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Sobre o seguimento pós-parto de mulheres que apresentaram distúrbios hipertensivos na gestação, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. O maior risco para desenvolvimento de pré-eclâmpsia, síndrome HELLP ou eclampsia, no pós-parto, ocorre nas primeiras 48 horas.
II. Mulheres com hipertensão gestacional que não apresentam hipertensão previamente à gestação podem ter seu esquema farmacológico descontinuado em 48 horas após o parto, com monitoramento de PA e reintrodução de anti-hipertensivos, se os níveis pressóricos forem superiores a 140/90 mmHg.
III. Mulheres com pré-eclâmpsia devem ser acompanhadas de maneira próxima, com redução dos anti-hipertensivos se a PA for inferior a 140/90 mmHg.
IV. Mulheres que permanecem hipertensas após 12 semanas do parto, provavelmente não se tornarão portadoras crônicas desse problema.
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A questão se refere ao seguinte caso clínico:
Paciente, 34 anos, enfermeira, previamente hígida, sem comorbidades, refere que há 2 dias teve mordedura em mão direita por paciente, durante a manipulação de decúbito. Procurou atendimento médico, recebeu medicação e foi orientada aos cuidados. O paciente (agressor) foi a óbito de causas desconhecidas. Ao retornar em consulta, o exame local da ferida apresenta lesões puntiformes penetrantes com halo hiperemiado com calor local. A paciente refere uso de cefalexina sem melhora.
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O seguinte enunciado refere-se à questão.
Paciente masculino, 53 anos e recepcionista, queixou-se para sua esposa de dor em região perianal no final de semana. Medicou-se por conta própria, fazendo uso de analgésicos, anti-inflamatórios e repouso. Percebeu melhora parcial dos sintomas. No primeiro dia útil seguinte, relatou piora importante da dor e queixou-se de calafrios. Sua esposa aferiu sua temperatura: 37,8°C, e insistiu para que o marido fosse ao médico.
Chegando ao hospital terciário de sua cidade, foi atendido por um médico clínico, generalista, responsável pela triagem dos pacientes admitidos via Pronto-Socorro. Ao exame físico proctológico descreveu discretos sinais flogísticos em região perianal, com leve hiperemia. À manipulação, paciente referia dor maior em região para-anal direita, sem massas ou flutuações. Tentativa de toque retal sem sucesso, pois paciente mostrou-se pouco colaborativo. Nega parada de eliminação de gases e fezes. Evacua diariamente, fezes consistentes, sem muco, pus ou sangue. Nega dor ao evacuar.
Foram solicitados exames laboratoriais gerais e exame de imagem para ratificar a principal hipótese diagnóstica.
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O seguinte enunciado refere-se à questão.
Paciente masculino, 53 anos e recepcionista, queixou-se para sua esposa de dor em região perianal no final de semana. Medicou-se por conta própria, fazendo uso de analgésicos, anti-inflamatórios e repouso. Percebeu melhora parcial dos sintomas. No primeiro dia útil seguinte, relatou piora importante da dor e queixou-se de calafrios. Sua esposa aferiu sua temperatura: 37,8°C, e insistiu para que o marido fosse ao médico.
Chegando ao hospital terciário de sua cidade, foi atendido por um médico clínico, generalista, responsável pela triagem dos pacientes admitidos via Pronto-Socorro. Ao exame físico proctológico descreveu discretos sinais flogísticos em região perianal, com leve hiperemia. À manipulação, paciente referia dor maior em região para-anal direita, sem massas ou flutuações. Tentativa de toque retal sem sucesso, pois paciente mostrou-se pouco colaborativo. Nega parada de eliminação de gases e fezes. Evacua diariamente, fezes consistentes, sem muco, pus ou sangue. Nega dor ao evacuar.
Foram solicitados exames laboratoriais gerais e exame de imagem para ratificar a principal hipótese diagnóstica.
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