguir:

I. Uma das inovações técnicas apresentadas no movimento foi a destruição de nexos. Logo, a poesia moderna torna-se mais solta.

II. É utilizada a separação dos diferentes pontos de vista. Dessa forma, a narração ocorre em primeira ou terceira pessoa, sem a mistura de diferentes narradores.

III. Os sinais de pontuação têm destaque na produção literária. O escritor passa a valorizar ainda mais as regras gramaticais.

IV. O uso da paronomásia ganha destaque nas produções criadas no período.

Quais estão INCORRETAS?

 

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2713630 Ano: 2022
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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São características do movimento literário denominado Modernismo, EXCETO:

 

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2713629 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Ser moderno

Em 1922, um grupo de artistas ligados ........ elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos ........ entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar ......... ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube ......... outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem. .por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas das linhas em destaque,.

 

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2713628 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Ser moderno

Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recémI) alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativaII) se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantementeIII) moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Analise as afirmações abaixo a respeito das palavras destacadas e das expressões no texto:

I. A palavra “recém”, é um advérbio de tempo.

II. A expressão “essa iniciativa” refere-se ao movimento denominado Semana de Arte Moderna.

III. A expressão “pujantemente”, refere-se à palavra “século”.

Quais estão corretas?

 

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2713627 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Ser moderno

Em 1922I), um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamosII) a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiramIII) com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o BrasilIV) em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Analise a classificação dos seguintes termos retirados do texto:

I. A expressão “Em 1922” é um adjunto adverbial.

II. O sujeito do verbo “começamos” é indeterminado.

III. O verbo “existiram” é transitivo indireto.

IV. Conforme destaque no texto “o Brasil” representa um objeto direto.

Quais estão corretas?

 

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2713626 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Ser moderno

Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Analise o trecho a seguir retirado do texto:

“O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu”.

Se a palavra “sociedade” fosse flexionada no plural, quantas outras palavras precisariam ser modificadas para garantir a correta concordância verbo-nominal?

 

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2713625 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Ser moderno

Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Observe as assertivas abaixo a respeito da seguinte frase retirada do texto, porém adaptada: “O Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais”.

I. É possível classificar o trecho como uma frase verbal, uma oração e um período simples.

II. O verbo “teve” é um verbo transitivo direto, pois apresenta um complemento verbal que não inicia por preposição.

III. O trecho possui dois adjuntos adverbiais.

IV. O predicado é nominal.

Quais estão corretas?

 

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2713624 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Os vocábulos “questionável”, “partícipes” e “expoentes” podem ser substituídos, respectivamente, sem alteração de sentido ou de outras palavras nas frases, por:

 

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2713623 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Viamão-RS
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Em 1922, um grupo de artistas ligados à elite de uma São Paulo recém alçada de vila a metrópole criou um evento que entrou para a história como um dos maiores fracassos da sua época: a Semana de Arte Moderna. O tempo passou e começamos a entender o quão disruptiva essa iniciativa se tornou. A celebração dos cem anos deveria versar sobre a criativa e inovadora arte brasileira criada desde então. Uma arte transgressora, influenciada por muitas origens que revelam uma identidade que, essencialmente, significa diversidade, o nosso maior patrimônio.

No fundo, a Semana de 22 ganhou tamanha notoriedade por uma vontade de resgatar heróis e afirmar nacionalismos e regionalismos, para que alguns possam ser chamados de desbravadores e bandeirantes de descobridores de um país que, até então, não se manifestava. Este ponto de vista é similar à ideia eurocêntrica de “descobrimento”. Os Brasis sempre existiram com sua imensa diversidade e cultura multifacetada. Nem os Andrades e nem Tarsila inventaram o Brasil em 1922. Os Brasis já estavam lá, diversos, vivos, resistentes.

Independente do questionável protagonismo de seus partícipes durante a Semana de 22, o Brasil teve um século pujantemente moderno nas artes visuais, na arquitetura, na música, na literatura, no pensamento. Apesar de quem tentou se apropriar, os Brasis conseguiram se manter originais dentro de suas territorialidades. Não foi a semana, mas sim três expoentes absolutos da nossa criatividade que marcaram a divisão de águas de um país colônia para um país que desejava ser cosmopolita. Villa-Lobos, Mário de Andrade e Oswald de Andrade foram holofotes que iluminaram esse caminho do pensamento pequeno para o pensamento universal.

O que aconteceu em 22 foi que um grupo de artistas abriu as portas das identidades brasileiras para que a sociedade urbana da época ficasse escandalizada com o que viu. Coube à outra geração construir a linguagem que seria celebrada a partir desse momento e inventar o que de fato é ser moderno. Cabe a quem estiver por vir manter acesa essa chama de querer ter uma voz na dimensão contemporânea.

(Fonte: DANTAS, Marcello. Ser moderno. Zero Hora, Porto Alegre, ano 58, n. 20, 19 e 20 fev. 2022).

Assinale a alternativa cuja informação NÃO encontra respaldo no texto.

 

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