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PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.
O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20).
A palavra “respectivamente”, utilizada pelo autor no texto, tem a seguinte classificação gramatical:
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PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.
O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20).
A palavra “embora”, utilizada pelo autor no começo do texto, tem como sinônimo, EXCETO:
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PRIMEIRA DEMONSTRAÇÃO PÚBLICA DO TELÉGRAFO.
O inventor e pintor Samuel Finley Breese Morse nasceu em 1791, em Charlestown, Massachussets, Estados Unidos. Estudou na Universidade de Yale, embora nunca tenha demonstrado grande interesse pelas aulas; sua paixão era a pintura e a eletricidade. Depois que se formou, trabalhou para um editor de Boston durante alguns meses, até que convenceu seus pais a deixa-lo estudar belas-artes em Londres, onde se tornaria retratista e escultor de sucesso. Quando regressou aos Estados Unidos, estabeleceu-se em Nova Iorque, onde veio a ser um retratista famoso e respeitado. Além disso, foi fundador e primeiro presidente da Academia Nacional de Desenho e professor de arte e desenho na Universidade de Nova Iorque. Morse retornou à Europa, onde se interessou pelas descobertas realizadas pelo físico e matemático francês André-Marie Ampère sobre a corrente elétrica e o magnetismo. Em 1832, de volta aos Estados Unidos, após escutar uma conversa sobre a invenção do eletroímã, decidiu pôr em prática a ideia de criar um telégrafo elétrico que servisse para enviar mensagens a longa distância através de um cabo. Em 1835, construiu o primeiro protótipo de um telégrafo e, no dia 6 de janeiro de 1838, fez a primeira demonstração pública do seu funcionamento; para enviar as mensagens, utilizou um código criado por ele, conhecido por “alfabeto morse” ou “código morse”, que era composto de pontos e traços – correspondendo, respectivamente, a sinais curtos e longos –, emitidos de forma intermitente. Em 1843, o Congresso dos Estados Unidos lhe concedeu uma verba de 30 mil dólares para construir a linha telegráfica eletromagnética que uniu as cidades de Baltimore e Washington. O segundo cabo telegráfico foi estendido entre Washington e Nova Jersey. No começo, as primeiras linhas telegráficas conectaram somente estações ferroviárias, depois foram utilizadas para uso oficial dos governos e, por último, para o envio de mensagens a pessoas comuns. Uma vez que se demonstrou na prática a possibilidade de enviar mensagens a grandes distâncias em pouco tempo, começou a se fazer a rápida conexão entre diferentes cidades dos Estados Unidos. Apesar do sucesso obtido, Morse precisou travar uma longa batalha para que reconhecessem seu direito à patente da invenção do telégrafo. Como cientistas de outros países também estavam desenvolvendo o sistema de transmissão de mensagens por cabo, ele se viu envolvido em litígios intermináveis diante dos tribunais até que, em 1854, o Tribunal Supremo dos Estados Unidos o reconheceu como único inventor do telégrafo. Samuel Morse morreu em Nova Iorque, em 1872. A transmissão de mensagens telegráficas por cabo de forma imediata e a longa distância, bem como o seu código de transcrição, constituem o sistema de comunicação mais simples e prático que foi utilizado pela humanidade durante muitos anos. (365 Dias que Mudaram o Mundo. São Paulo: Planeta, 2014, p. 20).
De acordo com o autor do texto, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Samuel Morse foi o último presidente da Academia Nacional de Desenho.
II – Samuel Morse interessou-se pelos trabalhos do francês André-Marie Ampère.
III – Samuel Morse estudou Belas-Artes em Paris.
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Assinale a alternativa que apresenta a denominação da avaliação de custo normalmente realizada na etapa de projeto básico, cuja obtenção se dá por meio do levantamento e da estimativa de quantidades de materiais, equipamentos e serviços e pesquisa de preços médios:
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Como se sabe, alinhamento topográfico é o segmento de reta materializado por dois pontos nos seus extremos, tendo extensão, sentido e orientação. O ângulo formado entre o norte e o alinhamento em questão no sentido horário e podendo variar de 0º a 360º, é chamado de:
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No desenvolvimento do projeto de arquitetura para uma edificação, a etapa de anteprojeto se destina a:
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Como se sabe, as relações dos elementos morfológicos com as escalas do espaço urbano podem ser classificadas em: “dimensão setorial” ou “escala de rua”; “dimensão urbana” ou “escala de bairro” e “dimensão territorial” ou “escala urbana”. Assinale a alternativa que apresenta um dos elementos morfológicos identificáveis na dimensão urbana.
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Em se tratando de projeto paisagístico, a linha projetual brasileira contemporânea é marcada por:
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Assinale a alternativa que apresenta a capacidade mínima de água reservada para o atendimento das unidades residenciais de um prédio, sem considerar a água para combate a incêndio:
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Como se sabe, o perímetro urbano constitui a fronteira de uma superfície na qual se deseja ocupar com uma cidade, separando as áreas urbanas das rurais, sendo fundamental para a organização administrativa do Município. Com relação ao perímetro urbano, analise os itens a seguir e, ao final, assinale a alternativa correta:
I – Deve excluir qualquer franja de terra vazia, além da superfície urbanizada, evitando-se o processo de invasão territorial.
II – Tem de refletir a dinâmica da cidade, o que obriga a sua revisão sistemática dentro de determinado prazo.
III – Não deve ser muito grande, pois quanto maior a densidade urbana, mais dispendioso será executar a infraestrutura.
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