Foram encontradas 30 questões.
3773332
Ano: 2024
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: TI - Ciência de Dados e BI
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Em 2023, a implementação de inteligência artificial (IA)
em diversos setores trouxe benefícios e desafios. Qual
dos seguintes setores se destacou pelo uso inovador da
IA?
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3773330
Ano: 2024
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Direito Tributário
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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A reforma tributária no Brasil foi uma das pautas centrais
discutidas no Congresso Nacional durante 2023. O
principal objetivo da proposta foi simplificar o sistema de
impostos e criar um ambiente mais favorável para os
negócios. Qual foi um dos maiores desafios para a
aprovação da reforma?
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3773314
Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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3773313
Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma transição epidemiológica no país, tendência que já vem sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras instituições, como Fundação Getúlio Vargas e Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais, acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health − Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de 2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69 anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados, enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de municípios em que o câncer é a principal causa de morte quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a mortalidade por problemas cardiovasculares caiu drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas 10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças com diferentes causas e alguns são mais fáceis de prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O resultado mostra que, quanto maior o acesso a tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco — como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má alimentação —, as particularidades de cada tipo de tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver políticas específicas para cada região, capazes de melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária. "Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da obesidade, que é um fator de risco para vários tumores. Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de 20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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3773312
Ano: 2024
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Saúde Pública
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Mortes por câncer já ocupam primeiro lugar em
algumas regiões do Brasil
O câncer já é a primeira causa de morte em algumas
regiões do Brasil, ocupando o lugar das doenças
cardiovasculares. Um estudo inédito revela uma
transição epidemiológica no país, tendência que já vem
sendo observada em nações ricas.
O trabalho, conduzido por pesquisadores da
Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e outras
instituições, como Fundação Getúlio Vargas e
Universidade Federal de Uberlândia, em Minas Gerais,
acaba de ser publicado no The Lancet Regional Health −
Americas.
Para chegar ao resultado, os autores analisaram dados
de 5.570 municípios brasileiros fornecidos pelo Sistema
de Informações de Mortalidade (SIM) entre os anos de
2000 e 2019. Também foram avaliadas as mortes
prematuras, aquelas que ocorrem na faixa dos 30 aos 69
anos, que não são atribuídas ao envelhecimento.
Nesse período, as taxas de mortalidade por doenças
cardiovasculares caíram em 25 dos 27 estados,
enquanto as de câncer cresceram em 15. O número de
municípios em que o câncer é a principal causa de morte
quase dobrou, passando de 7% para 13%. E, enquanto a
mortalidade por problemas cardiovasculares caiu
drasticamente, quase 40%, a de câncer reduziu apenas
10%.
Embora as doenças cardiovasculares ainda liderem as
mortes, alguns fatores explicam essa transição. "Os
avanços no diagnóstico e no tratamento, bem como as
campanhas antitabagismo, por exemplo, tiveram grande
impacto na queda da mortalidade cardiovascular. O
câncer, por outro lado, engloba mais de cem doenças
com diferentes causas e alguns são mais fáceis de
prevenir, outros mais limitados", analisa Leandro
Rezende, um dos autores do estudo e coordenador do
programa de pós-graduação em Saúde Coletiva da
Escola Paulista de Medicina, da Unifesp.
Já as doenças cardiovasculares, segundo Rezende, são
mais sensíveis a hábitos e medidas terapêuticas. "O
resultado mostra que, quanto maior o acesso a
tratamento e prevenção, menor a mortalidade", observa
o pesquisador. Apesar de o câncer e as doenças
cardiovasculares compartilharem muitos fatores de risco
— como tabagismo, sedentarismo, obesidade e má
alimentação —, as particularidades de cada tipo de
tumor dificultam a prevenção e o tratamento.
Além disso, enquanto o tratamento das doenças
cardiovasculares sempre envolve mudanças no estilo de
vida, no câncer o foco acaba sendo erradicar a doença
de forma localizada. Assim, é possível reduzir as mortes
por infartos e derrames cuidando da pressão alta, do
colesterol alto e do diabetes, por exemplo, mas o prognóstico dos tumores acaba prejudicado com
diagnósticos tardios e dificuldade de acesso a
tratamentos sofisticados.
Para os autores do novo estudo, é preciso desenvolver
políticas específicas para cada região, capazes de
melhorar o acesso à saúde nos municípios menores e
mais vulneráveis e, é claro, atuar na prevenção primária.
"Isso envolve políticas públicas, incluindo campanhas
antitabaco, controle do álcool e o grande desafio da
obesidade, que é um fator de risco para vários tumores.
Sabe-se que o estilo de vida está associado a cerca de
20 tipos de câncer, e um terço das mortes poderia ser
evitado com mudanças nos hábitos de vida", destaca
Rezende.
https://www.cnnbrasil.com.br/saude/mortes-por-cancer-ja-ocupam-prim
eiro-lugar-em-algumas-regioes-do-brasil/
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Questão presente nas seguintes provas
3773266
Ano: 2024
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
Em 2022, o Brasil enfrentou um aumento nos casos de
ciberataques. Qual dos seguintes setores foi mais
afetado por esses ataques?
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- História EconômicaEconomia Mundial Contemporânea
- MacroeconomiaEconomia Internacional na Macroeconomia
Em 2022, a crise de suprimentos global afetou várias
indústrias. Qual dos eventos foi um dos principais
catalisadores dessa crise?
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3773241
Ano: 2024
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Pedagogia
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Provas:
- Educação e SociologiaEducação, Sociedade e Prática Escolar
- Temas Educacionais PedagógicosProcesso de Ensino e AprendizagemEvasão Escolar
A pandemia de COVID-19 teve um grande impacto na
educação. Qual das seguintes consequências foi
identificada como uma das mais preocupantes em 2022?
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Questão presente nas seguintes provas
3773203
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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Em uma empresa, quatro funcionários - Ana, Bruno,
Carla e Daniel - estão organizando seus horários de
almoço. Ana almoça antes de Bruno. Carla almoça
depois de Daniel, mas antes de Ana. Quem é a última
pessoa a almoçar?
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Questão presente nas seguintes provas
3773202
Ano: 2024
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Instituto Access
Orgão: Pref. Volta Grande-MG
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A escola Nova Era tem uma biblioteca muito popular
entre os alunos, que são incentivados a ler diversos tipos
de livros como parte de suas atividades educacionais.
Para promover a leitura, a escola criou um Clube de
Leitura onde os alunos podem discutir suas leituras
favoritas. Durante uma reunião do clube, a bibliotecária
Carla quis ajudar os alunos a entender melhor os
diferentes tipos de leitura e como formar conclusões
lógicas a partir de informações dadas.
Nesse contexto, se "todos os alunos são leitores" e "alguns leitores gostam de ficção", qual das seguintes afirmações é verdadeira?
Nesse contexto, se "todos os alunos são leitores" e "alguns leitores gostam de ficção", qual das seguintes afirmações é verdadeira?
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Cadernos
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