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2330454 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Texto 1A18-I

Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia.

Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.

C. Mauch. Considerações sobre a história da polícia. In: MÉTIS:
história & cultura,
v. 6, n.º 11, jan./jun. 2007, p. 107-19 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o item a seguir.

Infere-se da leitura do primeiro parágrafo do texto que o desenvolvimento de áreas científicas ligadas à justiça criminal no século XIX está associado a visões preconceituosas sobre certos grupos de indivíduos.

 

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2330453 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Texto 1A18-I

Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia.

Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.

C. Mauch. Considerações sobre a história da polícia. In: MÉTIS:
história & cultura,
v. 6, n.º 11, jan./jun. 2007, p. 107-19 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o item a seguir.

Seriam mantidos a correção gramatical e os sentidos do texto caso o segundo período do primeiro parágrafo fosse reescrito da seguinte maneira: Porque nos países europeus houve empenho em prevenir crimes, o que representou nova atitude de controle social, o resultado foi o desenvolvimento de uma habilidade específica pelas autoridades policiais: a de explicar e prevenir o crime.

 

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2330452 Ano: 2021
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Texto 1A18-I

Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia.

Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.

C. Mauch. Considerações sobre a história da polícia. In: MÉTIS:
história & cultura,
v. 6, n.º 11, jan./jun. 2007, p. 107-19 (com adaptações).

Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o item a seguir.

A transferência da polícia do sistema de justiça para o governo da cidade marca o que pode ser considerado uma mudança de paradigma no que se refere ao papel da polícia na sociedade.

 

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2330451 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

En «Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar», es posible reemplazar la locución «Sin embargo» por No obstante, sin alterar el significado del texto.

 

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2330450 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

Existen lugares en el mundo donde la energía eólica funciona bien a muy bajas temperaturas.

 

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2330449 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

Algunos estados, como Florida, producen energía en una escala comparable a la de Texas.

 

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2330448 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

La ausencia de viento es el principal motivo de la escasez de producción de energía eólica en Texas durante la época descrita.

 

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2330447 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

El vocablo «Eso», en el último párrafo, alude a la decisión tomada por Texas de aislar su red energética del resto del país.

 

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2330446 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

Los cambios en la producción de energía en Texas repercuten en todo el territorio estadounidense.

 

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2330445 Ano: 2021
Disciplina: Espanhol (Língua Espanhola)
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PRF

Una helada profunda esta semana en Texas, que depende de la electricidad para calentar muchos hogares, está provocando que la demanda de energía se dispare. Al mismo tiempo, las instalaciones de gas natural, carbón, eólicas y nucleares en Texas han quedado fuera de servicio debido a las impensables bajas temperaturas.

«El frío extremo está haciendo que todo el sistema se congele», dijo Jason Bordoff, director del Centro de Política Energética Global de la Universidad de Columbia. «Todas las fuentes de energía tienen un rendimiento bajo en el frío extremo porque no están diseñadas para manejar estas condiciones inusuales».

El efecto dominó se está sintiendo en todo el país a medida que la prolífica industria de petróleo y gas de Texas se tambalea.

Es sorprendente que estos cortes de energía estén ocurriendo en un estado con abundantes recursos energéticos.

Texas produce más electricidad que cualquier otro estado de Estados Unidos de América, generando casi el doble que Florida, el siguiente más cercano, según estadísticas federales.

La energía eólica también está en auge en Texas, que produjo alrededor del 28% de toda la electricidad eólica de Estados Unidos de América en 2019, dijo la EIA. Pero el problema es que Texas no solo es una superpotencia energética, sino que tiende a ser un estado de temperatura por encima del promedio. Eso significa que su infraestructura está mal preparada para la ola de frío que actualmente está causando estragos. Y las consecuencias las están sintiendo millones.

Los críticos de la energía renovable han señalado que las turbinas eólicas se han congelado o deben cerrarse debido al clima extremo.

Aunque otros lugares con clima más frío (como Iowa y Dinamarca) dependen del viento para obtener una proporción de energía aún mayor, los expertos dijeron que las turbinas en Texas no fueron acondicionadas para la helada inesperada.

Pero esto no se trata solo de que las turbinas eólicas dejen de funcionar. Las centrales eléctricas de gas natural y carbón necesitan agua para mantenerse en línea. Sin embargo, esas instalaciones de agua se congelaron con las bajas temperaturas y otras perdieron el acceso a la electricidad que necesitaban para funcionar.

Es demasiado pronto para decir definitivamente qué salió mal en Texas y cómo evitar cortes similares. Las autoridades estatales deberán proporcionar más información. A pesar de todo, algunos expertos dicen que las críticas a la energía eólica ya parecen exageradas. «En términos del juego de la culpa, el enfoque en el viento es una pista falsa. Es más un problema político que lo que está causando los problemas de energía en la red», dijo Dan Cohan, profesor asociado de Ingeniería Ambiental en la Universidad de Rice.

La crisis energética en Texas también plantea preguntas sobre la naturaleza de la red eléctrica desregulada y descentralizada del estado. A diferencia de otros estados, Texas ha tomado la decisión consciente de aislar su red del resto del país.

Eso significa que cuando las cosas van bien, Texas no puede exportar el exceso de energía a los estados vecinos. Y en la crisis actual, tampoco puede importar energía.

Internet: < cnnespanol.cnn.com> (con adaptaciones).

De acuerdo con las ideas y estructuras del texto presentado, juzgue lo siguiente ítem.

Pese a las bajas temperaturas, la producción de energía consiguió funcionar normalmente en Texas.

 

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