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1135748 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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E se no futuro o trabalho, tal como o

entendemos, não fizer parte de nossa vida?

Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.

A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.

“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.

Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.

Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.

(Héctor Llanos Martínez. https://brasil.elpais.com, 17.07.2017. Adaptado)

A preposição de, em destaque, foi acrescida respeitando-se a regência padrão da língua portuguesa na seguinte passagem do texto:
 

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1135747 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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A moça e o trem

O trem de ferro

passa no campo

entre telégrafos.

Sem poder fugir

sem poder voar

sem poder sonhar

sem poder ser telégrafo.

A moça na janela

vê o trem correr

ouve o tempo passar.

O tempo é tanto

que se pode ouvir

e ela o escuta passar

como se outro trem.

Cresce o oculto

elástico dos gestos:

a moça na janela

vê a planta crescer

sente a terra rodar:

que o tempo é tanto

que se deixa ver.

(João Cabral de Melo Neto. Poesia completa e prosa. Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008, p. 48, 49)

Considere os trechos:

• O tempo é tanto / que se pode ouvir (2° estrofe)

• [...] o tempo é tanto / que se deixa ver. (3ª estrofe)

Em ambos os trechos, o termo que introduz ideia de

 

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1135746 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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A moça e o trem

O trem de ferro

passa no campo

entre telégrafos.

Sem poder fugir

sem poder voar

sem poder sonhar

sem poder ser telégrafo.

A moça na janela

vê o trem correr

ouve o tempo passar.

O tempo é tanto

que se pode ouvir

e ela o escuta passar

como se outro trem.

Cresce o oculto

elástico dos gestos:

a moça na janela

vê a planta crescer

sente a terra rodar:

que o tempo é tanto

que se deixa ver.

(João Cabral de Melo Neto. Poesia completa e prosa. Nova Aguilar, Rio de Janeiro, 2008, p. 48, 49)

A imagem do trem, no poema, associa-se à
 

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1135745 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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E se no futuro o trabalho, tal como o

entendemos, não fizer parte de nossa vida?

Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.

A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.

“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.

Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.

Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.

(Héctor Llanos Martínez. https://brasil.elpais.com, 17.07.2017. Adaptado)

Uma vírgula foi acrescida a um trecho selecionado do texto. Com essa alteração, o trecho em que a pontuação está correta é:
 

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1135744 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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E se no futuro o trabalho, tal como o

entendemos, não fizer parte de nossa vida?

Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.

A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.

“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.

Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.

Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.

(Héctor Llanos Martínez. https://brasil.elpais.com, 17.07.2017. Adaptado)

“Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa...” (5° parágrafo)

Um sinônimo para a palavra ociosa, e que a substitui no contexto, é:

 

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1135743 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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Há quem considere o trabalho como uma forma de realização pessoal. Mas também é verdade que muitos veem o trabalho como fonte de desprazer e, se possível, não hesitariam em abandonar o trabalho completamente ou substituir o trabalho por tarefas mais instigantes.

Para evitar as repetições da palavra “trabalho”, as expressões destacadas devem ser substituídas, conforme a norma-padrão da língua portuguesa, respectivamente, por:

 

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1135742 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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E se no futuro o trabalho, tal como o

entendemos, não fizer parte de nossa vida?

Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.

A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.

“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.

Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.

Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.

(Héctor Llanos Martínez. https://brasil.elpais.com, 17.07.2017. Adaptado)

No quarto parágrafo, a alusão ao novo sistema de premiação de loterias no Reino Unido e na Espanha reforça a tese de que
 

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1135741 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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Assinale a alternativa cuja frase está escrita segundo a norma-padrão da língua portuguesa.
 

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1135740 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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Cidades sustentáveis

A correta destinação dos resíduos sólidos é condição primordial para uma cidade sustentável. A Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), aprovada em agosto de 2010, trouxe importantes instrumentos para que municípios de todo o Brasil iniciassem o enfrentamento aos principais problemas ambientais, sociais e econômicos decorrentes do manejo inadequado dos resíduos sólidos. A PNRS tem como pilar o princípio da responsabilidade compartilhada. Isso significa que indústrias, distribuidores e varejistas, prefeituras e consumidores são todos responsáveis pelos resíduos sólidos, e cada um terá de contribuir para que eles tenham uma disposição final adequada.

Buscar um melhor ordenamento do ambiente urbano primando pela qualidade de vida da população é trabalhar por uma cidade sustentável. Melhorar a mobilidade urbana, a poluição sonora e atmosférica, o descarte de resíduos sólidos, a distribuição energética, a economia de água, entre outros aspectos, contribui para tornar uma cidade sustentável.

(Martim Garcia. www.mma.gov.br/cidades-sustentaveis. Adaptado)

No segundo parágrafo, o autor
 

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1135739 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: VUNESP
Orgão: SAEMAS Sertãozinho-SP
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Protestos violentos se repetiram nesta sexta-feira (07 de julho), em Hamburgo, na Alemanha. Quase 200 policiais ficaram feridos e mais de 80 pessoas acabaram presas no dia de abertura da reunião.

As manifestações violentas fizeram Hamburgo amanhecer em chamas. De novo, manifestantes queimaram carros e enfrentaram a polícia num violento protesto.

(Globo – goo.gl/GPg7LA. Adaptado. Acesso em 14 jul. 2017)

A notícia trata dos protestos que foram motivados pela reunião

 

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