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Qual é a !$ sqrt{1,44} !$?
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Sabe-se que o retângulo A possui o dobro da área do quadrado B. A área do quadrado B é de 16 m2. Os lados do retângulo são x e y, sendo x = 2y. Quais são as medidas de x e y?
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Qual é a medida da hipotenusa de um triângulo retângulo cujos catetos medem 3 cm e 4 cm?
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Sobre funções trigonométricas: quanto vale sen30° ?
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Considere um urso que hibernou por 7 meses (considerar 30 dias por mês), em que ele dormiu 22h/dia. Nos outros 5 meses do ano, ele dormiu apenas 8h/dia (também considerar 30 dias por mês). Quantas horas esse urso dormiu durante esses 12 meses?
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“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"
Marcos Bagno
Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.
Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.
Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.
Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão adequadamente separadas e classificadas.
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“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"
Marcos Bagno
Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.
Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.
Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.
Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.
Assinale a alternativa que apresenta uma classificação INADEQUADA em relação à flexão dos substantivos e adjetivos presentes neste fragmento:
“Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo”.
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“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"
Marcos Bagno
Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.
Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.
Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.
Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.
Assinale a alternativa que apresenta uma descrição integralmente ADEQUADA em relação aos elementos empregados neste fragmento:
“Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil”.
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“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"
Marcos Bagno
Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.
Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.
Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.
Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.
Assinale a alternativa INCORRETA em relação ao 1º parágrafo do texto:
“Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado””.
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“Brasileiro não sabe bem português / Só em Portugal se fala bem português"
Marcos Bagno
Essas duas opiniões tão habituais, corriqueiras, comuns, e que na realidade são duas faces de uma mesma moeda enferrujada, refletem o complexo de inferioridade, o sentimento de sermos até hoje uma colônia dependente de um país mais antigo e mais “civilizado”.
Podemos encontrar essa concepção expressa no livro Língua viva, de Sérgio Nogueira Duarte, que é uma coletânea de suas colunas sobre língua portuguesa publicadas no Jornal do Brasil. Ali a gente lê, na página 65: “Sempre me perguntam onde se fala o melhor português. Só pode ser em Portugal! Já viajei muito pelo Brasil e já estive em todas as regiões. Sinceramente, não sei onde se fala melhor. Cada região tem suas qualidades e seus vícios de linguagem”.
Por isso não consigo concordar com o título do livro — que está longe de analisar a verdadeira língua viva usada em nosso país —, nem com o subtítulo: “uma análise simples e bem-humorada da linguagem do brasileiro”. Seria mais acertado dizer que se trata de uma análise “preconceituosa e desinformada” da língua falada e escrita por aqui. Mas não podemos culpar o autor, que é antes uma vítima do que propriamente um responsável por esse preconceito: ele está apenas exprimindo uma ideologia impregnada em nossa cultura há muito tempo.
Fonte: BAGNO, Marcos. Preconceito linguístico: o que é, como se faz. 49. ed. São Paulo: Ed. Loyola, 1999. p. 19.
Assinale a alternativa CORRETA em relação à pontuação empregada no último parágrafo do texto.
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