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São ambientes de sedimentação costeira e suas características:
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O manejo florestal quando bem conduzido, prevê a realização de atividades pré-exploratórias, exploratórias e pós-exploratórias.
São consideradas atividades pré-exploratórias:
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“A água doce é um recurso vital e a tendência de queda é motivo de preocupação.” Foi com essa frase que um dos mais conceituados cientistas do mundo, o chinês Aiguo Daí, coordenador do estudo que reuniu especialistas americanos do National Center for Atmospheric Research (NCAR), anunciou os resultados da mais completa e extensa pesquisa sobre a redução do volume de 925 rios do planeta.
Segundo o pesquisador Daí, o rio São Francisco, o nosso “Velho Chico”, é o que amargou o maior declínio nos últimos 50 anos em território brasileiro — 35% dele secou, o que o coloca ao lado da delicada situação de outros grandes rios, sobretudo nos EUA, África e Ásia.
Saber que o São Francisco está evaporando é preocupante para o Brasil. Ele é, na verdade, um rio de integração nacional, traduzindo-se em uma espécie de “caminho natural” de ligação das regiões Sudeste e Centro-Oeste à região Nordeste. Desde as suas nascentes, na Serra da Canastra, em Minas Gerais, até a sua foz, na divisa entre Sergipe e Alagoas, ele percorre 2,7 mil quilômetros. Ao longo de sua “jornada”, banha cinco Estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas. Apesar de receber água de 168 afluentes, o “Velho Chico”, descoberto em 1502, está sendo derrotado por um gigantesco fenômeno climático. Trata-se do “El Niño”, que aquece também as águas do Pacífico.
Os cientistas copilaram dados dos maiores rios do mundo abrangendo o longo período que se estende de 1948 a 2004 e concluíram que diversos deles, que atravessam algumas das regiões mais populosas, estão perdendo água. De acordo com os pesquisadores, o fluxo na bacia do Amazonas caiu 3,1%, enquanto outros rios brasileiros apresentaram números completamente opostos, até com elevação de nível na vazão.
No rio Paraná, por exemplo, houve um aumento da ordem de 60%. “Buscamos entender o caso do São Francisco, sobretudo porque a existência de resultados tão diferentes em um mesmo território não é comum”, diz Daí. “A variação está relacionada principalmente a mudanças na quantidade de chuvas nas regiões das bacias. Seguindo essa linha de raciocínio, torna-se impossível não pensarmos no El Niño”.
Esse fenômeno meteorológico consiste em um aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico, afetando o clima do planeta em geral e, mais duramente, o de determinadas regiões específicas.
No estudo americano consta que durante período em que o São Francisco foi analisado a região de sua bacia apresentou uma leve queda nos níveis de precipitações e um grande aumento de temperatura. “Esses dois fatores contribuíram para o grande declínio e escoamento do rio. É uma lei elementar da natureza: o aumento da temperatura eleva a evaporação e assim acaba reduzindo o fluxo da água”, diz o coordenador do projeto de análise do NCAR.
Na mesma situação de esvaziamento do São Francisco estão outros rios como o Amarelo, na China, o Niger, na África, e o Colorado, nos EUA — e todos abastecem áreas populosas. Um dos casos mais graves é justamente o do Colorado, que mesmo em anos de muita chuva já não consegue se recuperar enquanto deságua no Mar de Cortez. Ali o problema tem duas “nascentes”: a evaporação causada pelo “El Niño” e a transposição.
O desvio das águas do Colorado para abastecer a agricultura acabou poluindo e desperdiçando grande parte do fluxo. Para revitalizálo, diversos projetos foram desenvolvidos com a finalidade de despoluí-lo e nele aumentar a biodiversidade aquática, que sofreu intensa alteração ambiental devido à construção de hidrelétricas. No Brasil, a transposição do rio São Francisco sempre tem gerado polêmica.
O projeto é da competência do governo federal, sob a responsabilidade do Ministério da Integração Nacional, e está orçado em aproximadamente R$ 4,5 bilhões. Serão dois canais totalizando 700 quilômetros de extensão e que, segundo o governo, estão destinados a assegurar oferta de água em 2025 a quase 12 milhões de habitantes de pequenas, médias e grandes cidades da região semiárida dos Estados de Pernambuco, Ceará, Paraíba e Rio Grande do Norte.
As críticas sobre o projeto recaem no fato de ele ser uma obra cara e que abrange somente 5% do território e 0,3% da população do semiárido brasileiro.
Finalmente, diversos ambientalistas ressaltam também que a transposição poderá afetar intensamente o ecossistema ao redor de todo o São Francisco. Sobre um ponto, no entanto, não resta dúvida: alguma providência tem de ser tomada sobre um rio vital na união de regiões do País e que já perdeu 35% de sua água.
Fonte: Isto É2071 22/07/2009. p.98/99 ( texto com adaptações).
O texto circula em torno de uma temática central que trata de
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É CORRETO afirmar que são processos de medidas topográficas de distâncias
I. A passo e pela velocidade da marcha.
II. Pelo odômetro e pelo binóculo com estádia.
III. Com diastímetros e com taqueômetros.
IV. Pelo clinômetro e pelo anemômetro.
Após as análises, marque abaixo, a única alternativa CORRETA.
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As quantidades de cimento, areia e brita para confecção de 10,50 m3 de argamassa de concreto, considerando-se o traço em volume de 1:2:4 e índices para 1,00 m3 de: cimento – 210 kg; areia – 420 litros; brita – 420 litros, são:
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Conforme a NBR 10520, o uso da expressão op. cit. é usada em subsequentes citações quando utiliza-se
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Para representar e compreender as característica internas de um objeto mediante o uso de projeções ortogonais, deve-se desenhar:
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O cupuaçuzeiro (Theobroma grandiflorum) é uma espécie frutífera tipicamente amazônida e pode ser propagada tanto sexuada como assexuadamente (como por exemplo por enxertia).
Assinale, entre as alternativas abaixo, a que apresenta dois métodos de enxertia usualmente aplicados na multiplicação desta espécie
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A feição mais conspícua da margem continental equatorial é representada pelo leque submarino do Amazonas, subdividido em três porções morfológicas principais: leque superior, leque médio e leque inferior. Analise as características morfodinâmicas do leque submarino do Amazonas, conforme seguem:
I. O leque superior possui gradientes mais pronunciados, dominado pelo cânion submarino do Amazonas que, gradiente a baixo, dá lugar ao canal central principal do sistema dispersor do leque submarino.
II. No leque médio são encontrados sistemas de canais secundários meandrantes que apresentam diques marginais, caracterizados pela autoconstrutividade, fluxos lamosos e drenagem pretérita do rio Amazonas.
III. Na extensão a leste do leque submarino do Amazonas o Talude Continental apresenta-se íngreme, o que justifica a inexistência de cânions submarinos, predominam os platôs marginais.
IV.No leque inferior ocorre a diminuição do gradiente topográfico, desaparecem os canais meandrantes e auto-construtores, caracterizando-se pela presença de canais de pequenas dimensões, e os sedimentos grossos aumentam consideravelmente.
Estão CORRETAS apenas:
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De maneira sistemática a Pedagogia organizou seu próprio espaço de pesquisa na
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