Magna Concursos

Foram encontradas 320 questões.

A cultura e o modo de vida xinguarense formam-se a partir de elementos próprios do processo de constituição do município. Considerando isso, correlacione as colunas abaixo.

A Migrações

B Pluralidade

C Migração sazonal

D Pecuaria

( ) A cultura de Xinguara decorreu de um processo de ocupação socioespacial de grupos e classes sociais diversificadas;

( ) É possível visualizar esse traço como o mais fundamental do modo de vida e da economia xinguarense, expressa em festividades locais;

( ) No início os assentamentos deram formas a pequenas vilas que recebiam famílias de vários estados do Centro-Oeste, Norte e Nordeste;

( ) As populações periodicamente deslocam-se para outros municípios para participar da produção agropecuária e aumentar seus rendimentos.

Assinale a alternativa que contém a sequência correta de cima para baixo.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366467 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

Texto II

Enunciado 3457572-1

Disponível em https://br.pinterest.com/pin/373658100310707621/. Acesso em 30/06/2020.

No segundo quadrinho da tirinha da Mafalda, foi usado o sinal dois-pontos (:) com a função de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366466 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

Texto II

Enunciado 3457571-1

Disponível em https://br.pinterest.com/pin/373658100310707621/. Acesso em 30/06/2020.

No período “Que história é essa de ficar sentado esperando alguma coisa da vida?”, há a presença de pronomes que podem ser classificados, respectivamente, como

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366465 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

Texto II

Enunciado 3457570-1

Disponível em https://br.pinterest.com/pin/373658100310707621/. Acesso em 30/06/2020.

Um mundo “cheio de Miguelitos” é um mundo composto por

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366464 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

Texto II

Enunciado 3457569-1

Disponível em https://br.pinterest.com/pin/373658100310707621/. Acesso em 30/06/2020.

Ao analisar a frase da Mafalda presente no último quadrinho, informe como é o mundo ao qual a personagem se referiu ao falar “Será que o mundo está assim porque está cheio de Miguelitos?”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366463 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

;">;">TEXTO I

“Sons que confortam”

Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto: Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono empilhadas junto ao meio-fio.

Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou.

E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado na secretária eletrônica de alguém que já morreu.

Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será feito dentro de poucos minutos.

O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar.

O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante.

O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama.

Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando, de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vasto assim.

O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.

O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.

A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho.

O sinal da hora do recreio.

A música que você mais gosta tocando no rádio do carro. Aumente o volume.

O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezenas de desconhecidos.

O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar.

E o mais raro de todos: o silêncio absoluto.

Escritora Martha Medeiros

Disponível em https://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/sons-que-confortam-cronica-de-martha-medeiros.html. Acesso em 16/05/2020.

Em “O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado”, a conjunção “quando” estabelece no período a ideia de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366462 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

;">;">TEXTO I

“Sons que confortam”

Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto: Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono empilhadas junto ao meio-fio.

Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou.

E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado na secretária eletrônica de alguém que já morreu.

Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será feito dentro de poucos minutos.

O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar.

O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante.

O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama.

Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando, de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vasto assim.

O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.

O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.

A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho.

O sinal da hora do recreio.

A música que você mais gosta tocando no rádio do carro. Aumente o volume.

O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezenas de desconhecidos.

O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar.

E o mais raro de todos: o silêncio absoluto.

Escritora Martha Medeiros

Disponível em https://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/sons-que-confortam-cronica-de-martha-medeiros.html. Acesso em 16/05/2020.

Pode-se afirmar que a oração “Até que o garoto escutou um barulho lá fora” foi construída na (s)

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366461 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

;">;">TEXTO I

“Sons que confortam”

Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto: Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono empilhadas junto ao meio-fio.

Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou.

E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado na secretária eletrônica de alguém que já morreu.

Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será feito dentro de poucos minutos.

O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar.

O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante.

O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama.

Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando, de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vasto assim.

O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.

O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.

A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho.

O sinal da hora do recreio.

A música que você mais gosta tocando no rádio do carro. Aumente o volume.

O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezenas de desconhecidos.

O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar.

E o mais raro de todos: o silêncio absoluto.

Escritora Martha Medeiros

Disponível em https://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/sons-que-confortam-cronica-de-martha-medeiros.html. Acesso em 16/05/2020.

“E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas quem mate a saudade assim:...”. Na frase que foi destacada do texto, percebe-se que o verbo haver foi usado corretamente em relação à sua concordância. Então, assinale a alternativa que apresenta uma oração com a concordância do verbo haver realizada de forma correta, segundo as regras do padrão culto da Língua Portuguesa.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366460 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

;">;">TEXTO I

“Sons que confortam”

Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto: Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono empilhadas junto ao meio-fio.

Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou.

E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado na secretária eletrônica de alguém que já morreu.

Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será feito dentro de poucos minutos.

O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar.

O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante.

O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama.

Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando, de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vasto assim.

O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.

O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.

A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho.

O sinal da hora do recreio.

A música que você mais gosta tocando no rádio do carro. Aumente o volume.

O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezenas de desconhecidos.

O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar.

E o mais raro de todos: o silêncio absoluto.

Escritora Martha Medeiros

Disponível em https://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/sons-que-confortam-cronica-de-martha-medeiros.html. Acesso em 16/05/2020.

“Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco”. A palavra “cardíaco” recebe acento por ser

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2366459 Ano: 2020
Disciplina: Português
Banca: IDIB
Orgão: Pref. Xinguara-PA

;">;">TEXTO I

“Sons que confortam”

Eram quatro da manhã quando seu pai sofreu um colapso cardíaco. Só estavam os três na casa: o pai, a mãe e ele, um garoto de 13 anos. Chamaram o médico da família. E aguardaram. E aguardaram. E aguardaram. Até que o garoto escutou um barulho lá fora. É ele que conta, hoje, adulto: Nunca na vida ouvira um som mais lindo, mais calmante, do que os pneus daquele carro amassando as folhas de outono empilhadas junto ao meio-fio.

Inesquecível, para o menino, foi ouvir o som do carro do médico se aproximando, o homem que salvaria seu pai. Na mesma hora em que li esse relato, imaginei um sem-número de sons que nos confortam. A começar pelo choro na sala de parto. Seu filho nasceu. E o mais aliviante para pais que possuem adolescentes baladeiros: o barulho da chave abrindo a fechadura da porta. Seu filho voltou.

E pode parecer mórbido para uns, masoquismo para outros, mas há quem mate a saudade assim: ouvindo pela enésima vez o recado na secretária eletrônica de alguém que já morreu.

Deixando a categoria dos sons magnânimos para a dos sons cotidianos: a voz no alto-falante do aeroporto dizendo que a aeronave já se encontra em solo e o embarque será feito dentro de poucos minutos.

O sinal, dentro do teatro, avisando que as luzes serão apagadas e o espetáculo irá começar.

O telefone tocando exatamente no horário que se espera, conforme o combinado. Até a musiquinha que antecede a chamada a cobrar pode ser bem-vinda, se for grande a ansiedade para se falar com alguém distante.

O barulho da chuva forte no meio da madrugada, quando você está no quentinho da sua cama.

Uma conversa em outro idioma na mesa ao lado da sua, provocando a falsa sensação de que você está viajando, de férias em algum lugar estrangeiro. E estando em algum lugar estrangeiro, ouvir o seu idioma natal sendo falado por alguém que passou, fazendo você lembrar que o mundo não é tão vasto assim.

O toque do interfone quando se aguarda ansiosamente a chegada do namorado. Ou mesmo a chegada da pizza.

O aviso sonoro de que entrou um torpedo no seu celular.

A sirene da fábrica anunciando o fim de mais um dia de trabalho.

O sinal da hora do recreio.

A música que você mais gosta tocando no rádio do carro. Aumente o volume.

O aplauso depois que você, nervoso, falou em público para dezenas de desconhecidos.

O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar.

E o mais raro de todos: o silêncio absoluto.

Escritora Martha Medeiros

Disponível em https://www.asomadetodosafetos.com/2016/03/sons-que-confortam-cronica-de-martha-medeiros.html. Acesso em 16/05/2020.

Na frase “O primeiro eu te amo dito por quem você também começou a amar”, o vocábulo destacado pode ser classificado gramaticalmente como sendo

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas