Foram encontradas 507 questões.
823297
Ano: 2015
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Inglês (Língua Inglesa)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
A questão esta relacionada ao texto abaixo transcrito.
Text 06
Feb 6, 2015, 11:53 AM ET
By MOLLY HUNTER
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via GOOD MORNING AMERICA
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Researchers have always known chimpanzees were smart, adaptable creatures, but it now appears they’re even picking up new accents.
After_____I________ up in the Netherlands, nine chimpanzees who moved to the Edinburgh Zoo in Scotland five years ago are now reportedly sporting Scottish accents, apparently learned from their new Scottish zoo-mates.
According to a new study published in Current Biology, this breakthrough research is the first indication that chimps can____II_______ different words, or tones, for different objects - in short, be bilingual.
“An extraordinary feature of human language is our ability to reference external objects and events with socially learned symbols, or words," said the head researcher on the study, Dr. Katie Slocombe. "These data represent the first evidence of non-human animals actively modifying and socially learning the structure of a meaningful referential vocalization.”
To be fair, the distinct tones are not entirely obvious to the untrained human ear but chimp experts say the primates previously used a “high-pitched” noise growing up in the Netherlands when they wanted an apple and now use more of a “low grunt" to ask for the fruit in Scotland.
http://abcnews.go.com/International/watch-chimps-speak-scottish-accents/story?id=28772164
Check the correct alternative to fill in the blank II:
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Uma Guerra ocorrida em Pernambuco, em 1710, deveu-se ao choque entre comerciantes portugueses do Recife e a aristocracia rural de Olinda, cujas relações comerciais eram, respectivamente, de credores e devedores. Como foi denominada esta guerra:
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No trapézio ABCD, calcule a altura IE do triângulo ABI, sabendo que a altura do trapézio é 8 e que seus lados paralelos medem 6 e 10. Assinale a alternativa que apresenta o valor da altura IE.

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823240
Ano: 2015
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
UNA LECTURA GRADUADA HIPERTEXTUAL: VENTAJAS DEL HIPERTEXTO EN LA ENSEÑANZA DE E/LE
Las nuevas tecnologías han revolucionado muchas de las áreas de estudio en el campo de la enseñanza del Español como Lengua Extranjera (E/LE), entre ellas la de la comprensión lectora. No obstante, a pesar de la existencia de material de lectura en formato hipertextual, no hay mucho publicado en el ámbito de la lectura extensiva y en concreto, en el de las lecturas graduadas; es decir, no tenemos demasiado material en forma de historias originales no adaptadas, escritas con fines didácticos en las cuales una serie de personajes se ven envueltos en una trama con un desenlace final. En esta comunicación se pretende alcanzar dos objetivos: (1) en primer lugar, y con el fin de contribuir en el campo del diseño de material de lectura multimedia, proponer un modelo de lectura graduada que, aprovechando todas aquellas características que diferencian al hipertexto de un texto tradicional, explote todas las ventajas que ofrece este formato para la práctica de la lectura extensiva en E/LE; (2) en segundo lugar, y con el fin de analizar desde el punto de vista cognitivo la comprensión textual en entornos multimedia, describiremos el modelo cognitivo de Chun y Plass (1997) y su repercusión en el diseño de ayudas multimedia para la comprensión lectora.
El modelo de lectura graduada que aquí proponemos es del tipo "Elige tu propia aventura". Es decir, el lector, de manera interactiva y a medida que lee, decide, de entre una serie de opciones, cómo va a continuar la historia. El formato hipertextual y su sistema de enlaces electrónicos permite que el paso de una opción a otra sea rápido y práctico, pudiendo el alumno, en caso de que no le guste la opción elegida, volver atrás y elegir otra de las opciones propuestas sin necesidad de pasar páginas, perder el punto, marcar las páginas con encrucijadas para volver a ellas más tarde, etc. Si el alumno está satisfecho con la opción elegida, pero llega a uno de los varios finales, puede empezar la lectura de nuevo, o si lo prefiere, volver, siempre por medio de enlaces electrónicos, a la última encrucijada. Esta opción aparece siempre que hay un final u otra encrucijada. De esta manera el alumno no siente que se está perdiendo una de las muchas aventuras que ofrece la lectura puesto que sabe que siempre tendrá acceso a todos los caminos existentes.
Martínez, Bárbara M. Texto Adaptado.
Disponible: http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/12/12_0375.pdf.Acezado en 12 de marzo de 2015.
El texto:
1. Propone una lectura graduada dentro de un formato hipertextual.
2. Comprende que la lectura ocurre de manera igual sea en el formato hipertextual o formato impreso.
3. Apunta que el lector de este nuevo formato tiene una libertad dentro de las encrucijadas del texto.
2. Comprende que la lectura ocurre de manera igual sea en el formato hipertextual o formato impreso.
3. Apunta que el lector de este nuevo formato tiene una libertad dentro de las encrucijadas del texto.
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Uma circunferência com centro na origem dos eixos coordenados e raio com medida !$ 2 \sqrt{2} !$ e uma hipérbole, de equação cartesiana !$ x^2 / 2 - y^2 /4 =1 !$, se interceptam. Os pontos de interseção são vértices de um quadrado com área igual a:
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823208
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Conforme a Constituição do Estado de Pernambuco, o Poder Legislativo é exercido pela Assembleia Legislativa, constituída de Deputados eleitos e investidos na forma da legislação federal. De acordo com o pleito ocorrido em 1º de fevereiro de 2015, foi eleito para o exercício da Presidência da Assembleia Legislativa de Pernambuco, para biênio 2015-2016 o Deputado.
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TEXTO 1
Por que ensinar valores?
Dizer a uma criança de cinco anos para que coma salada, porque salada “faz bem” não a induz a devorá-la. Se o fizer, fará para agradar a mãe ou, pior ainda, comerá salada “apesar de detestá-la”, porque ainda que não ouse revelar, tem medo da mãe. A criança não gosta das saladas não porque a química que compõe seu organismo a rejeita, mas sim porque não compreende porque deve comer salada. As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas.(I) Em verdade, quem recusa a salada na criança não são as suas células gustativas que caracterizam o paladar, mas seu cérebro, pois o cérebro humano jamais aceita o que não lhe faz pleno sentido.
A referência à salada e a circunstância da criança são apenas exemplos simbólicos. Em qualquer idade, somente gostamos do que possui sentido e por esse motivo não somos capazes de decorar um punhado de palavras esdrúxulas, como por exemplo “murufratagitrari, brucutrape, saratripiu”, mas guardamos com carinho o recado gostoso de que “amanhã será domingo de sol e a praia nos espera”. Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido(II). Em síntese, o “combustível” do cérebro humano é sempre a “significação” e quando tentam nos enfiar na memória frases sem essa essência, reagimos como reage a criança diante da salada imposta.
É por esse motivo que é importante ensinar valores.
Os valores não são, como habitualmente se pensa, atributos desejáveis ao ser humano, ou fundamentos da dignidade da pessoa, ou objeto de escolhas morais, ou qualidade que pode fazê-lo mais ou menos bonito no contexto social. Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o “alimento” que integra e faz prosperar os grupos sociais(III). Mais que isso, “Valores” são, em última instância, aquilo que pode ser vivenciado como algo que faz sentido e, dessa forma, como tudo quanto dá razão à vida. A vida biológica do homem, tal como a vida biológica da mosca, não necessita ser vivida. Representa simplesmente uma circunstância evolutiva, um acidente orgânico e, dessa forma, basta durar apenas o tempo para se reproduzir. Com essa missão orgânica concluída, a vida não tem mais motivo e morrer ou não constitui apenas um acidente que termina um outro que a gerou.
Mas, o homem não é apenas constituído por uma vida biológica. É uma vida que alcança a plenitude do sentido porque ama, sofre, constrói, se zanga, se surpreende, foge da tristeza, anseia pela felicidade, cultiva a simpatia, exibe compaixão, embaraça-se, assusta-se com a culpa, cresce com o orgulho, mortifica-se com a inveja e por isso tudo causa espanto e admiração, indignação ou desprezo. Sem sentir-se “inundado” pelas emoções e pelos valores, a vida não é vida e se fosse possível não tê-los, bastava ao homem passar pela vida e não viver”.
É por esse motivo, insistimos, que é importante ensinar valores.
Mas se não se duvida dessa importância, é essencial que se descubra que ensinar valores tal como se insiste com a criança que coma salada, implica em sua rejeição ou, pior ainda, em um domínio sem compreensão, uma aprendizagem sem significação, logo rejeitada pelo cérebro. Valores não se ensinam, pois, com conselhos.
Nada contra os conselhos. Se bonitos e bem intencionados até que não ficam mal em quem quer que seja. Mas, acredita-se que possam ser “apreendidos” representa uma outra história. Os valores, tal como as saladas, precisam de momentos certos para serem mostrados e, sobretudo, necessitam de exemplos para serem explorados, circunstâncias específicas para que sejam compreendidos, ambientes emocionalmente preparados para que sejam discutidos. Assim como não se discute a boa intenção da mãe em tentar empanturrar seu filho de cinco anos de saladas, também não se discute a intencionalidade de se ensinar valores de forma discursiva. Isso até pode ser satisfatório para a consciência de quem transmite, mas certamente é inútil para o cérebro de quem acolhe. Se é que acolhe.
(Disponível em: http://www.celsoantunes.com.br/pt/textos_exibir.php?tipo=TEXTOS&id=11 acesso em 16 de jan. 2015.)
Alguns recursos promovem a coesão do texto e contribuem para sua continuidade. Leia o que se afirma a seguir sobre recursos empregados pelo autor na escrita do texto 1.
I. “As palavras da mãe não garantem a convicção e em seu nível de conhecimento, comer salada não faz qualquer sentido, ao contrário, por exemplo, de entupir-se de guloseimas.” Seria coerente a substituição do trecho sublinhado pela expressão “em vez de”.
II. “Se pensarmos bem, a aparente dificuldade da memória para registrar os dois recados acima é absolutamente a mesma, mas fixamos a segunda e não a primeira porque a segunda faz sentido.” Os elementos sublinhados são elos coesivos que funcionam como retomadas a algo já dito.
III. “Ao contrário, os valores são os alicerces da humanidade, a essência da preservação da espécie e o ‘alimento’ que integra e faz prosperar os grupos sociais.” O trecho em destaque poderia ser substituído por “de outra maneira” sem prejuízo de sentido.
Está(ão) correto(s) o que se afirma em:
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820215
Ano: 2015
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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O Código de Trânsito estabelece regras específicas para habilitação a condução de ambulâncias no território nacional. Dentre estas, destacamos aquela que diz que o candidato deverá comprovar treinamento especializado e reciclagem em cursos específicos, conforme normatização do CONTRAN, mas no período de:
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“A primeira e a mais importante consequência decorrente dos princípios até aqui estabelecidos é que só a vontade geral pode dirigir as forças do Estado de acordo com a finalidade de sua instituição, que é o bem comum, porque, se a oposição dos interesses particulares tornou necessário o estabelecimento das sociedades, foi o acordo desses mesmo interesses que o possibilitou.
(ROUSSEAU, Jean−Jacques. Do Contrato Social. São Paulo: Abril Cultural, 1973. P. 33. Col. Os Pensadores)
O trecho em destaque nesta questão representa:
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819439
Ano: 2015
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: IPAD
Orgão: Pref. Vitória Santo Antão-PE
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Banca: IPAD
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A questão estão relacionadas ao texto abaixo transcrito.
(10 de maio de 1885) (em Crônicas selecionadas: antologia, 2ª edição – São Paulo: Martin Claret, 2013. (Coleção a obra-prima de cada autor; 279). Trata-se de texto escrito por Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, poeta, romancista e teatrólogo brasileiro.
Amanhã é um grande dia! Exclamou o meu amigo, faiscando-lhe os olhos de contentamento.
Não posso dizer o nome dele; suponhamo-lo Calisto. Amanhã é um grande dia para ele, porque é o da apresentação do ministério às câmaras, fato que na vida do meu amigo equivale a um batizado de criança na vida de todos os pais. Vão entende-lo em poucas linhas.
Calisto só adora uma coisa, mais do que as crises ministeriais, é a apresentação dos ministérios novos às câmaras. Moção anunciada pode contar com ele. E gosta das crises compridas, atrapalhadas, arrastadas, cheias de esperanças longas e boatos infinitos. Mas tão depressa se organiza o ministério, como lhe cai a alma aos pés. O que o consola então, e muito, é a ideia da apresentação; nem mais nem menos o que lhe acontece desde o dia 4.
Amanhã vai ele muito cedo para a porta da Câmara dos Deputados, com biscoitos no bolso e paciência no coração. A paciência, com perdão da palavra, é um biscoito moral, dado pelo céu a muito poucos. Calisto é dos poucos. É capaz de aguentar um temporal, uma soalheira, uma carga de cavalaria, sem arredar pé da porta da Câmara, até que lha abram. Abrem-lha, ele entra, sobe, arranja um bom lugar.
Não atribuam ao Calisto nenhuma preocupação política, pequena ou grande, nenhum amor ao Dantas ou ao Saraiva, ao projeto de um ou de outro, nem à grande questão que se debate agora mesmo em todos os espíritos. Não, senhor; este Calisto é um distintíssimo curioso, na política e no piano. Importa-lhe pouco saber de um problema ou da sua solução. Contanto que haja barulho, dá o resto de graça.
Justamente o dia de amanhã cheira a chamusco, debate grosso, veemência, chuva de apartes, impropérios, tímpanos, confusão. Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.
Na imaginação dele, a coisa há de se passar assim. Os primeiros minutos de ânsia e curiosidade – votações distraídas, arengas curtas. Pela uma hora da tarde, anuncia-se o ministério, que aparece rompendo a custo a multidão de curiosos. Grande burburinho, crescente ansiedade. Sentam-se os ministros, explica-se a crise, e o Saraiva tem a palavra para expor o programa. O profundo silêncio com que ele há de ser ouvido é um dos regalos do Calisto, que ouve através do silêncio o tumulto das almas.
Depois rompe um deputado. Qual deputado? Não sabe qual seja, mas há de ser um, provavelmente o José Mariano, ou algum com quem se não conte, e está acesa a guerra – brotam os apartes, agitam-se os ânimos; vem outro orador, mais outro – cruzam-se os remoques, surgem os punhos cerrados, bufam as cóleras, retinem os entusiasmos. E o meu Calisto, de cima, olhará para baixo, e gozará um bom dia, um dia raro, igual àquele 18 de julho de 1868, quando o Itaboraí penetrou na Câmara liberal, com os conservadores. O Calisto ainda se lembra que não jantou nesse dia.
Agora, que a questão ainda é mais grave, a sessão há de render mais – ou dar sorte, que é a locução do meu amigo. Calisto espera sair amanhã dali, abarrotado de comoção para seis meses. Jura a quem quer ouvir, que não tem preferências nem antipatias. Também não quer saber se do debate lhe sairá alguma restrição pessoal ou pecuniária. Contanto que haja tumulto, está ganho o dia, e o dia seguinte pertence a Deus.
Ide vê-lo, à saída da Câmara, olhando embasbacado; estará ainda alegre. Mas no dia seguinte, que o diabo diz que também é dele, vereis o meu pobre Calisto arrimado a alguma porta ou esquina, à espreita de algum sucesso que passe, desconsolado como na ópera do nosso Antônio José:
Tão alegres que fomos,
Tão tristes que viemos.
Sem prejuízo semântico, podemos substituir a palavra em destaque no trecho a seguir, por:
•“Pode ser que não haja nada; mas ele cuida que há, e lambe-se todo de contente só com a ideia de um pandemônio.”
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