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Foram encontradas 40 questões.

1046028 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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Texto II
CIÊNCIA CARA = BOM INVESTIMENTO
Marcelo Gleiser
Fazer pesquisa é caro, mas vale a pena. Vamos pensar apenas na ciência de base, ou seja, a ciência que não tem o objetivo imediato de ser “útil” via aplicações tecnológicas ou gerando riqueza, cuja meta é investigar a natureza. Quanto um país deve investir nesse tipo de pesquisa?
Quando se discute como equilibrar o orçamento da União, é crucial questionar como os fundos vindos do contribuinte devem ser usados. Afinal, existem necessidades críticas em educação, infraestrutura de transporte, modernização de hospitais, atendimento médico para milhões de necessitados, etc.
Num ensaio recente na “New York Review of Books”, uma prestigiosa publicação americana, o prêmio Nobel Steven Weinberg afirma que a solução nunca deve ser tirar dinheiro de áreas necessitadas para financiar pesquisa de base (ou qualquer outra.), mas que, por outro lado, o investimento na pesquisa de base deveria ser uma opção óbvia para qualquer país que pretende ter uma posição de liderança internacional.
[...]
Na minha opinião, cortar o fomento à pesquisa de base, incluindo projetos bem definidos de alto custo, é inadmissível. Um mundo focado no imediato, no pragmático, pode ser eficiente, mas é extremamente monótono. Imagine um mundo sem as descobertas sensacionais que andam sendo feitas sobre o Cosmo e os mistérios da matéria; um mundo sem estrelas explodindo, sem galáxias colidindo e buracos negros.
Pior, imagine um mundo sem o que ainda não conhecemos e que nunca poderemos descobrir sem nossos instrumentos de exploração. Ademais, perderíamos todas as possíveis aplicações das descobertas.
[...].
Folha de São Paulo, 13 mai. 2012.
Levando-se em consideração as informações do texto II, analise as afirmações a seguir a respeito dele:
I. Marcelo Gleiser deixa claro que defende uma ciência que tem o objetivo imediato de ser “útil”, seja via aplicações tecnológicas ou gerando riqueza.
II. Steven Weinberg, citado por Gleiser, defende que a solução para a questão da pesquisa deve ser a diminuição dos gastos com áreas necessitadas para financiar pesquisa de base.
III. É possível depreender do texto que Marcelo Gleiser defende que se a ciência for desenvolvida para focar- -se apenas em questões práticas, só apoiando pesquisas que deem resultados imediatos, a ciência será muito limitada.
Está(ão) correta(s):
 

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1045981 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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Assinale a alternativa em que a mudança de pontuação no período II altera o sentido do período I:
 

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1045967 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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Sobre a organização administrativa, considere as seguintes afirmativas:

1. As empresas públicas são entidades que compõem a Administração Pública Indireta e se apresentam como pessoas jurídicas de direito privado, constituídas sob quaisquer das formas admitidas no direito comercial e com capital formado exclusivamente por recursos provenientes das pessoas jurídicas de direito público.

2. As sociedades de economia mista são pessoas jurídicas de direito privado, autorizadas por lei, constituídas sob a forma de sociedade anônima, cujo capital votante deve ser majoritariamente público, tendo suas atividades regidas pelo regime jurídico preponderantemente privado.

3. As autarquias são pessoas jurídicas de direito privado, criadas por lei, com autonomia administrativa para o exercício de determinadas atividades típicas do Estado, submetidas ao regime jurídico de direito público.

4. As empresas estatais, não obstante a sua personalidade jurídica de direito privado e sua sujeição ao regime jurídico de direito privado, têm sua contratação de pessoal subordinada à realização de concurso público.

Assinale a alternativa correta.

 

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1045958 Ano: 2012
Disciplina: Redação Oficial
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, assinale a alternativa correta.
 

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1045956 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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Leia o texto a seguir:
Dois alunos chegam tarde escola e justificam-se professora:
O primeiro aluno diz:
– Acordei tarde, professora! Sonhei que fui Polinésia e a viagem demorou muito.
O segundo aluno diz:
– E eu fui esperá-lo no aeroport
o!
As lacunas da frase acima estarão corretamente preenchidas, respectivamente, por:
 

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1045951 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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O texto a seguir servirá de base para você responder à questão:
Texto I
Dr. House e o positivismo
O senso comum do cientista e do profissional liberal diz a seguinte regra: deixe de fora as paixões e as intrigas e busque tratar cada caso ou situação de modo objetivo. Por essa regra, o médico, por exemplo, deve concentrar sua atenção exclusivamente na doença, e esta é entendida como o que se manifesta em um setor do corpo ou do psíquico (o que vale para o advogado, o engenheiro, o professor, etc.).
O Dr. House* subverte esse princípio de ouro do positivismo: ele potencializa a intriga, a fofoca e mistura tudo em um caldeirão de emoções no qual ele próprio vive e para onde arrasta toda a sua equipe e, não raro, uma boa parte do hospital e da família do doente. Ele aposta que o caldeirão que pesa contra todo o nascimento de qualquer objetividade é que produzirá a solução objetiva do caso em questão – e ele não erra nunca.
Por que o Dr. House não erra, mesmo fazendo tudo que é o contrário do bom senso e da filosofia metodológica que guia a ciência? Simples: os médicos que escrevem a série parecem querer realmente subverter o que se pensa academicamente da medicina ou de outras profissões liberais. Tendo ou não alguma visão filosófica um pouco mais elaborada – e isso eu não sei –, o fato é que eles, como escritores que conhecem bem o cotidiano do hospital, puseram na praça um médico que é um bom investigador de casos e, no entanto, aparentemente não trabalha com o chamado “método científico” dentro de seus cânones estabelecidos no final do século XIX.
Assim, o Dr. House é um bom exemplo para a filosofia contemporânea, seja pela abordagem americana, de Rorty, ou pela abordagem alemã, de Habermas (neste caso, ao menos em parte.), pois em ambas o conhecimento é visto como do âmbito da intersubjetividade e não dos polos sujeito e objeto. House é o médico que potencializa a liberdade para que a interação das pessoas seja a mais rica possível, e ele aposta que desta situação emergirão boas chances de se chegar a um diagnóstico verdadeiro.
Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor. 23/06/2010 Disponível em:
<http://ghiraldelli.pro.br/2010/06/23/dr-house-o-anti-positivismo/>. Acesso em 15 mai. 2012.
* House é uma série de tevê de investigação, em que o herói é um médico polêmico, irreverente e antissocial que não confia em ninguém, muito menos em seus pacientes. Dr. House formou uma excelente equipe de excelentes médicos para diagnosticar doenças em casos misteriosos e já desacreditados. Somente pacientes em estado crítico são examinados por esse time, sempre disposto a descobrir a causa dos males para salvar vidas, seja através das vias tradicionais ou fazendo uso de métodos pouco tradicionais.
Observe o trecho a seguir, extraído do texto I:
Ele aposta que o caldeirão que pesa contra todo o nascimento de qualquer objetividade é que produzirá a solução objetiva do caso em questão – e ele não erra nunca.
Levando-se em conta o texto I como um todo, analise as afirmações a seguir em relação ao trecho acima:
I. O caldeirão a que se refere o texto acima é um caldeirão de emoções em que House não se envolve.
II. Dr. House não quer a solução objetiva dos casos que trata.
III. Para atingir um diagnóstico objetivo, Dr. House incentiva interações de que participam emoções e paixões.
Está(ão) correta(s):
 

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1045949 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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O texto a seguir servirá de base para você responder à questão:
Texto I
Dr. House e o positivismo
O senso comum do cientista e do profissional liberal diz a seguinte regra: deixe de fora as paixões e as intrigas e busque tratar cada caso ou situação de modo objetivo. Por essa regra, o médico, por exemplo, deve concentrar sua atenção exclusivamente na doença, e esta é entendida como o que se manifesta em um setor do corpo ou do psíquico (o que vale para o advogado, o engenheiro, o professor, etc.).
O Dr. House* subverte esse princípio de ouro do positivismo: ele potencializa a intriga, a fofoca e mistura tudo em um caldeirão de emoções no qual ele próprio vive e para onde arrasta toda a sua equipe e, não raro, uma boa parte do hospital e da família do doente. Ele aposta que o caldeirão que pesa contra todo o nascimento de qualquer objetividade é que produzirá a solução objetiva do caso em questão – e ele não erra nunca.
Por que o Dr. House não erra, mesmo fazendo tudo que é o contrário do bom senso e da filosofia metodológica que guia a ciência? Simples: os médicos que escrevem a série parecem querer realmente subverter o que se pensa academicamente da medicina ou de outras profissões liberais. Tendo ou não alguma visão filosófica um pouco mais elaborada – e isso eu não sei –, o fato é que eles, como escritores que conhecem bem o cotidiano do hospital, puseram na praça um médico que é um bom investigador de casos e, no entanto, aparentemente não trabalha com o chamado “método científico” dentro de seus cânones estabelecidos no final do século XIX.
Assim, o Dr. House é um bom exemplo para a filosofia contemporânea, seja pela abordagem americana, de Rorty, ou pela abordagem alemã, de Habermas (neste caso, ao menos em parte.), pois em ambas o conhecimento é visto como do âmbito da intersubjetividade e não dos polos sujeito e objeto. House é o médico que potencializa a liberdade para que a interação das pessoas seja a mais rica possível, e ele aposta que desta situação emergirão boas chances de se chegar a um diagnóstico verdadeiro.
Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor. 23/06/2010 Disponível em:
<http://ghiraldelli.pro.br/2010/06/23/dr-house-o-anti-positivismo/>. Acesso em 15 mai. 2012.
* House é uma série de tevê de investigação, em que o herói é um médico polêmico, irreverente e antissocial que não confia em ninguém, muito menos em seus pacientes. Dr. House formou uma excelente equipe de excelentes médicos para diagnosticar doenças em casos misteriosos e já desacreditados. Somente pacientes em estado crítico são examinados por esse time, sempre disposto a descobrir a causa dos males para salvar vidas, seja através das vias tradicionais ou fazendo uso de métodos pouco tradicionais.
Observe o trecho a seguir:
O senso comum do cientista e do profissional liberal diz a seguinte regra: deixe de fora as paixões e as intrigas e busque tratar cada caso ou situação de modo objetivo.
Assinale a alternativa em que houve a correta transformação dos verbos para a segunda pessoa do singular, mantendo-se o mesmo tempo e modo verbais.
 

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1045947 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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O texto a seguir servirá de base para você responder à questão:
Texto I
Dr. House e o positivismo
O senso comum do cientista e do profissional liberal diz a seguinte regra: deixe de fora as paixões e as intrigas e busque tratar cada caso ou situação de modo objetivo. Por essa regra, o médico, por exemplo, deve concentrar sua atenção exclusivamente na doença, e esta é entendida como o que se manifesta em um setor do corpo ou do psíquico (o que vale para o advogado, o engenheiro, o professor, etc.).
O Dr. House* subverte esse princípio de ouro do positivismo: ele potencializa a intriga, a fofoca e mistura tudo em um caldeirão de emoções no qual ele próprio vive e para onde arrasta toda a sua equipe e, não raro, uma boa parte do hospital e da família do doente. Ele aposta que o caldeirão que pesa contra todo o nascimento de qualquer objetividade é que produzirá a solução objetiva do caso em questão – e ele não erra nunca.
Por que o Dr. House não erra, mesmo fazendo tudo que é o contrário do bom senso e da filosofia metodológica que guia a ciência? Simples: os médicos que escrevem a série parecem querer realmente subverter o que se pensa academicamente da medicina ou de outras profissões liberais. Tendo ou não alguma visão filosófica um pouco mais elaborada – e isso eu não sei –, o fato é que eles, como escritores que conhecem bem o cotidiano do hospital, puseram na praça um médico que é um bom investigador de casos e, no entanto, aparentemente não trabalha com o chamado “método científico” dentro de seus cânones estabelecidos no final do século XIX.
Assim, o Dr. House é um bom exemplo para a filosofia contemporânea, seja pela abordagem americana, de Rorty, ou pela abordagem alemã, de Habermas (neste caso, ao menos em parte.), pois em ambas o conhecimento é visto como do âmbito da intersubjetividade e não dos polos sujeito e objeto. House é o médico que potencializa a liberdade para que a interação das pessoas seja a mais rica possível, e ele aposta que desta situação emergirão boas chances de se chegar a um diagnóstico verdadeiro.
Paulo Ghiraldelli Jr., filósofo, escritor e professor. 23/06/2010 Disponível em:
<http://ghiraldelli.pro.br/2010/06/23/dr-house-o-anti-positivismo/>. Acesso em 15 mai. 2012.
* House é uma série de tevê de investigação, em que o herói é um médico polêmico, irreverente e antissocial que não confia em ninguém, muito menos em seus pacientes. Dr. House formou uma excelente equipe de excelentes médicos para diagnosticar doenças em casos misteriosos e já desacreditados. Somente pacientes em estado crítico são examinados por esse time, sempre disposto a descobrir a causa dos males para salvar vidas, seja através das vias tradicionais ou fazendo uso de métodos pouco tradicionais.
Levando-se em consideração as informações do texto I, assinale a alternativa que contém um comentário INCORRETO sobre ele.
 

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1045944 Ano: 2012
Disciplina: Matemática
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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De todas as pessoas que aguardavam atendimento na sala de espera de uma clínica, 30% eram do sexo masculino. Se nesse mesmo instante, exatamente 14 mulheres também aguardavam atendimento, é correto afirmar que:
 

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1046160 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: CEC
Orgão: RPPS Palmeira-PR
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Considerando as afirmativas abaixo, assinale a opção correta:

I. É inexigível a licitação quando houver inviabilidade de competição, em especial para contratação de profissional de qualquer setor artístico, desde que consagrado pela crítica especializada ou pela opinião pública.

II. A determinação das modalidades de licitação para obras e serviços de engenharia deve respeitar os seguintes parâmetros gerais: convite – até R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais); tomada de preços – até R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais); concorrência: acima de R$ 1.500.000,00 (um milhão e quinhentos mil reais).

III. É dispensável a licitação nos casos de guerra ou grave perturbação da ordem, entre outros casos.

Questão Desatualizada

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