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Foram encontradas 119 questões.

766505 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
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O fim do smartphone

Já faz algum tempo que smartphones* deixaram de trazer novidades. Cada novo aparelho é um pouco mais rápido, um pouco maior, traz uma tela um pouco mais definida e uma memória um pouco mais extensa do que a máquina que o precedeu. A indústria aposta em novas ideias. Aparelhos modulares e telas dobráveis ou maleáveis chamam a atenção. Mas nenhuma parece inovadora o suficiente para sobreviver às próximas décadas.

Chegou a hora de levantar a cabeça e abandonar as restrições da telinha. A próxima grande novidade em comunicação móvel não deverá ser um telefone. Serviços ativados através de gestos e comandos de voz deverão ser os novos cliques. Os aparelhos “inteligentes” deverão ser tantos que não fará sentido referir-se a eles como tal.

Da mesma forma que hoje não se fala mais em objetos industrializados, pois é suposto que todos os novos produtos trazem essas características, a computação e a conexão logo estarão integradas a casas, automóveis e cidades, formando uma enorme rede. Poucas dessas novas máquinas terão telas. Não será preciso.

*Smartphone: celular com tecnologia semelhante à de computadores.

(Adaptado de: RADFAHRER, Luli. Folha de S.Paulo.www.folha.uol.com.br/colunas /luliradfahrer/2016/03/1754912-o-fim-do-smartphone.shtml)

De acordo com o autor, a tecnologia dos smartphones
 

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766502 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Amazônia, berço de civilizações? Se a expressão soa estranha aos seus ouvidos, é porque as descobertas recentes sobre o passado da maior floresta tropical do mundo ainda não tinham sido reunidas num conjunto coerente.

Um grupo de pesquisadores brasileiros e americanos fez exatamente isso e concluiu que, antes de Cabral, a região amazônica já estava fortemente "domesticada", e não intocada, como muita gente acredita.

As conclusões da equipe, liderada por Charles Clement, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus) estão em artigo na revista científica britânica Proceedings B. Os dados mais recentes apontam, segundo eles, que mais de 80 espécies de plantas selvagens foram transformadas em cultivos agrícolas pelos povos nativos da Amazônia. As mais conhecidas são o cacau, a batata-doce, a mandioca, o tabaco e o abacaxi, além das que ainda são tipicamente amazônicas, como o açaí e o cupuaçu.

A impressionante lista de lavouras "inventadas" pelos indígenas conta só parte da história, porém. Os habitantes originais da região parecem ter domesticado, em certo sentido, até as florestas aparentemente não habitadas por seres humanos.

Isso acontece porque esses povos manejavam a distribuição natural de espécies da mata, favorecendo a predominância de espécies que eram úteis para eles, como as castanheiras que produzem a castanha-do-pará.

Ao longo do tempo, além das plantações propriamente ditas, eles passaram a ficar cercados por "florestas antropogênicas" (ou seja, geradas em grande medida pela ação humana) que facilitavam um bocado sua vida.

(Adaptado de: LOPES, Reinaldo José. Disponível em: http://www1.folha.uol.com. br/ ciencia)

Atente para as frases abaixo a respeito da pontuação do texto.

I. Se a vírgula do segmento As conclusões da equipe, liderada por Charles Clement... (3°parágrafo) for suprimida, poderá se pensar que há mais de uma equipe envolvida no trabalho.

II. Caso se acrescente uma vírgula imediatamente após o termo “lavouras” em A impressionante lista de lavouras "inventadas" pelos indígenas conta só parte da história... (4° parágrafo), a frase ficará incorreta.

III. Pode-se inserir o sinal de dois-pontos imediatamente após o verbo em As mais conhecidas são o cacau, a batata-doce, a mandioca... (3° parágrafo), sem que se altere o sentido da frase, uma vez que se trata de enumeração.

Está correto o que se afirma em

 

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766501 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
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O que suas postagens nas redes sociais revelam sobre suas emoções

Nossas atividades nas redes sociais podem oferecer um retrato fiel − e muitas vezes não intencional − de nosso bem-estar mental. Portanto, não é de se espantar que profissionais cujo trabalho é zelar por nossa saúde emocional agora estejam explorando como usar esses canais para medir a quantas andam as emoções das pessoas.

Um estudo realizado pela Universidade Brunel, do Reino Unido, com 555 usuários do Facebook, mostrou que os mais extrovertidos tendem a postar mais sobre atividades sociais e sobre seu dia a dia, e o fazem com frequência. Já indivíduos com baixa autoestima acabam fazendo mais postagens sobre seus cônjuges ou parceiros. Por outro lado, pessoas com traços de neurose podem usar a rede social para validação e para chamar a atenção, enquanto aquelas mais narcisistas costumam exibir suas conquistas ou discorrer sobre suas dietas e rotinas de atividade física.

(Adaptado de: NOGRADY, Bianca. BBC Brasil. www.bbc.com/portuguese/vert-fut-37816962)

A pesquisa da Universidade Brunel
 

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766499 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
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enunciado 766499-1

O segmento sublinhado está corretamente substituído por um pronome, conforme a norma-padrão da língua, em:
 

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766494 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
A frase em que os verbos se encontram em perfeita correlação está em:
 

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766493 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Em 1938, o cineasta Orson Welles causou algumas horas de pânico ao fazer crer a milhares de ouvintes de rádio que o planeta estava sob ataque de marcianos. A dramatização, transmitida às vésperas do Halloween (dia das bruxas) em forma de programa jornalístico, tinha todas as características do radiojornalismo da época, às quais os ouvintes estavam acostumados. Hoje, talvez Welles provocasse um estrago ainda maior caso empregasse seu talento nas mídias sociais, onde notícias falsas enganam milhões diariamente em todo o mundo.

Nos EUA, o debate sobre os efeitos nocivos de informações inverídicas ganhou força com a recente eleição − em que os norte-americanos se informaram maciçamente pelas redes sociais. Levantamentos mostraram que em diversas ocasiões o presidente eleito foi beneficiado pela leva de informações fabricadas. Ainda que seja quase impossível medir o impacto do fenômeno na definição do resultado eleitoral, a gravidade do problema não se apaga.

No Brasil, a prática também preocupa. Muitas vezes, veículos da imprensa profissional precisam desmentir as mentiras, tão depressa elas se espalham.

Em Mianmar, país em lento processo de democratização, violentas ondas de ataque contra muçulmanos têm sido atribuídas à circulação de notícias fictícias.

Os grandes oligopólios da internet fogem da responsabilização pela montanha de barbaridades a que dão vazão. Não pecam apenas pela passividade, contudo. Associam-se às estratégias liberticidas e censórias de ditaduras.

Nesse quadro que ameaça os pilares da arquitetura democrática do Ocidente, o jornalismo profissional, compromissado com os fatos e a ampla circulação das ideias, torna-se ainda mais necessário.

(Adaptado de: FSP. Editorial. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/opinião)

Ao se reescrever uma passagem do texto, foi observado o respeito às normas de concordância verbal em:
 

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766492 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP
As normas de concordância foram respeitadas na frase:
 

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766491 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Amazônia, berço de civilizações? Se a expressão soa estranha aos seus ouvidos, é porque as descobertas recentes sobre o passado da maior floresta tropical do mundo ainda não tinham sido reunidas num conjunto coerente.

Um grupo de pesquisadores brasileiros e americanos fez exatamente isso e concluiu que, antes de Cabral, a região amazônica já estava fortemente "domesticada", e não intocada, como muita gente acredita.

As conclusões da equipe, liderada por Charles Clement, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus) estão em artigo na revista científica britânica Proceedings B. Os dados mais recentes apontam, segundo eles, que mais de 80 espécies de plantas selvagens foram transformadas em cultivos agrícolas pelos povos nativos da Amazônia. As mais conhecidas são o cacau, a batata-doce, a mandioca, o tabaco e o abacaxi, além das que ainda são tipicamente amazônicas, como o açaí e o cupuaçu.

A impressionante lista de lavouras "inventadas" pelos indígenas conta só parte da história, porém. Os habitantes originais da região parecem ter domesticado, em certo sentido, até as florestas aparentemente não habitadas por seres humanos.

Isso acontece porque esses povos manejavam a distribuição natural de espécies da mata, favorecendo a predominância de espécies que eram úteis para eles, como as castanheiras que produzem a castanha-do-pará.

Ao longo do tempo, além das plantações propriamente ditas, eles passaram a ficar cercados por "florestas antropogênicas" (ou seja, geradas em grande medida pela ação humana) que facilitavam um bocado sua vida.

(Adaptado de: LOPES, Reinaldo José. Disponível em: http://www1.folha.uol.com. br/ ciencia)

De acordo com o texto,
 

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766489 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Em 1938, o cineasta Orson Welles causou algumas horas de pânico ao fazer crer a milhares de ouvintes de rádio que o planeta estava sob ataque de marcianos. A dramatização, transmitida às vésperas do Halloween (dia das bruxas) em forma de programa jornalístico, tinha todas as características do radiojornalismo da época, às quais os ouvintes estavam acostumados. Hoje, talvez Welles provocasse um estrago ainda maior caso empregasse seu talento nas mídias sociais, onde notícias falsas enganam milhões diariamente em todo o mundo.

Nos EUA, o debate sobre os efeitos nocivos de informações inverídicas ganhou força com a recente eleição − em que os norte-americanos se informaram maciçamente pelas redes sociais. Levantamentos mostraram que em diversas ocasiões o presidente eleito foi beneficiado pela leva de informações fabricadas. Ainda que seja quase impossível medir o impacto do fenômeno na definição do resultado eleitoral, a gravidade do problema não se apaga.

No Brasil, a prática também preocupa. Muitas vezes, veículos da imprensa profissional precisam desmentir as mentiras, tão depressa elas se espalham.

Em Mianmar, país em lento processo de democratização, violentas ondas de ataque contra muçulmanos têm sido atribuídas à circulação de notícias fictícias.

Os grandes oligopólios da internet fogem da responsabilização pela montanha de barbaridades a que dão vazão. Não pecam apenas pela passividade, contudo. Associam-se às estratégias liberticidas e censórias de ditaduras.

Nesse quadro que ameaça os pilares da arquitetura democrática do Ocidente, o jornalismo profissional, compromissado com os fatos e a ampla circulação das ideias, torna-se ainda mais necessário.

(Adaptado de: FSP. Editorial. Disponível em: www1.folha.uol.com.br/opinião)

Atente para as frases abaixo, redigidas a partir de frases do texto modificadas:

I. A transmissão tinha todas as características do radiojornalismo à que os ouvintes da época estavam acostumados.

II. Em Mianmar, ataques contra muçulmanos têm sido atribuídos à notícias fictícias.

III. Os grandes oligopólios da internet fogem da responsabilização pela montanha de barbaridades às quais dão vazão.

O sinal de crase está empregado corretamente APENAS em

 

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766488 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: FCC
Orgão: SABESP

Amazônia, berço de civilizações? Se a expressão soa estranha aos seus ouvidos, é porque as descobertas recentes sobre o passado da maior floresta tropical do mundo ainda não tinham sido reunidas num conjunto coerente.

Um grupo de pesquisadores brasileiros e americanos fez exatamente isso e concluiu que, antes de Cabral, a região amazônica já estava fortemente "domesticada", e não intocada, como muita gente acredita.

As conclusões da equipe, liderada por Charles Clement, do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia, em Manaus) estão em artigo na revista científica britânica Proceedings B. Os dados mais recentes apontam, segundo eles, que mais de 80 espécies de plantas selvagens foram transformadas em cultivos agrícolas pelos povos nativos da Amazônia. As mais conhecidas são o cacau, a batata-doce, a mandioca, o tabaco e o abacaxi, além das que ainda são tipicamente amazônicas, como o açaí e o cupuaçu.

A impressionante lista de lavouras "inventadas" pelos indígenas conta só parte da história, porém. Os habitantes originais da região parecem ter domesticado, em certo sentido, até as florestas aparentemente não habitadas por seres humanos.

Isso acontece porque esses povos manejavam a distribuição natural de espécies da mata, favorecendo a predominância de espécies que eram úteis para eles, como as castanheiras que produzem a castanha-do-pará.

Ao longo do tempo, além das plantações propriamente ditas, eles passaram a ficar cercados por "florestas antropogênicas" (ou seja, geradas em grande medida pela ação humana) que facilitavam um bocado sua vida.

(Adaptado de: LOPES, Reinaldo José. Disponível em: http://www1.folha.uol.com. br/ ciencia)

No segmento ...e não intocada, como muita gente acredita (2° parágrafo), o termo em negrito exerce a mesma função sintática que o termo sublinhado em:
 

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