Foram encontradas 130 questões.
Uma sala de aula está sendo construída conforme imagem a seguir. 75% da área total serão
destinadas para disposição de mesas e cadeiras para os alunos. Sabendo que o conjunto composto por
mesa e cadeira ocupa 2,5 m2
, qual será a capacidade máxima de conjuntos que poderá ser colocada na
sala?


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Marque a alternativa que corresponda ao resultado da operação:

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Uma empresa foi inaugurada em janeiro de 2019 conseguindo R$ 8 mil de vendas no mês. Um
dos sócios definiu como meta que as vendas crescessem 1% em relação ao mês anterior. Baseada nesta
meta e caso a mesma se concretize, qual será o total de vendas do mês de abril de 2019?


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Faça uma correlação entre os termos e os enunciados:
1 - Gramática
2 - Gramática normativa
3 - Gramática descritiva
4 - Gramática internalizada
5 - Gramática histórica
( )Representação dos estudos diacrônicos de uma língua.
( )Conjunto de regras que o falante domina.
( )Estudo de uma língua examinada como “sistema de meios de expressão”.
( )Conjunto de regras gramaticais prescritas como corretas e que devem ser seguidas.
( )Conjunto de regras de como uma língua é realmente falada.
A relação correta entre as colunas é:
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Um professor explicou para sua turma o que é figura de linguagem e seus tipos. Assinale a
alternativa na qual o exemplo confirma a exposição do professor.
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
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Assinale a alternativa contendo a associação correta:
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Recado ao Senhor 903
Vizinho,
Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou
______ carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria
visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com
tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao
seu lado a lei e a polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ______ repouso noturno e é impossível repousar
no 903 quando ______ vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003
se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos ______ ser dois números,
dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001,
ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos
esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e
funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e
da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso
lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar ______ 21h45,
e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 ______ 7 pois ______ 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que
o levará até o 527 de outra rua, ______ ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e
reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando
dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
...Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse______
porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou”.E o outro
respondesse: “Entra, vizinho, e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar,
pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando
canções para agradecer ______ Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida,
e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”
(Rubem Braga)
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Recado ao Senhor 903
Vizinho,
Quem fala aqui é o homem do 1003. Recebi outro dia, consternado, a visita do zelador, que me mostrou
______ carta em que o senhor reclamava contra o barulho em meu apartamento. Recebi depois a sua própria
visita pessoal – devia ser meia-noite – e a sua veemente reclamação verbal. Devo dizer que estou desolado com
tudo isso, e lhe dou inteira razão. O regulamento do prédio é explícito e, se não o fosse, o senhor ainda teria ao
seu lado a lei e a polícia. Quem trabalha o dia inteiro tem direito ______ repouso noturno e é impossível repousar
no 903 quando ______ vozes, passos e músicas no 1003. Ou melhor; é impossível ao 903 dormir quando o 1003
se agita; pois como não sei o seu nome nem o senhor sabe o meu, ficamos reduzidos ______ ser dois números,
dois números empilhados entre dezenas de outros. Eu, 1003, me limito a Leste pelo 1005, a Oeste pelo 1001,
ao Sul pelo Oceano Atlântico, ao Norte pelo 1004, ao alto pelo 1103 e embaixo pelo 903 – que é o senhor. Todos
esses números são comportados e silenciosos: apenas eu e o Oceano Atlântico fazemos algum ruído e
funcionamos fora dos horários civis; nós dois apenas nos agitamos e bramimos ao sabor da maré, dos ventos e
da lua. Prometo sinceramente adotar, depois das 22 horas, de hoje em diante, um comportamento de manso
lago azul. Prometo. Quem vier à minha casa (perdão: ao meu número) será convidado a se retirar ______ 21h45,
e explicarei: o 903 precisa repousar das 22 ______ 7 pois ______ 8h15 deve deixar o 783 para tomar o 109 que
o levará até o 527 de outra rua, ______ ele trabalha na sala 305. Nossa vida, vizinho, está toda numerada: e
reconheço que ela só pode ser tolerável quando um número não incomoda outro número, mas o respeita, ficando
dentro dos limites de seus algarismos. Peço-lhe desculpas – e prometo silêncio.
...Mas que me seja permitido sonhar com outra vida e outro mundo, em que um homem batesse______
porta do outro e dissesse: “Vizinho, são três horas da manhã e ouvi música em tua casa. Aqui estou”.E o outro
respondesse: “Entra, vizinho, e come do meu pão e bebe do meu vinho. Aqui estamos todos a bailar e a cantar,
pois descobrimos que a vida é curta e a lua é bela”.
E o homem trouxesse sua mulher, e os dois ficassem entre os amigos e amigas do vizinho entoando
canções para agradecer ______ Deus o brilho das estrelas e o murmúrio da brisa nas árvores, e o dom da vida,
e a amizade entre os humanos, e o amor e a paz.”
(Rubem Braga)
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Leia atentamente o texto para responder a questão.
Viagem no tempo
Falávamos sobre viagens e seus modernos confortos quando alguém se lembrou do tempo em que os
viajantes levavam toalha e sabonete na mala. Não faz tanto tempo assim. Uma sobrinha, ____ poucos anos,
chegou a minha casa com toalha de banho e caixinha de sabonete na mala. “Coisa da minha mãe”, explicou
constrangida, sinal de que a mãe dela, que tem menos de 60 anos, levava toalha e sabonete quando viajava.
Hotéis e hospedarias eram precários, tirando os melhores das capitais; e, ao pousar na casa de alguém, evitavase “dar trabalho”.
Lembram-se do quebra-vento nos carros? Coisa anterior à difusão do ar-condicionado, pouco antes de
o presidente Collor dizer que os automóveis brasileiros eram umas carroças. O quebra-vento era um vidro
giratório colocado ____ frente das janelas dianteiras; quebrava o vento que entrava quando os vidros das portas
estavam abaixados, ou permitia que o ar entrasse quando a janela estivesse fechada. Girando-o todo,
direcionava-se o vento para dentro, ___ fim de refrescar a pessoa acalorada. Até ____ pouco tempo, no
Nordeste, carro sem quebra-vento encalhava.
Carros não tinham luz piscante para o motorista indicar que ia entrar ___ esquerda ou ___ direita, nem
luz de freio. Todos os sinais eram feitos pelo motorista com o braço esquerdo para fora do carro. Sinal de parar:
mão espalmada para trás, baixa; sinal para entrar ___ esquerda: braço reto estendido; entrar ___ direita, braço
alto dobrado para a direita. Quase não havia sinais luminosos de trânsito, o guarda apitava em códigos
obrigatoriamente conhecidos.
Ah, meninos, as fotos que se tiravam não se viam no mesmo instante, como agora. Só dias mais tarde,
após reveladas e copiadas em laboratório. Depois veio a grande novidade das cópias em 24 horas, em duas
horas, em uma hora e na hora. A fotografia popularizou-se. Com as câmeras nos telefones celulares, os
fotógrafos amadores tornaram-se bilhões.
Calculadora? Era a tabuada, que os estudantes sabiam de cor, e baseados nela faziam contas
complicadíssimas das quatro operações, na ponta do lápis. Nos escritórios, e só lá, havia as famosas máquinas
de calcular manuais Facit, que tinham um teclado de algarismos e uma manivela que os craques do cálculo
viravam para a frente e para trás, produzindo exatidões mostradas em um pequeno visor. Não demorou e vieram
as elétricas, as eletrônicas digitais...
Máquinas de escrever ainda se veem em delegacias e cartórios do interior. Num hospital da Zona Leste,
um amigo me chamou: “Quer ver um flashback?”. E me levou a uma recepcionista de um dos consultórios, que
datilografava impávida os dados dos clientes. Nas redações de jornais e revistas, com suas dezenas de máquinas
de escrever batucando ao mesmo tempo, o encerramento de uma edição era uma zoeira. O alívio veio com o
silêncio dos computadores.
Cartão amarelo, cartão vermelho? No futebol do tempo do beque e do centeralfe, cartão era o dedo do
juiz, primeiro apontando o nariz do abusado, depois apontando o olho da rua. Os cartões derrotaram o dedo em
riste porque são mais civilizados, impessoais e fáceis de entender em qualquer língua. Você pensa que eram
coisas da juventude do seu avô, ou do seu bisavô, mas não, são do tempo do seu pai. Um tempo em que as
crianças tinham bons modos, obedeciam até ___ olhares, não abriam a geladeira dos outros, contentavam-se
em ganhar apenas três presentes por ano, nas ocasiões propícias, e eram felizes. O ritmo está cada vez mais
rápido.
Ivan Ângelo (com adaptações)
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