O Historiador da Arte Arnold Hauser escreve, em seu livro “História Social da Arte e da Literatura”, sobre a renascença:
“[...] o fato verdadeiramente notável a respeito da Renascença não era o artista ter se tornado um observador da natureza, mas
o de ter-se a obra de arte convertido num “estudo da natureza”.
No sentido do texto, a obra de arte da Renascença, dentre as citadas abaixo, é exemplo pertinente de “estudo da natureza”:
“A verossimilhança já não tem nenhuma importância [...]. O assunto já não conta, ou conta muito pouco. A arte moderna repele,
de modo geral, a maioria das técnicas de agradar utilizadas pelos grandes artistas do passado.”
O crítico e poeta Guillaume Apollinaire escreve um livro em 1913, do qual se extrai o trecho acima, sobre a pintura de um então
novo movimento artístico.
O titulo deste livro, é:
Segundo o historiador e crítico de Arte Giulio Carlo Argan, um preconceito grave que impede uma boa análise da obra de arte é
julgar que a obra é uma representação de algo e que bastaria comparar a obra com este algo para se saber se a representação
é bem sucedida.
A partir desta colocação, o que mais se distancia deste preconceito é:
Em ensaio intitulado “Debret, o neoclassicismo e a escravidão”, (1996), o crítico de arte Rodrigo Naves aponta a influência do
ideário neoclássico no período de formação da obra de Debret.
Quando o artista chega ao Brasil, contudo, se vê em uma situação política muito diversa da que viveu na França, a começar por
uma diferença fundamental, assim descrita por Naves: “decididamente, a existência da escravidão impedia de vez qualquer tentativa
de transpor com verdade a forma neoclássica para o Brasil”.
A partir desta impossibilidade, a escolha de Debret quanto à forma e às dinâmicas sociais do Brasil da época foi
Em maio de 2015, militantes do movimento negro e ativistas feministas se uniram para convocar um ato de protesto contra a
companhia de teatro Os Fofos Encenam, que realizaria apresentação da peça A mulher do trem.
O protesto de repúdio dos grupos de militantes a realização da peça se deve
Em 1967, Augusto Boal encena Arena Conta Tiradentes, montagem teatral importante para a História do Teatro Brasileiro, em
que utiliza o sistema coringa de atuação. Sobre este espetáculo, é correto afirmar:
A obra denominada “O que Exatamente Torna os Lares de Hoje Tão Diferentes, Tão Atraentes?”, de 1956, com autoria de
Richard Hamilton foi concebida como pôster e ilustração para o catálogo da exposição This Is Tomorrow [Este É o Amanhã] do
Independent Group de Londres. O quadro carrega temas e técnicas dominantes de uma nova expressão artística que despontava
nos EUA.
O nome do Movimento artístico a que a obra pertence e a técnica utilizada pelo artista para sua composição são, respectivamente: