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O artigo 165 do Código de Trânsito Brasileiro é o temor de muitos motoristas que gostam da noite ou de tomar um chope no happy hour com os colegas de trabalho.
Veja o que diz o trecho:
Art. 165. Dirigir sob a influência de álcool ou de qualquer outra substância psicoativa que determine dependência, o condutor está cometendo:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
Nos trechos “...guardar o tal guarda-chuva...
...Vixi! O jeito é aceitar...
...a gente se lembra de levar...”,
os termos em destaque têm a seguinte classificação gramatical:
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Arthur Lira, Rodrigo Pacheco, Luiz Fux e Luiz Roberto Barroso são, respectivamente, presidentes do (da):
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O coronavírus é uma família de vírus que pode causar danos em animais e em humanos. Em pessoas, pode resultar em infecções respiratórias que vão desde um resfriado até síndromes respiratórias agudas severas. O novo coronavírus (SARS-Cov-2) causa a doença denominada Covid-19, que teve início na China, em dezembro de 2019. O mundo científico debruçou-se em estudos para a criação de vacinas para combater esse vírus tão contagioso. Acerca dessas vacinas, é correto afirmar, EXCETO que:
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“O Brasil está sob o risco de uma nova crise energética, que traz de volta o medo de um apagão e a possibilidade de racionamento de energia, tendo como causa o forte período de seca que desabasteceu as reservas das usinas hidrelétricas. Uma alta nos preços da conta de luz, que já vem sendo sentida há alguns meses, pode piorar já neste mês de setembro. Nesta terça-feira, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, fez um pronunciamento oficial em cadeia nacional pedindo um esforço inadiável na redução do consumo, o que certamente vai impactar as empresas”. São causas para o aumento da tarifa de energia elétrica:
(El País – Brasil) adaptação.
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
No período “Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta...”, a palavra em destaque tem a seguinte morfossintaxe:
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A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
A alternativa em que todas as palavras apresentam dígrafo é:
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Julia é dona de uma loja de doces que vende bolos e biscoitos. A loja funciona de segunda a sábado e fecha aos domingos. Nas segundas, terças e quintas ela abre a loja apenas na parte da manhã. Nas quartas, sextas e sábados ela abre apenas na parte da tarde.
A produção dos doces ocorre apenas nos dias em que a loja está aberta. Os bolos são produzidos dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos e nem nos dias em que os biscoitos são produzidos. E os biscoitos são produzidos nas segundas e outros dois dias por semana, mas nunca em dias consecutivos nem dias de produção de bolos.
Se os bolos são produzidos em dias em que a loja abre a tarde, pode-se afirmar que:
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Leia o texto abaixo e responda ao que se pede.
A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
Considerando os verbos em destaque no trecho “A personagem manteve o firme propósito de caminhar a pé. Se ela mantiver a intenção, alcançará seu objetivo.”, indique a alternativa em que houve ERRO na flexão das formas verbais destacadas.
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A música da chuva
Tirei umas miniférias e voei para a cidade onde nasci, Montevidéu, no Uruguai. Tinha planos ambiciosos. A maioria envolvia caminhar. Andar a pé, especialmente pela rambla, a avenida que margeia o Rio da Prata, é um dos meus esportes favoritos, ainda mais se tiver uma boa companhia e, juntos, compartilharmos o chimarrão. Mas quando chove...
Não dá para passear direito, precisa carregar guardachuva, depois é impossível guardar o tal guarda-chuva molhado, isso quando a gente lembra de levar um. O sapato encharca, demora a secar, a barra da calça pesa, a gente inteira se atrapalha. Vixi! O jeito é aceitar e sair mesmo assim – ou ficar sob alguma cobertura, curtindo o que a chuva faz com a gente. Foi o que eu fiz.
As primeiras gotas eu nem vi. Estava distraída com as novidades que meus anfitriões, minha prima e o marido, foram me mostrando antes de se retirarem para a siesta, o cochilo depois do almoço. Uma delas incluía o Gaspar, um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho da escola e que agora habitava o jardim.
Eu estava louca para chegar até a beirada do rio, que tinha visto da janela do avião poucas horas antes. Não era a mesma coisa.
Mas aí, tac, tac,tac – ouvi. Ainda dava pra sair. Havia até um guarda-chuva pendurado na maçaneta. Mas aí, tacata-tacata, o ritmo acelerou. Gotas lentas sobre o telhado. Mais apressadas saindo de uma das calhas e caindo direto no chão de pedra do quintal. Como um metrônomo, mas sem a regularidade das sonatas e das canções. Desliguei o ar-condicionado, que mantinha o quarto quente, mas abafava o som da orquestra de tambores d’água que vinha de fora. Ir pra rua, nem pensar.
Vi o Gaspar correndo para a toca. Vi as florezinhas brancas se encharcando aos poucos; algumas caíam, não sem antes se embaralhar pelas gotas grossas que as levavam em rodopios até o chão. Vi uma pequena cachoeira surgir em cada um dos pilares, tracatracatracatraca. Abri a janela: com o frio, entrou o cheiro de grama molhada. Me senti em casa.
Antes de ir para o quarto e se enfiar na cama entre seus pais, Manu tinha me mostrado, orgulhosamente, como já sabia tocar bateria. Acertou as caixas, o prato, o bumbo, com destreza e graça. Aos 4 anos, ele fazia música sem saber. Como as gotas, as bonitas filhas da chuva.
Gabriela Aguerre
No parágrafo 3, o trecho “...um coelho preto que Manuel, filho deles, ganhara de um amiguinho...” as vírgulas têm a função de separar:
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