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A | B | C | D | |
| 1 | ||||
2 | 5 | |||
3 | 8 | ? | ||
4 | 12 | |||
5 | 20 | ? | ||
I. Em D3 foi inserida a expressão =MOD(SOMA(B2;B5);7).
II. Em D5 foi inserida a expressão =SE(D3<=2;"MARIANA";"TIRADENTES").
Nessas condições, os conteúdos mostrados em D3 e D5 são, respectivamente,
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 15.
Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Na linha 3, a sigla “Nasa” foi grafada corretamente.
Assinale a alternativa em que isso não tenha ocorrido.
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- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoEquivalência
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 15.
Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
O problema todo começou com outra missão... (L.15)
Assinale a alternativa em que a alteração proposta não tenha provocado alteração de sentido.
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- OrtografiaPontuação
- Interpretação de TextosSubstituição/Reescritura de TextoReorganização e Reescrita de Orações e Períodos
Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 15.
Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de atraso para resolver os problemas internos do JPL. (L.44-46)
Assinale a alternativa em que a sua alteração tenha sido feita de acordo com as regras de pontuação.
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Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Por “encampada” (L.8), entende-se
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Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Não seria a primeira vez que os congressistas são chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou adiamentos indefinidos pela Nasa. (L.47-49)
A palavra sublinhada no período acima exerce papel
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Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Assinale a alternativa em que a palavra indicada tenha sido formada por composição.
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Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
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Assinale a alternativa em que o termo indicado tenha sido acentuado seguindo regra distinta da das demais.
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Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
...o projeto sabota colaborações internacionais, já que europeus já haviam comprometido mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à missão. (L.41-44)
No período acima, há
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Leia atentamente o texto a seguir para responder às questões de 1 a 15.
Grupos acadêmicos tentam salvar missão da Nasa a Vênus
Um grupo de organizações acadêmicas dos Estados
Unidos lançou uma campanha para salvar uma das missões
a Vênus planejadas pela Nasa para esta década, congelada
por tempo indeterminado pela agência espacial americana
5 a partir de sua proposta de orçamento para 2024.
A campanha para salvar a missão Veritas, lançada na
última quarta (5) pela ONG Sociedade Planetária (fundada
por Carl Sagan) e encampada pela União Geofísica
Americana, a Universidade do Alasca em Fairbanks, a
10 Universidade Tulane, em Nova Orleans (Louisiana), e o
Mount Holyoke College, em South Hadley (Massachusetts),
pede que o Congresso americano estabeleça uma nova data
de lançamento que não exceda 2029, forçando a Nasa a
designar recursos para o projeto.
15 O problema todo começou com outra missão, a Psyche,
que vai ao cinturão de asteroides e é coordenada pelo JPL,
o Laboratório de Propulsão a Jato da agência espacial. Após
um atraso no lançamento (que deveria ter ocorrido no ano
passado), um painel independente chegou à conclusão de
20 que o JPL tinha problemas de organização e pessoal, com
falta de equipe adequada para cumprir todas as suas tarefas
– dentre elas a realização da Veritas.
Para garantir que a Psyche voe com sucesso em
outubro próximo e que não haja impacto em outras missões
25 de alta prioridade, como a Europa Clipper (com lançamento
marcado para 2024), a Nasa decidiu, no fim do ano passado,
levar a Veritas ao altar do sacrifício, interrompendo os
trabalhos – que até então estavam no prazo e dentro do
orçamento para um voo em 2027.
30 Com a concretização desse plano (e a zeragem de verba
no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio
a grita da comunidade acadêmica, que há tempos espera
uma nova missão a Vênus, uma espécie de "gêmeo mau" da
Terra com atmosfera ultradensa e temperatura de 460
35 graus Celsius à superfície que ganhou atenção recente com
evidências de vulcanismo e potenciais bioassinaturas na alta
atmosfera.
Os grupos acadêmicos apontam que, além de atrasar a
exploração venusiana com o potencial para perder a
40 liderança para outros países (a China pretende lançar um
orbitador em 2026), o projeto sabota colaborações
internacionais, já que europeus já haviam comprometido
mais de US$ 90 milhões em instrumentação e apoio à
missão. Para retificar isso, o Congresso poderia estabelecer
45 uma data de voo em 2029, já contemplando dois anos de
atraso para resolver os problemas internos do JPL.
Não seria a primeira vez que os congressistas são
chamados a salvar missões submetidas a cancelamentos ou
adiamentos indefinidos pela Nasa. Entre as que voltaram do
50 limbo por força deles estão a última missão de reparos ao
Telescópio Espacial Hubble (sem a qual ele já teria sido
desativado) e a New Horizons, sonda que visitou Plutão em
2015.
Uma segunda missão a Vênus selecionada pela Nasa
55 junto com a Veritas no programa Discovery, a Davinci+,
segue em andamento para lançamento em 2029. Mas,
como as duas são complementares, o plano americano de
exploração venusiana no momento se equilibra em uma
perna só.
(Salvador Nogueira. https://www1.folha.uol.com.br/blogs/mensageiro-sideral/2023/04/grupos-academicos-tentam-salvar-missao-da-nasa-avenus.shtml.)
Com a concretização desse plano (1) (e a zeragem de verba no orçamento proposto para a Nasa no ano que vem), veio a grita da comunidade acadêmica... (2) (L.30-32)
Os termos sublinhados no período acima, indicados por (1) e (2), exercem função sintática, respectivamente, de
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