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Foram encontradas 388 questões.

1509051 Ano: 2018
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
O texto ou documento, não elaborado pelo autor, que serve de fundamentação, comprovação ou ilustração é o:
 

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1509045 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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Seja !$ E \, = \begin {pmatrix} { \large 3 \over 5} \end {pmatrix}^3 \, - \, \begin {pmatrix} - { \large 7 \over 10} \end {pmatrix}^3 \, -3. \, \begin {pmatrix} { \large 3 \over 5} \end {pmatrix}^2 . \begin {pmatrix} - { \large 7 \over 10} \end {pmatrix} +3. \, \begin {pmatrix} { \large 3 \over 5} \end {pmatrix} . \begin {pmatrix} - { \large 7 \over 10} \end {pmatrix}^2. !$
A raíz cúbica do número E é igual a:
 

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1507960 Ano: 2018
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
O protocolo Z39.50 surgiu a partir da necessidade da criação de comunicação entre sistemas e recuperação da informação. Quanto a esse protocolo, é INCORRETO afirmar que:
 

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1502150 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O termo “diabetes mellitus” (DM) refere-se a um transtorno metabólico de etiologias heterogêneas, caracterizado por hiperglicemia e distúrbios no metabolismo de carboidratos, proteínas e gorduras, resultante de defeitos da secreção e/ou da ação da insulina. O diabetes mellitus (DM) pode permanecer assintomático por longo tempo e sua detecção clínica é frequentemente feita não pelos sintomas, mas pelos seus fatores de risco. Os critérios para rastreamento do DM em adultos assintomáticos são:
 

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1502104 Ano: 2018
Disciplina: Saúde Pública
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O câncer do colo do útero está associado à infecção persistente por subtipos oncogênicos do vírus HPV (Papilomavírus Humano), especialmente os:
 

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1499070 Ano: 2018
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
O título principal de um livro a ser catalogado deve ser transcrito exatamente como é mencionado na folha de rosto, exceto quando apresenta determinadas pontuações. A pontuação deve ser substituída por um travessão no exemplo a seguir:
 

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1333264 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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A assistência do pré-natal tem como objetivo, no programa do Ministério da Saúde, acolher a mulher desde o início de sua gravidez - período de mudanças físicas e emocionais – que cada gestante vivencia de forma distinta. Quanto ao calendário de consultas, é correto afirmar que:
 

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1239400 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
O Artigo 35 da Lei nº 4.320/64 consagrou, sob o aspecto orçamentário, o regime contábil misto para a contabilidade pública brasileira. Isto significa dizer que se adota o regime:
 

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1214530 Ano: 2018
Disciplina: Enfermagem
Banca: SELECON
Orgão: SECITEC-MT
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O edema agudo de pulmão (EAP) é o acúmulo anormal de líquido nos pulmões. O líquido pode acumular-se nos espaços intersticiais ou nos alvéolos. É um estado de intensa congestão pulmonar, acarretando hipoxemia severa. Os sinais e sintomas de um EAP são:
 

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Estudo de crânios serviu como base à falha ciência do racismo
Médico do século XIX conquistou intelectuais ao criar
justificativa para uma suposta superioridade dos brancos
RIO - A banana atirada no jogador Daniel Alves durante um jogo do Barcelona e as declarações racistas do dirigente de um clube de basquete americano provocaram repúdio mundial esta semana, mas as manifestações preconceituosas seriam vistas com naturalidade pelo médico americano Samuel George Morton. Ele angariou fama em seu país e na Europa no século XIX disseminando a teoria de que a superioridade racial é corroborada pelo estudo dos crânios. Aqueles de estrutura mais complexa e avançada, um sinal inegável de inteligência e maior capacidade de raciocínio, seriam os de caucasianos. Seu argumento resistiu por 150 anos. Foi analisado por figuras como Charles Darwin, convenceu abolicionistasA) e só foi definitivamente desmantelado na década de 1980, embora as manifestações racistas persistam.
– Ele fez amizades com as pessoas certas, aquelas que realmente importavam – conta o historiador James Poskett, que lidera as pesquisas de Cambridge. – Morton produziu apenas 500 cópias de “Crania americana” e distribuiu para pessoas influentes como antropólogos famosos na InglaterraB) e editores de revistas científicas americanas. Mesmo com a pequena tiragem, seu trabalho foi lido em países como França, Alemanha, Rússia e Índia.
Morton, então, ganhou as graças da elite intelectual do Velho Mundo. Sua obra foi assumidamente uma inspiração para autores de livros como “Crania Britannica” e “Crania Germanica”C) e ainda para os trabalhos do italiano Cesare Lombroso, de 1876, que partia de características físicas do crânio para determinar criminosos. Até o evolucionista (e abolicionista) Charles Darwin, que leu o texto de Morton, considerou-o uma “autoridade” na discussão racial, embora não tenha usado nada dos seus estudos nos trabalhos que fez. Muito pelo contrário.
O elogio ao racismo de Morton só desabou em 1981, quando o evolucionista Stephen Jay Gould, professor da Universidade de Harvard, publicou o livro “A falsa medida do homem”, demonstrando que não havia relação entre as raças e seus níveis de inteligência. Ainda assim, mesmo sem qualquer suporte acadêmico, não faltam convictos de que brancos e negros ocupam polos opostosD). E, 175 anos depois de “Crania americana”, entre bananas e o basquete, surge mais uma polêmica que desafia a razão: a ideia, errada, de que somos todos macacos.
Renato Grandelle
(Adaptado de O GLOBO, 03/05/2014) (https://oglobo.globo.com/sociedade/historia/estudo-de-
cranios- serviu-como-base-falha-ciencia-do-racismo-12370323)
A frase que melhor evidencia a crítica do autor em relação às teorias raciais é:
 

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