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O levantamento de dados e a coleta de vestígios do local de acidente de trânsito são de suma importância para o perfeito entendimento da(s) causa(s) determinante(s) do acontecimento. No que se refere a cena, sinalização e isolamento do local de acidente de trânsito, julgue o item que se segue.
Na representação gráfica do levantamento planimétrico do local do acidente de trânsito, os corpos ou suas partes deverão ser amarrados, preferencialmente pelo sistema de triangulação.
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O levantamento de dados e a coleta de vestígios do local de acidente de trânsito são de suma importância para o perfeito entendimento da(s) causa(s) determinante(s) do acontecimento. No que se refere a cena, sinalização e isolamento do local de acidente de trânsito, julgue o item que se segue.
Nos acidentes em que há derramamento ou vazamento de produtos perigosos, a área a ser isolada ficará a critério da equipe da PRF que primeiro chegar ao local, sendo recomendado, principalmente o uso de fitas zebradas para delimitar o espaço.
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O levantamento de dados e a coleta de vestígios do local de acidente de trânsito são de suma importância para o perfeito entendimento da(s) causa(s) determinante(s) do acontecimento. No que se refere a cena, sinalização e isolamento do local de acidente de trânsito, julgue o item que se segue.
As informações prestadas espontaneamente por condutores e passageiros envolvidos em acidente de trânsito não devem ser registradas, pois eles ainda se encontram sob choque emocional.
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O levantamento de dados e a coleta de vestígios do local de acidente de trânsito são de suma importância para o perfeito entendimento da(s) causa(s) determinante(s) do acontecimento. No que se refere a cena, sinalização e isolamento do local de acidente de trânsito, julgue o item que se segue.
Na investigação do acidente de trânsito, o ponto C, usado onde houver local de colisão ou saída de pista, deve ser considerado na dinâmica do fato, pois auxilia no esclarecimento do acidente e na definição de responsabilidades dos envolvidos.
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Considerando os diferentes fatores que podem contribuir para a ocorrência de um acidente de trânsito e as providências prévias para o seu atendimento, julgue o próximo item.
Nos acidentes de trânsito sem vítimas ou sem dano social em que os condutores solicitem, por telefone, a presença da PRF no local, o policial rodoviário federal informará ao cidadão que os veículos deverão permanecer na pista de rolamento com a devida sinalização e que a equipe tardará devido ao atendimento de ocorrências mais urgentes.
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Considerando os diferentes fatores que podem contribuir para a ocorrência de um acidente de trânsito e as providências prévias para o seu atendimento, julgue o próximo item.
Acidentes de trânsito causados pela queda de uma ponte ou por deslizamentos de pista decorrem de fator humano, pois são consequência direta da construção e da conservação da via.
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Considerando os diferentes fatores que podem contribuir para a ocorrência de um acidente de trânsito e as providências prévias para o seu atendimento, julgue o próximo item.
Ao tomar conhecimento de um acidente de trânsito, o policial rodoviário federal deverá registrar no boletim de acidente de trânsito (BAT), em campo próprio destinado ao local do acidente, as seguintes informações: BR, Km, ponto de referência, grau de periculosidade do local e situação de interdição de via.
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João, agente da PRF, no exercício de suas atividades, foi acionado com sua equipe para comparecer a um local de grave acidente entre dois veículos. No boletim de acidente de trânsito (BAT), João narrou o seguinte: “Conforme averiguações realizadas no local do acidente, no município de Paracatu, no Km 25 da BR-040, constatamos, por meio dos vestígios, que o veículo Ford Ka-Sedan, placa XXX 0099 – MG, deslocava-se do município de Lagoa Grande para Paracatu e, após uma ultrapassagem, chocou-se frontalmente com um veículo Renault-Fluence, placa YYY 0088 – DF, que seguia em sentido contrário, de Brasília para Paracatu. De acordo com a dinâmica do acidente, o condutor do veículo Renault-Fluence, de quarenta e dois anos de idade, tentou evitar a colisão, jogando o veículo para o acostamento, porém o condutor do Ford Ka-Sedan também jogou o veículo para o acostamento, o que causou a colisão frontal, na porção da plataforma da rodovia que compreende a pista e o acostamento. Com o impacto da batida, os dois motoristas morreram imediatamente; a passageira do Ford Ka-Sedan, de vinte e oito anos de idade, foi socorrida pela ambulância da BR-040 e levada ao hospital municipal, com lesões graves, o que a levou a morrer no percurso. O veículo Ford Ka-Sedan ficou atravessado em uma das pistas; ao passo que o outro veículo foi arremessado às margens da rodovia, dando um giro sobre si, em um ângulo de 160°, imobilizando-se nessa posição. O trecho do acidente foi interrompido nos dois sentidos para os trabalhos da perícia e para a remoção dos corpos, que ficaram presos às ferragens. No trecho onde ocorreu o acidente, é permitida a ultrapassagem, e a velocidade máxima permitida é de 110 Km/h.” A imprensa compareceu ao local e solicitou ao agente João uma entrevista acerca do fato. João negou-se a fazê-lo, sugerindo que fosse estabelecido contato com a Comunicação Social da PRF, a fim de que fosse autorizada a entrevista.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item subsecutivo.
A ocorrência narrada contém informações consideradas de interesse público, razão pela qual deve ser classificada como uma ocorrência relevante.
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João, agente da PRF, no exercício de suas atividades, foi acionado com sua equipe para comparecer a um local de grave acidente entre dois veículos. No boletim de acidente de trânsito (BAT), João narrou o seguinte: “Conforme averiguações realizadas no local do acidente, no município de Paracatu, no Km 25 da BR-040, constatamos, por meio dos vestígios, que o veículo Ford Ka-Sedan, placa XXX 0099 – MG, deslocava-se do município de Lagoa Grande para Paracatu e, após uma ultrapassagem, chocou-se frontalmente com um veículo Renault-Fluence, placa YYY 0088 – DF, que seguia em sentido contrário, de Brasília para Paracatu. De acordo com a dinâmica do acidente, o condutor do veículo Renault-Fluence, de quarenta e dois anos de idade, tentou evitar a colisão, jogando o veículo para o acostamento, porém o condutor do Ford Ka-Sedan também jogou o veículo para o acostamento, o que causou a colisão frontal, na porção da plataforma da rodovia que compreende a pista e o acostamento. Com o impacto da batida, os dois motoristas morreram imediatamente; a passageira do Ford Ka-Sedan, de vinte e oito anos de idade, foi socorrida pela ambulância da BR-040 e levada ao hospital municipal, com lesões graves, o que a levou a morrer no percurso. O veículo Ford Ka-Sedan ficou atravessado em uma das pistas; ao passo que o outro veículo foi arremessado às margens da rodovia, dando um giro sobre si, em um ângulo de 160°, imobilizando-se nessa posição. O trecho do acidente foi interrompido nos dois sentidos para os trabalhos da perícia e para a remoção dos corpos, que ficaram presos às ferragens. No trecho onde ocorreu o acidente, é permitida a ultrapassagem, e a velocidade máxima permitida é de 110 Km/h.” A imprensa compareceu ao local e solicitou ao agente João uma entrevista acerca do fato. João negou-se a fazê-lo, sugerindo que fosse estabelecido contato com a Comunicação Social da PRF, a fim de que fosse autorizada a entrevista.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item subsecutivo.
O agente, ao narrar o local onde ocorreu a colisão entre os veículos, poderia ter dito que o acidente havia acontecido no leito carroçável da rodovia.
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João, agente da PRF, no exercício de suas atividades, foi acionado com sua equipe para comparecer a um local de grave acidente entre dois veículos. No boletim de acidente de trânsito (BAT), João narrou o seguinte: “Conforme averiguações realizadas no local do acidente, no município de Paracatu, no Km 25 da BR-040, constatamos, por meio dos vestígios, que o veículo Ford Ka-Sedan, placa XXX 0099 – MG, deslocava-se do município de Lagoa Grande para Paracatu e, após uma ultrapassagem, chocou-se frontalmente com um veículo Renault-Fluence, placa YYY 0088 – DF, que seguia em sentido contrário, de Brasília para Paracatu. De acordo com a dinâmica do acidente, o condutor do veículo Renault-Fluence, de quarenta e dois anos de idade, tentou evitar a colisão, jogando o veículo para o acostamento, porém o condutor do Ford Ka-Sedan também jogou o veículo para o acostamento, o que causou a colisão frontal, na porção da plataforma da rodovia que compreende a pista e o acostamento. Com o impacto da batida, os dois motoristas morreram imediatamente; a passageira do Ford Ka-Sedan, de vinte e oito anos de idade, foi socorrida pela ambulância da BR-040 e levada ao hospital municipal, com lesões graves, o que a levou a morrer no percurso. O veículo Ford Ka-Sedan ficou atravessado em uma das pistas; ao passo que o outro veículo foi arremessado às margens da rodovia, dando um giro sobre si, em um ângulo de 160°, imobilizando-se nessa posição. O trecho do acidente foi interrompido nos dois sentidos para os trabalhos da perícia e para a remoção dos corpos, que ficaram presos às ferragens. No trecho onde ocorreu o acidente, é permitida a ultrapassagem, e a velocidade máxima permitida é de 110 Km/h.” A imprensa compareceu ao local e solicitou ao agente João uma entrevista acerca do fato. João negou-se a fazê-lo, sugerindo que fosse estabelecido contato com a Comunicação Social da PRF, a fim de que fosse autorizada a entrevista.
Com base na situação hipotética apresentada, julgue o item subsecutivo.
O relato elaborado pelo agente João está de acordo com o modelo de narrativa adotado pela PRF.
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