Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Conforme o texto, avalie as assertivas que seguem:

I. A inteligência individual está retrocedendo; entretanto, as decisões pessoais, individuais e inerentes a cada ser humano ainda estão preservadas e deverão continuar assim por muito tempo.

II. O conhecimento dito embarcado refere-se a tudo aquilo que é adquirido pelo homem durante os momentos que viaja, tudo aquilo que é adquirido como informação que recebe de outros não dissemina – ou seja, retém e não socializa nem relacionada com outras já retidas.

III. A cada dia mais o uso da inteligência humana tem se alimentado de estratégias tecnológicas que lhe permitem ser autônomo e criativo em suas decisões, as quais se baseiam em sua capacidade analítica, baseada em funções exclusivamente reflexivas.

Quais estão INCORRETAS?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Todos os itens abaixo estão relacionados à abordagem do tema do texto, EXCETO:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise o trecho abaixo e assinale a alternativa que contém a justificativa correta para o uso do acento gráfico.

“Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos, inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse conhecimento embarcado para fora”.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Na linha 20, a palavra “que” classifica-se como:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Dentre as frases abaixo, retiradas do texto, assinale aquela que NÃO pode ser convertida para a voz passiva.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Caso no período: “Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade”. (l. 16-18) os verbos auxiliares fossem flexionados na primeira pessoa do singular do mesmo tempo e modo verbais que têm no período, assumiriam, respectivamente, as formas:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Em relação à substituição de vocábulos do primeiro parágrafo do texto, analise as assertivas abaixo:

I. Na linha 03, “vã” poderia substituir “fútil” sem provocar alteração no sentido.

II. “alheia” (l. 04) seria, correta e adequadamente, substituída por “alheada” sem causar incorreção ao período.

III. Na linha 05, ao se usar “impele” em lugar de “incita” nenhuma alteração ocorreria na frase.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relativamente ao terceiro parágrafo do texto, analise as assertivas abaixo:

I. Os verbos “tem”, “mostra”, “faz” e “avisa” têm sujeitos classificados como simples.

II. Os termos “as respostas”, “o caminho”, “cálculos” e “dos comportamentos importantes” são complementos verbais classificados como objetos diretos.

III. “dos rios” funciona no período como adjunto adverbial de lugar.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre o uso de sinais de pontuação no primeiro parágrafo do texto, analise as assertivas abaixo:

I. A primeira vírgula utilizada na linha 01 separa termos coordenados.

II. Os pares de parênteses foram usados para isolar frases intercaladas no período, com caráter explicativo.

III. O par de aspas utilizado no parágrafo foi utilizado para marcar a transcrição de parte de texto inconcluso.

Quais estão corretas?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Exteligência e o emburrecimento das pessoas

Por Fernando D’Ángelo

01 Com a internet, os smartphones e os aplicativos, estamos cada vez menos exigindo

02 raciocínio de nosso cérebro. “Hoje, buscamos na internet informações que satisfaçam nossa

03 curiosidade diversiva (aquela curiosidade mais fútil e sem profundidade) e a curiosidade

04 empática (a curiosidade de saber da vida alheia) e estamos deixando muito pouco espaço para

05 a curiosidade epistêmica (a curiosidade mais analítica, profunda, que incita questionamentos e

06 raciocínio mais profundo).” – Walter Longo, na WTW 2019.

07 Nós temos um conhecimento embarcado. A memória, a capacidade de fazer cálculos,

08 inferências e predições, de perceber o tempo e a hora, de conectarmos informações provenientes

09 de diferentes origens e gerarmos novas ideias e insights. E estamos mandando esse

10 conhecimento embarcado para fora.

11 O Google tem as respostas, então não precisamos mais decorar os nomes dos rios, ou

12 dos estados e todas as capitais brasileiras, por exemplo. O Waze nos mostra o caminho. A

13 calculadora faz cálculos. O smartphone nos avisa dos compromissos importantes e nos lembra

14 dos telefones de nossos amigos — e em muitas outras situações nos deparamos com este tipo

15 de atitude.

16 Estamos delegando a dispositivos fora de nosso cérebro funções que eram

17 prioritariamente mentais, e com isso, estamos tornando nosso cérebro preguiçoso. Estamos

18 literalmente emburrecendo e perdendo nosso poder de criatividade.

19 Um neurocientista francês chamado Michel Desmurget, diretor de pesquisa do Instituto

20 Nacional de Saúde da França, apresentou em 2020 um estudo que demonstra de forma enfática

21 como os dispositivos digitais afetam seriamente o desenvolvimento neural de crianças e jovens.

22 Estamos criando uma sociedade com mais inteligência em rede, mas com menos

23 inteligência individual. Este é o cenário atual. E considerando o avanço dos algoritmos de

24 Inteligência Artificial, muito em breve estaremos confiando a esses algoritmos a tomada de

25 decisões. E então a IA vai decidir onde trabalharemos, o que faremos, com quem casaremos, o

26 que vamos comer, etc.

27 E neste ponto, cito Yuval Harari (HSM Expo 2019): “Afinal, qual será o significado da vida

28 quando todas as decisões importantes serão feitas por algoritmos?”.

(Disponível em: https://comunicacaoprodutiva.com.br/mundo/desafios-do-seculo-21/- 12/2/21 – texto adaptado especialmente para esta prova).

Relativamente às ocorrências da palavra ‘a’ no texto, analise as assertivas abaixo, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) As três ocorrências da palavra ‘a’ (l. 03, 04 e 05) são, do ponto de visto da classe gramatical, artigos definidos.

( ) Na linha 16, a palavra ‘a’ é uma preposição, ali utilizada para atender à regência de termo que a antecede.

( ) As duas ocorrências da palavra ‘a’ na linha 24 pertencem à mesma classe gramatical, introduzindo termos cuja classificação quanto à função que exercem na frase é a mesma.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas