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Texto
É mais grave repetir ideias do que palavras
Chico Viana
Os professores de redação geralmente orientam os alunos a não repetir palavras. A repetição denota pobreza vocabular e torna o texto monótono. Vai de encontro à própria natureza da prosa, que se caracteriza pela progressão diversificada do pensamento.
Um de meus alunos levou muito a sério essa recomendação. Tanto que escreveu num texto sobre a diferença na forma como os pais de duas diferentes culturas educam os filhos: “Enquanto nos países latinos os procedentes são tratados com excesso de amor, nos escandinavos eles são tratados apenas com respeito.”
O estudante não quis repetir “filhos” e substituiu essa palavra por outra que lhe pareceu adequada. Talvez tenha ido ao dicionário e se deparado com este sentido de “procedente”: “que descende de”, “descendente”. Só que esse vocábulo é um adjetivo, e não um substantivo. Além do mais, não constitui um equivalente semântico para “filhos”. Na melhor das hipóteses funcionaria como um substituto precioso, pouco natural.
O ideal é que o redator tenha um repertório vocabular que lhe permita variar as palavras. Na falta disso, é melhor repetir do que tornar obscura a mensagem. Autran Dourado escreve, em Meu mestre imaginário, que “não repetir palavras é uma bobagem muito grande”. O que ele diz se aplica sobretudo à prosa literária, na qual a repetição tem valor estilístico, mas vale também para os gêneros em que a maior preocupação é argumentar.
Nesses últimos, por sinal, mais grave do que repetir palavras é repetir ideias. A recorrência de conceitos, propostas, informações tende a fazer o texto circular em torno de um mesmo ponto. Sugere que a redação foi mal pensada e que o autor não elaborou um esquema que o conduzisse da introdução à conclusão.
É possível, mesmo repetindo palavras, fazer avançar o raciocínio e defender com sucesso um ponto de vista. O que não se pode é apresentar com rigor e clareza a opinião num texto truncado, em que a falta do que dizer traduz-se em insuficiência argumentativa.
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/blog-ponta/
e-mais-grave-repetir-ideias-do-que-palavras-293815-1.asp
Acesso em: 18/08/2013.
Assinale a alternativa correta de acordo com o texto.
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Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) em relação à sondagem nasogástrica.
( ) Tem como finalidade drenar conteúdo gástrico para descompressão, realizar lavagem gástrica e administração de medicação/alimento.
( ) Uma das contraindicações para a sua realização é a mal formação e obstrução do septo nasal.
( ) Para a realização desse procedimento, o paciente deve ser mantido em decúbito dorsal horizontal com a cabeça inclinada para trás.
( ) Para que a sonda fique localizada no estômago, a sua medida deve ser feita da ponta do nariz até o apêndice xifoide.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
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O pronome de tratamento abreviado pelas letras “MM” designa:
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O ato de separar a correspondência oficial de caráter ostensivo da de caráter sigiloso é atribuição de qual setor?
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A comunicação oficial, interna ou externa, expedida para diversas unidades administrativas ou determinados funcionários é conhecida como:
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Considere adultos jovens que se apresentam na emergência com quadro de febre alta, odinofagia, tosse, artralgias, adenopatia cervical posterior simétrica e comprometimento da orofaringe sob a forma de faringo amigdalite exsudativa, que associado ao leucograma revela leucocitose com elevada linfocitose atípica.
Tal quadro é sugestivo de:
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Analise o texto abaixo:
“A psicoterapia cognitiva baseia-se no modelo cognitivo, que levanta a hipótese de que as emoções e comportamentos das pessoas são influenciados por sua percepção dos eventos.”
O entendimento das crenças é essencial para esta linha de psicoterapia. As crenças centrais são:
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Texto
É mais grave repetir ideias do que palavras
Chico Viana
Os professores de redação geralmente orientam os alunos a não repetir palavras. A repetição denota pobreza vocabular e torna o texto monótono. Vai de encontro à própria natureza da prosa, que se caracteriza pela progressão diversificada do pensamento.
Um de meus alunos levou muito a sério essa recomendação. Tanto que escreveu num texto sobre a diferença na forma como os pais de duas diferentes culturas educam os filhos: “Enquanto nos países latinos os procedentes são tratados com excesso de amor, nos escandinavos eles são tratados apenas com respeito.”
O estudante não quis repetir “filhos” e substituiu essa palavra por outra que lhe pareceu adequada. Talvez tenha ido ao dicionário e se deparado com este sentido de “procedente”: “que descende de”, “descendente”. Só que esse vocábulo é um adjetivo, e não um substantivo. Além do mais, não constitui um equivalente semântico para “filhos”. Na melhor das hipóteses funcionaria como um substituto precioso, pouco natural.
O ideal é que o redator tenha um repertório vocabular que lhe permita variar as palavras. Na falta disso, é melhor repetir do que tornar obscura a mensagem. Autran Dourado escreve, em Meu mestre imaginário, que “não repetir palavras é uma bobagem muito grande”. O que ele diz se aplica sobretudo à prosa literária, na qual a repetição tem valor estilístico, mas vale também para os gêneros em que a maior preocupação é argumentar.
Nesses últimos, por sinal, mais grave do que repetir palavras é repetir ideias. A recorrência de conceitos, propostas, informações tende a fazer o texto circular em torno de um mesmo ponto. Sugere que a redação foi mal pensada e que o autor não elaborou um esquema que o conduzisse da introdução à conclusão.
É possível, mesmo repetindo palavras, fazer avançar o raciocínio e defender com sucesso um ponto de vista. O que não se pode é apresentar com rigor e clareza a opinião num texto truncado, em que a falta do que dizer traduz-se em insuficiência argumentativa.
Disponível em: http://revistalingua.uol.com.br/textos/blog-ponta/
e-mais-grave-repetir-ideias-do-que-palavras-293815-1.asp
Acesso em: 18/08/2013.
Analise a frase abaixo:
“O que não se pode é apresentar com rigor e clareza a opinião num texto truncado, em que a falta do que dizer traduz-se em insuficiência argumentativa.” (último parágrafo)
Assinale a alternativa que apresenta a reescrita correta da frase, do ponto de vista da norma padrão da língua portuguesa, sem prejuízo do significado da frase extraída do texto.
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Qual a evolução mais esperada para o Transtorno Bipolar?
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O sistema gerenciador de banco de dados Oracle pode ser iniciado de N formas diferentes. Para iniciar o Oracle permitindo somente um acesso limitado à instância, definido por um tipo específico de sessão, geralmente atribuído somente aos administradores, deve-se utilizar:
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