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Foram encontradas 240 questões.

3773319 Ano: 2024
Disciplina: Odontologia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Com base nos efeitos do uso da mamadeira no desenvolvimento dos músculos faciais e da estrutura óssea da maxila em crianças, assinale a alternativa correta:
 

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3773317 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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A infecção primária da corrente sanguínea laboratorialmente confirmada associada a cateter central é aquela que ocorre entre pacientes em uso de um cateter central por um período maior que_____consecutivos e que na data da infecção o paciente estava em uso do dispositivo ou este havia sido removido no dia anterior. Assim, os seguintes critérios diagnósticos são adotados pela Anvisa para detecção e notificação de casos de infecção primária da corrente sanguínea laboratorialmente confirmada associada a cateter central entre crianças maiores de 28 dias de vida e adultos (Lima, 2024).

Assinale a alternativa CORRETA que preenche a lacuna acima.
 

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3773316 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Com base na Norma Operacional da Assistência à Saúde/SUS - NOAS-SUS 01/02, marque verdadeiro (V) ou falso (F) nas afirmativas abaixo:

(__)Cabe às Secretarias de Saúde dos Estados e do Distrito Federal a elaboração do Plano Diretor de Regionalização, em consonância com o Plano Estadual de Saúde, que deverá contemplar uma lógica de planejamento que envolva os Municípios na definição dos espaços regionais/microrregionais de assistência à saúde, dos fluxos de referência, bem como dos investimentos para a conformação de sistemas de saúde resolutivos e funcionais.
(__)A Secretaria de Políticas de Saúde/SPS é a unidade organizacional do Ministério da Saúde responsável pela regulamentação de critérios, fluxos e instrumentos do processo de avaliação da Atenção Básica para efeito de habilitação e manutenção nas condições de gestão definidas em Norma.
(__)Aprovado o Plano Diretor de Regionalização e os demais produtos, a Comissão Intergestores Bipartite deverá remetê-los ao Conselho Estadual de Saúde - CES, que terá 60 dias para apreciação e deliberação.

Assinale a sequência CORRETA de cima para baixo.
 

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3773315 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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A Atenção Básica é um conjunto de ações de saúde voltadas para a promoção, proteção, prevenção, diagnóstico, tratamento, reabilitação e manutenção da saúde, tanto no âmbito individual quanto coletivo. Qual dos seguintes princípios orienta a Atenção Básica?
 

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3773314 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/

Qual foi o foco principal da análise realizada pelos autores do estudo mencionado no texto?
 

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3773313 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
De acordo com o texto, qual é a relação entre o acesso a tratamento e prevenção e a mortalidade por doenças cardiovasculares?
 

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3773312 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
De acordo com o texto, qual é a principal recomendação dos autores do estudo para melhorar a saúde nas regiões mais vulneráveis?
 

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3773311 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
A vigilância sanitária é uma prática complexa e multifacetada, composta por diferentes dimensões que englobam aspectos políticos, ideológicos, tecnológicos e jurídicos. Qual dimensão da vigilância sanitária está relacionada à necessidade de suporte de várias áreas do conhecimento científico e métodos técnicos, incluindo a fundamentação epidemiológica?
 

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3773310 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
A vigilância de zoonoses é uma prática crucial para a prevenção e controle de doenças que podem ser transmitidas entre animais e humanos. Assim, avalie as proposições:

I.A vigilância ativa envolve o monitoramento constante e sistemático das populações de animais do território de atuação.
II.A vigilância passiva viabiliza meios para a identificação precoce de situações de risco relacionadas a zoonoses.
III.O município que não possui uma Unidade de Vigilância de Zoonoses (UVZ) tem a atribuição de viabilizar o serviço de recepção de animais de relevância para a saúde pública.


Assinale a alternativa correta:
 

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3773309 Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
A infecção é a invasão de tecidos do corpo por microrganismos patogênicos, causando resposta inflamatória. A amebíase é uma infecção causada pelo protozoário Entamoeba histolytica. Sobre o assunto, julgue as seguintes afirmações como verdadeiras (V) ou falsas (F):

(__)O período de incubação da amebíase é sempre inferior a 24 horas.
(__)A amebíase pode ser transmitida pela ingestão de alimentos ou água contaminados com fezes contendo cistos amebianos maduros.
(__)A amebíase é transmitida exclusivamente pelo contato sexual.


Assinale a alternativa cuja respectiva ordem de julgamento está correta:
 

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