Foram encontradas 40 questões.
Durante o abastecimento de um reservatório cilíndrico,
um técnico anotou volumes em diferentes unidades. Ele
registrou inicialmente 0,75 m³, depois acrescentou mais
150 litros e, por fim, adicionou 20.000 cm³. Analise as
assertivas e classifique cada uma como verdadeira (V)
ou falsa (F):
(__) 0,75 m³ equivalem a 750 litros.
(__) O acréscimo de 150 litros corresponde a 0,15 m³.
(__) 20.000 cm³ correspondem a 2 litros.
(__) O volume final ultrapassa 900 litros.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
(__) 0,75 m³ equivalem a 750 litros.
(__) O acréscimo de 150 litros corresponde a 0,15 m³.
(__) 20.000 cm³ correspondem a 2 litros.
(__) O volume final ultrapassa 900 litros.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
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Uma área retangular em um parque possui 250 m² e será
recoberta com grama especial. O engenheiro
responsável precisa converter essa medida para cm²
para enviar a quantidade exata ao fornecedor, pois o
sistema do fornecedor só aceita medidas nessa unidade.
Sobre esse contexto, analise as assertivas abaixo.
I. A área de 250 m² corresponde a 250.000 cm².
II. A conversão de m² para cm² deve multiplicar a medida por 10.000.
III. Se a área fosse de 300 m², resultaria em 3.000.000 cm².
IV. Para converter 250 m² corretamente, deve-se multiplicar por 1.000.
Está CORRETO o que se afirma em:
I. A área de 250 m² corresponde a 250.000 cm².
II. A conversão de m² para cm² deve multiplicar a medida por 10.000.
III. Se a área fosse de 300 m², resultaria em 3.000.000 cm².
IV. Para converter 250 m² corretamente, deve-se multiplicar por 1.000.
Está CORRETO o que se afirma em:
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Uma equipe de manutenção registrou o tempo total
gasto em três atividades: a primeira levou 1 h 20 min, a segunda consumiu 2 h 15 min e a última exigiu 50 min. O
coordenador precisa converter o tempo total para
minutos antes de inserir no sistema eletrônico. Qual é o
tempo total?
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Uma fábrica produz embalagens usando três máquinas.
A produção depende do número de máquinas, do tempo
de funcionamento e de um fator de eficiência. Em certo
dia, utilizando 2 máquinas durante 5 horas, com fator de
eficiência igual a 0,80, foram produzidas 1.600 unidades.
Em outra situação, pretende-se operar com 3 máquinas
por 6 horas, adotando fator de eficiência igual a 0,75.
Quantas unidades serão produzidas nessas novas
condições?
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Um técnico analisou o consumo energético de um
equipamento que é dado pela função f(x) = 3x + 12, em
que x representa o número de horas de funcionamento e
f(x) o consumo em kWh. Após funcionar por 14 horas em
um determinado dia, o supervisor precisou estimar o
consumo total para registrar no relatório diário. Qual foi o
consumo total registrado?
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com
suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para
outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A
cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao
cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor
oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma,
mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa
ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor
que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de
assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes,
mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone
pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como
relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito
mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até
leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que,
se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor
orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na
história imaginada pelo autor, a moça desceria na
estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas
hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar
a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o
dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz
(Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com
suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para
outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A
cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao
cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor
oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma,
mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa
ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor
que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de
assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes,
mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone
pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como
relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito
mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até
leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que,
se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor
orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na
história imaginada pelo autor, a moça desceria na
estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas
hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar
a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o
dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz
(Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com
suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para
outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A
cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao
cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor
oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma,
mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa
ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor
que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de
assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes,
mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone
pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como
relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito
mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até
leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que,
se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor
orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na
história imaginada pelo autor, a moça desceria na
estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas
hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar
a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o
dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz
(Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com
suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para
outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A
cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao
cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor
oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma,
mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa
ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor
que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de
assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes,
mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone
pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como
relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito
mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até
leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que,
se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor
orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na
história imaginada pelo autor, a moça desceria na
estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas
hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar
a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o
dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz
(Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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O mote
A moça atende o celular dentro do Metrô, fala com
suavidade, diz que entende, que tudo bem, que fica para
outro dia — e, ao desligar, resmunga um "cachorro". A
cena, tão cotidiana quanto misteriosa, oferece ao
cronista um ponto de partida: quem era o interlocutor
oculto? O que fez para merecer tal desprezo? O enigma,
mais que a resposta, já é matéria literária.
O mote da crônica pode surgir de situações como essa
ou de qualquer detalhe da vida: o clima instável, o amor
que acaba ou renasce, a cidade que nos cerca, a falta de
assunto, a dor ou a alegria — sendo a dor, muitas vezes,
mais fértil. Até mesmo o anônimo "cachorro" ao telefone
pode servir para inaugurar uma narrativa.
Embora a definição escolar descreva a crônica como
relato histórico em ordem temporal, o gênero é muito
mais flexível: pode ser leve, circunstancial, irônica ou até
leviana, dependendo do tema. Rubem Braga dizia que,
se não é aguda, é crônica — e talvez essa seja a melhor
orientação para quem tenta definir o indefinível.
Encontrado o mote, basta entregar-se ao imaginário. Na
história imaginada pelo autor, a moça desceria na
estação seguinte para confrontar o "cachorro", mas
hesita: e se ele estiver dizendo a verdade? Melhor deixar
a trama inacabada — para não estragar o dia dela, o
dele, nem o ganha-pão do cronista.
Texto Adaptado
PIMENTEL, Luiz Cunha. O mote. In: RECHIA, Rosângela Beatriz
(Org.). Concurso Literário Felippe D?Oliveira: conto, crônica e poesia
− Premiados 2017 e 2018. Santa Maria: Imprensa
Universitária/UFSM, 2018. Disponível em:
https://www.santamaria.rs.gov.br/arquivos/baixar-arquivo/conteudo/D15
-1884.pdf . Acesso em: 21 nov. 2025.
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