Foram encontradas 40 questões.
Um vendedor na praia tem uma certa quantidade de picolés. Para o primeiro cliente ele vendeu metade dos picolés mais dois. Para o segundo cliente ele vendeu metade do que restava mais dois. O terceiro cliente comprou metade dos picolés que restavam mais dois. Quando o quarto cliente comprou metade do que restava mais dois os picolés acabaram.
O vendedor tinha, originalmente:
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Uma cidade tem 5 linhas de ônibus: O1, O2, O3, O4 e O5. Esses ônibus fazem os seguintes trajetos:
- Bairro A ao Bairro B
- Bairro C ao Bairro A
- Bairro B ao Bairro D
- Bairro D ao Bairro A
- Bairro B ao Bairro C
Sabendo que os ônibus O1 e O4 não têm como destino final ou inicial o Bairro A, O2 e O3 não têm como destino final ou inicial o Bairro C e O3 e O4 não têm como destino final ou inicial o Bairro D, o ônibus que faz o trajeto entre os bairros B e C é:
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Todas as segundas Maria vai para o trabalho de carro se estiver chovendo. Considerando que quando é segunda Maria vai a academia e que ela não foi, pode-se afirmar que:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
No trecho “...Religião, política, saúde...” (L 8 ), a palavra sublinhada é acentuada pela mesma razão que:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
No trecho “No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas...” (L 2/3), o termo em destaque tem a sua análise morfossintática descrita em:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
No trecho “Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando...” (parágrafo 3), a expressão destacada introduz uma oração, cujo valor semântico é de:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Em “O modo rápido como se espalham...” (L 11/12), o verbo encontrado é do tipo:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Na frase “Por ter sido diagnosticado com a Covid, teve que ficar de quarentena por 14 dias.”, o trecho destacado apresenta a seguinte figura:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
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Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Considerando o texto apresentado, pode-se classificá-lo como um texto:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
Na dúvida, não compartilhe
Você pode ter passado por essa situação hoje mesmo. No celular, leu uma notícia bombástica que, alarmado, decidiu encaminhar a outras pessoas – sem imaginar que estava espalhando uma notícia falsa, as famosas fake news. Essas notícias enganam, pois mesclam verdades e inverdades. Por terem elementos reais, soam incríveis.
Religião, política, saúde: as fake news podem ser sobre qualquer assunto, desde que haja alguém interessado em sua propagação. Elas estão aí há tempos. A novidade hoje é o meio de transmissão. O modo rápido como se espalham é o ponto-chave desse tipo de notícia. Recebidas pelo celular e compartilhadas nas redes sociais, elas viralizam rapidamente. E por que muitos de nós repassamos esse tipo de conteúdo? Dois sentimentos, para mim, explicam esse compartilhamento. Primeiro, um ódio que leva a querer acabar com a reputação de algo ou de alguém. O outro é a vontade de ser o primeiro a passar aquela informação ao grupo.
As consequências desse ato são perigosas. Essas mensagens mudam a maneira como enxergamos o outro, colocam a reputação de muita gente em cheque. Por isso, em todo o país, há gente se mobilizando para fazer com que essa roda pare de girar – e para conscientizar todos do perigo de um gesto aparentemente inocente, que é compartilhar.
Manuela Aquino
Dentre as alternativas abaixo sobre as fake news, a que não é mencionada no texto é:
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