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O aquecimento do ar atmosférico deve-se a diversos fatores que interagem com a radiação solar que alcança a superfície do planeta terra, a esse respeito é correto afirmar que:
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Pesquisadores percebem que o fluxo de energia dentro de um ecossistema marinho apresenta um alto nível relacionado à produção primária. Exemplo de seres pertencente a esse ambiente, temos: Zooplâncton, peixes pequenos, fitoplâncton, peixes grandes e caranguejos.
Dos seres vivos citados qual participa da produção desse fluxo de energia?
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Pode-se compreender HOTSPOTS ambientais como as áreas ricas em biodiversidade, com pelo menos 1500 espécies endêmicas e fortemente ameaçadas pelas atividades humanas. Esse conceito foi criado pelo ecólogo Norman Myers (1988) como indicador para priorizar quais locais do mundo receberiam maior atenção para os programas de conservação. Há 34 hotspots no mundo, dois estão em território brasileiro. Assinale a alternativa que de acordo com o mapa de biomas apresenta a numeração relativa aos hotspots brasileiros:

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797399
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos
A apresentação do ministério à Câmara, para Calisto, o faz gozar um bom dia, raro, como o dia 18 de julho de 1868, por quê?
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797343
Ano: 2015
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Se te amo, não sei!
Amar! se te amo, não sei.
Oiço aí pronunciar
Essa palavra de modo
Que não sei o que é amar.
Oiço aí pronunciar
Essa palavra de modo
Que não sei o que é amar.
Se amar, é sonhar contigo,
Se é pensar, velando, em ti,
Se é ter-te n’alma presente
Todo esquecido de mi!
Se é pensar, velando, em ti,
Se é ter-te n’alma presente
Todo esquecido de mi!
Se é cobiçar-te, querer-te
Como uma benção dos céus
A ti somente na terra
Como lá em cima a Deus;
Como uma benção dos céus
A ti somente na terra
Como lá em cima a Deus;
Se é dar a vida, o futuro,
Para dizer que te amei:
Amo; porém se te amo
Como oiço dizer, – não sei.
Para dizer que te amei:
Amo; porém se te amo
Como oiço dizer, – não sei.
DIAS, Gonçalves. Poesia lírica e indianista. 1. ed. São Paulo: Ática. 2003. p. 199.
Com base na 1.ª estrofe do poema de Gonçalves Dias, o eu lírico
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Quantos centímetros mede o raio de uma esfera, se 314 cm² é a área da superfície esférica dessa esfera? (Considerando !$ \pi =3,14 !$)
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797333
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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É o órgão estadual vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDEC) e que tem como foco a promoção de ações em torno da captação de novos investimentos e de projetos estruturadores e impulsionadores do crescimento da economia de Pernambuco.
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O Computador já faz parte da nossa vida cotidiana, pode ser utilizado em várias situações do nosso dia a dia. A informática torna-se também uma ferramenta lúdica que incorpora a sensibilidade aos sentidos humanos. Sabendo que a tecnologia é fundamental para a inclusão em uma sociedade digital o professor de arte deverá:
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797152
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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O uso de luzes em veículos obedecerá, dentre outras, às seguintes determinações, exceto:
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A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
(20 de abril de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Como é possível que hoje, amanhã ou depois, tornem a falar em crise ministerial, venho sugerir aos meus amigos um pequeno obséquio. Refiro-me à inclusão de meu nome nas listas de ministérios, que é de costume publicar anonimamente, com endereço ao imperador.
Há de parecer esquisito que eu, até aqui pacato, solicite uma fineza destas que trescala a pura ambição. Explico-me com duas palavras e deixo de lado outras duas que também podiam ter muito valor, mas que não são a causa do meu pedido.
Na verdade, eu podia comparar a ambição às flores, que primeiro abotoam e depois desabrocham; podia dizer que, até aqui, andava abotoado. Por outro lado, se a ambição é como as flores, por que não será como batatas, que são comida de toda a gente? E também eu não sou gente? Não sou filho de Deus? Nos tempos de carestia, a ambição chega a poucos, César ou Sila? Mas nos períodos de abundância estende-se a todos, a Balbino e a Maximino. Façam de conta que sou Balbino.
Mas não quero dar nenhuma dessas razões, que não são as verdadeiras causas do meu pedido. Vou ser franco, vou abrir a minha alma ao sol da nossa bela América.
A primeira coisa é toda subjetiva; é para ter o gosto de reter o meu nome impresso, entre outros seis, para ministro de Estado. Ministro de quê? De qualquer coisa: contanto que o meu nome figure, importa pouco a designação. Ainda que fosse de verdade, eu não faria questão de pastas, quanto mais não sendo. Quero só o gosto; é só para ler de manhã, sete ou outo vezes, e andar com a folha no bolso, tirá-la de quando em quando, e ler para mim, e saborear comigo o prazer de ver o meu nome designado para governar.
Agora a segunda coisa, que é menos recôndita. Tenho alguns parentes, vizinhos e amigos, uns na Cote e outros no interior, e desejava que eles lessem o meu nome nas listas ministeriais, pela importância que isto me daria. Creia o leitor que só a presença do nome na lista me faria muito bem. Faz-se sempre bom juízo de um homem lembrado, em papéis públicos, para ocupar um lugar nos conselhos da coroa, e a influência da gente cresce. Eu, por exemplo, que nunca alcancei dar certa expressão ao meu estilo, pode ser que a tivesse daí em diante; expressão no estilo e olhos azuis na casa. Tudo isso por uma lista anônima, assinada – Um brasileiro ou A Pátria.
Não me digam que posso fazer eu mesmo a coisa e manda-la imprimir, como se fosse de outra pessoa. Pensam que não me lembrei disso? Lembrei-me; mas recuei diante de uma dificuldade grave.
Compreende-se que uma coisa destas só pode ser arranjada em segredo, para não perder o merecimento da lembrança. Realmente, sendo a lembrança do próprio lembrado, lá se vai todo o efeito; para ficar em segredo, era preciso antes de tudo disfarçar a letra, coisa que nunca pude alcançar; e, se uma só pessoa descobrisse a história e divulgasse a notícia, estava eu perdido. Perdido é um modo de falar. Ninguém se perde neste mundo, nem Balbino, nem Maximino.
Eia, venha de lá esse obséquio! Que diabo, custa pouco e rende muito, porque a gratidão de um coração honesto é moeda preciosíssima. Mas pode render ainda mais. Sim, suponhamos, não digo que aconteça assim mesmo; mas suponhamos que o imperador, ao ler o meu nome, diga consigo que bem podia experimentar os meus talentos políticos e administrativos e inclua o meu nome no novo gabinete. Pelo amor de Deus, não me atribuam a afirmação de um tal caso; digo só que pode acontecer. E pergunto, dado que assim seja, se não é melhor ter no ministério um amigo, antes do que um inimigo ou um indiferente?
Não cobiço tanto; contento-me com ser lembrado. Terei sido ministro relativamente. Há muitos anos, ouvi uma comédia, em que um furriel convidava a outro furriel para beber champagne.
- Champagne! Exclamou o convidado. Pois tu já bebeste alguma vez champagne?
- Tenho bebido... relativamente. Ouço dizer ao capitão que o major costuma bebê-lo em casa do coronel.
Não peço outra coisa; um cálice de poder relativo.
Preencha os espaços em branco das frases abaixo craseando corretamente:
• Márcia serviu-se (a, à) mesa apenas de verduras, enquanto Marcos dirigiu-se (a, à) cozinha e comeu de tudo (a, à) vontade.
• (as, às) aulas são cansativas e começam (as, às) 7 horas em ponto.
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