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3643097 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Considerando-se a classificação quanto à silaba tônica, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Jabuti.

(2) Agasalho.

(3) Pântano.

(_) Oxítona.

(_) Paroxítona.

(_) Proparoxítona.

 

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3643096 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Considerando-se a regra de uso da crase, assinalar a alternativa em que a lacuna deve ser preenchida com à:

 

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3643095 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

“Realizar” é um exemplo de verbo que, a depender do contexto, é considerado um verbo transitivo direto (VTD).

Qual é a principal característica de um VTD?

 

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3643094 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Assinalar a alternativa que apresenta uma palavra que NÃO é acentuada pela mesma regra que “caí”:

 

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3643093 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Considerando-se a concordância nominal e verbal, analisar os itens abaixo:

I. É proibido a entrada de animais na praia.

II. Fazem cinco anos que ele partiu.

III. As inscrições iniciam a partir das 0h do dia 1º.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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3643092 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Algumas vezes, as grafias de palavras registradas com x e ch podem causar dúvidas na hora da escrita. Considerando-se as regras gramaticais, assinalar a alternativa em que todas as palavras estão com a grafia CORRETA:

 

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3643091 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Considerando-se as diferentes construções sintáticas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(1) Frase.

(2) Oração.

(3) Período.

(_) Enunciado que contém um verbo ou locução verbal e que pode não apresentar um sentido completo.

(_) Enunciado linguístico que possui um sentido completo.

(_) Enunciado que contém uma ou mais orações.

 

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3643090 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A história da invenção da caneta esferográfica

Antes de existir o computador, existia a caneta esferográfica, e sua invenção transformou a escrita e a comunicação humana, como uma tecnologia verdadeiramente revolucionária. Essa história começa no final do século 19, com a primeira patente de uma caneta com uma esfera rolante na ponta, registrada pelo inventor estadunidense John J. Loud em 1888, mas só se tornaria realmente popular e eficaz na década de 1930, pelas mãos do jornalista húngaro, naturalizado argentino, László József Bíró.

O modelo de Loud foi desenvolvido para ser uma caneta capaz de escrever em superfícies duras, e utilizava aço com a esfera na ponta. A aplicação, portanto, era limitada e distante da eficácia que a caneta esferográfica como conhecemos viria a trazer: a caneta de Loud não fez sucesso, e a patente original simplesmente expirou. Mais de 20 anos após a morte de Loud, o jornalista e editor László Bíró desenvolveu uma nova versão de uma caneta esferográfica, utilizando uma tinta diferente, mais leve, fina e portátil. A invenção foi chamada de Birome e utilizava uma tinta de jornal, porém um pouco mais grossa, desenvolvida pelo irmão de László, György Bíró, que também havia fugido do nazismo na Europa para a Argentina, ao lado do irmão. A esfera era molhada no cartucho interno da tinta e, assim, a Birome permitiu uma escrita fácil e macia sobre qualquer tipo de papel e que, principalmente, secava rapidamente, resolvendo, assim, os problemas das velhas canetas tinteiras.

A caneta esferográfica, que se tornou um grande sucesso na Argentina, ganhou o planeta após as empresas Eversharp Co. e Eberhard Faber Co. adquirirem o direito de venderem a Birome nos EUA e no resto do mundo. A invenção transformou por completo a escrita e mesmo a comunicação humana, facilitando a escrita de cartas, cartões postais, trabalhos e livros. Em 1945, o empresário francês Marcel Bich comprou a patente da caneta de Bíró, para torná-la o principal produto de sua empresa, a Bic.

Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro, data de nascimento do inventor László József Bíró. Ele faleceu em Buenos Aires, em 1985, aos 86 anos de idade, mas sua invenção permanece atual, funcional e imortal, sendo utilizada em toda parte. Estima-se que a Bic já tenha vendido mais de 100 bilhões de canetas esferográficas em todo o mundo.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

A palavra sublinhada em “Não é por acaso, portanto, que o Dia do Inventor é comemorado na Argentina em 29 de setembro” é classificada como:

 

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3643089 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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A respeito da ocorrência ou não de crase, marcar C para as sentenças Corretamente escritas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

(_) O candidato estava a espera da sua aprovação.

(_) O veleiro encontrado mais cedo estava à deriva.

(_) O porteiro sempre está lá, de segunda à segunda.

 

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3643088 Ano: 2022
Disciplina: Português
Banca: OBJETIVA
Orgão: SAMAE Caxias do Sul-RS
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Considerando-se a concordância nominal e verbal, analisar os itens abaixo:

I. Deu onze horas e a reunião ainda não tinha acabado.

II. Ele precisou cumprir muitas horas extras.

III. Fazem dez minutos que estou esperando.

Está(ão) CORRETO(S):

 

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