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Foram encontradas 50 questões.

4042216 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975901-1

(Amâncio)

"Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio.", a predicação do verbo, no período, é:
 

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4042215 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975900-1

(Amâncio)

A transposição de "(...) levando no bolso da camisa a carta." a voz passiva analítica ocorre em:
 

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4042214 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975899-1

(Amâncio)

A "Charge 01" contém uma relação com o "Texto 01" da alternativa:
 

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4042213 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975898-1

(Amâncio)

"Raimundo foi cedo para a lida." Não substitui adequadamente o termo "lida":
 

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4042212 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975897-1

(Amâncio)

Marque a alternativa que substitua os seguintes termos da oração corretamente: "O intento de aprender se rendeu a precisão."
 

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4042211 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975896-1

(Amâncio)

Assinale a alternativa em que a palavra não vai ao plural.
 

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4042210 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975895-1

(Amâncio)

O pronome pessoal de: "(...) o que ela diz (...)" remete:
 

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Questão presente nas seguintes provas
4042209 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975894-1

(Amâncio)

A alternativa em que ocorre falha no uso da norma culta é:
 

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Questão presente nas seguintes provas
4042208 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975893-1

(Amâncio)

A frase que resume determinismo existencial para a personagem é:
 

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4042207 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: CETAP
Orgão: Pref. Viseu-PA
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O texto seguinte servira de base para responder à questão.


Texto 01


Raimundo


Raimundo Gaudêncio de Freitas, trago incerto, arredio ao toque do papel. Lápis danado, domado, e ele escrevia o nome completo pela primeira vez. Setenta e um anos e essa invenção, como ele diz, de aprender a ler e escrever depois de velho. Raimundo não foi difícil. Complicado era Gaudêncio, denso de saudade, as cinco vogais e acentuado. Freitas era feito de sangue.

A vontade, tinha sim, desde menino, mas o pai lhe dizia que a letra era para menino que não precisava encher o próprio prato. Raimundo foi cedo para a lida. De noite, o braço ritmado no golpe da foice pedia descanso, que no outro dia tinha mais. O intento de aprender se rendeu a precisão. O futuro estava escrito na frente dele, era o presente do pai, pai de família, dono de um pedaço de chão, assinando com o dedo quando a palavra falada não bastasse.

O que não podia ser falado, ficasse palavra muda, pensamento. Raimundo não virou pai de família nem dono de sitio. Se arrancou as raízes, levando no bolso da camisa a carta.

Uma carta inteira. Uma palavra seguindo a outra, quantas palavras? Mandar carta para uma pessoa que não sabia ler, só sendo. A ponta do lápis pairou acima da linha. O próximo nome tinha escrito a carta cinquenta e dois anos antes. Ao lado do caderno, o envelope encruado, sempre fechado. Raimundo não deixou ninguém ler e envelheceu com o desejo de saber o que ela diz crescendo dentro dele. Feto idoso, rebento tardio. A carta guardava uma vida inteira.

(A palavra que resta. Sténio Gardel)

Charge 01 

Enunciado 4975892-1

(Amâncio)

A análise de "Gaudêncio" está inadequada em:
 

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