Foram encontradas 1.170 questões.
Aspectos como subjetividade e objetividade foram tratados de
maneiras diferentes de acordo com cada teoria sociológica.
Considerando as teorias que tratam das questões de subjetividade
e objetividade nas ciências sociais, julgue o item que se segue.
De acordo com o método sociológico funcionalista, os fatos sociais devem ser tratados como coisas.
De acordo com o método sociológico funcionalista, os fatos sociais devem ser tratados como coisas.
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Com relação à pesquisa social, julgue o item subsecutivo.
O método sociológico funcionalista estabelece comparações e indica semelhanças entre o funcionamento fisiológico de um organismo vivo e o funcionamento da sociedade.
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Com relação à pesquisa social, julgue o item subsecutivo.
De acordo com o método compreensivo, a ação social racional, com relação a valores, é motivada por aspectos culturais baseados, por exemplo, na crença e nos valores éticos e morais de cada indivíduo.
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Desigualdades no plural. Porque nosso sistema concentra
poder político e tudo aquilo que é produzido pela sociedade nas
mãos de grupos pequenos, e bem determinados, de acordo com as
combinações dos marcadores sociais como gênero, raça e classe.
Em um mundo cada vez mais urbanizado, as cidades são um dos
principais produtos das nossas sociedades. Sua distribuição,
contudo, é segregada e extremamente desigual, e faz com que as
pessoas vivenciem o cotidiano de formas muito diferentes,
principalmente no contexto de pandemia.
Internet: <www.nexojornal.com.br>.
Segundo a teoria de Weber, gênero e raça poderiam desenvolver-se como grupos de status.
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Desigualdades no plural. Porque nosso sistema concentra
poder político e tudo aquilo que é produzido pela sociedade nas
mãos de grupos pequenos, e bem determinados, de acordo com as
combinações dos marcadores sociais como gênero, raça e classe.
Em um mundo cada vez mais urbanizado, as cidades são um dos
principais produtos das nossas sociedades. Sua distribuição,
contudo, é segregada e extremamente desigual, e faz com que as
pessoas vivenciem o cotidiano de formas muito diferentes,
principalmente no contexto de pandemia.
Internet: <www.nexojornal.com.br>.
A pandemia do novo coronavírus atinge as pessoas de maneira igual, independentemente de sua classe, grupo de status e estilo de vida, já que o vírus é um agente biológico e não social.
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Desigualdades no plural. Porque nosso sistema concentra
poder político e tudo aquilo que é produzido pela sociedade nas
mãos de grupos pequenos, e bem determinados, de acordo com as
combinações dos marcadores sociais como gênero, raça e classe.
Em um mundo cada vez mais urbanizado, as cidades são um dos
principais produtos das nossas sociedades. Sua distribuição,
contudo, é segregada e extremamente desigual, e faz com que as
pessoas vivenciem o cotidiano de formas muito diferentes,
principalmente no contexto de pandemia.
Internet: <www.nexojornal.com.br>.
As mulheres, por possuírem um status social inferior na organização social atual, estão mais suscetíveis a violências. Esse quadro foi agravado durante a pandemia, quando houve um aumento da violência doméstica sofrida pelas mulheres.
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Na pandemia, o saldo para o mundo do trabalho é
conhecido: explosão do desemprego, precarização, informalidade
e trabalho cada vez mais intermitente. Tudo isso, em uma
sociedade já bastante desigual, produziu uma ambiência mais do
que favorável para o avanço destrutivo do vírus. A fantasiosa
visão de que na pandemia “estamos todos no mesmo barco” e de
que ela é “democrática” em seus impactos, foi desmascarada
rapidamente quando todos os números passaram a mostrar que a
sua tragédia tem classe, raça, gênero e etnia. São os
vulnerabilizados socialmente os mais atingidos.
Internet:<diplomatique.org.br> (com adaptações).
Os trabalhadores por aplicativo são, ao mesmo tempo, trabalhadores e proprietários dos meios de produção (bicicletas, motos, carros, smartphones etc.); logo, seriam classificados como pertencentes à classe capitalista (empreendedora), e não mais à classe trabalhadora.
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Na pandemia, o saldo para o mundo do trabalho é
conhecido: explosão do desemprego, precarização, informalidade
e trabalho cada vez mais intermitente. Tudo isso, em uma
sociedade já bastante desigual, produziu uma ambiência mais do
que favorável para o avanço destrutivo do vírus. A fantasiosa
visão de que na pandemia “estamos todos no mesmo barco” e de
que ela é “democrática” em seus impactos, foi desmascarada
rapidamente quando todos os números passaram a mostrar que a
sua tragédia tem classe, raça, gênero e etnia. São os
vulnerabilizados socialmente os mais atingidos.
Internet:<diplomatique.org.br> (com adaptações).
Nos critérios de vacinação, a desigualdade e a estratificação social se tornam evidentes, pois, ao priorizar pessoas mais idosas, acaba-se atingindo a população branca, que tem maior expectativa de vida do que a negra no Brasil. Na segunda priorização, por comorbidade, acontece algo semelhante, pois a população negra tem menor acesso aos serviços de saúde e, portanto, menor acesso a estes diagnósticos de comorbidades.
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Se as formas sociais, as roupas, os juízos estéticos e todo
o estilo que o ser humano utiliza para se expressar são mantidos
em constante mutação pela moda, esta, ou seja, a nova moda, só
diz respeito às classes altas. Tão logo as classes baixas começam
a se inclinar para ela, ultrapassando as fronteiras demarcadas
pelas classes altas e quebrando a homogeneidade de seu
pertencimento aí simbolizado, as classes altas se afastam e
adotam uma nova moda que as distingue, por sua vez, das
grandes massas, relançando o jogo novamente.
Georg Simmel. A Moda. IARA – Revista de Moda, Cultura
e Arte, [S. l.], v. 1, n. 1, p. 163–188, 2008. P. 167-168.
Tanto Simmel quanto Weber procuraram compreender formas de diferenciação social mesmo em situações em que os indivíduos pertencem a uma mesma classe econômica.
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No campo de estudo das desigualdades raciais, a ênfase
ocorre tanto na sobrerrepresentação da população negra entre os
pobres quanto na proporção de pobres dentro de cada grupo
racial. Há mais negros (pretos e pardos) entre os pobres, da
mesma forma que há maior proporção de pobres no grupo negro
do que no grupo branco. Outro aspecto que se destaca é a
manutenção dessas diferenças a despeito das recentes e
significativas mudanças nas situações de pobreza. Os dados da
Pesquisa Nacional de Amostra Domiciliar (PNAD) mostram que,
em 1999, entre os 10% mais pobres da população brasileira, 68%
deles eram negros (pretos e pardos); em 2008, essa proporção era
de 70,8%. Estudos recentes sobre pobreza têm dado ênfase à
questão da sua heterogeneidade, apontando, sobretudo, para a
importância de outras variáveis, além da renda, para mensurá-la.
Nesse sentido, procuram diluir a dicotomia entre pobres e não
pobres e chamar a atenção para as diferenças tanto de
concentração (grau) quanto das características da pobreza.
Márcia Lima. “Raça” e pobreza em contextos metropolitanos.
In: Tempo Social, 24 (2), nov./2012, p. 236 (com adaptações).
Infere-se dos dados da PNAD apresentados no texto que, no período analisado, houve aprofundamento da proporção de pessoas negras entre o decil mais pobre da população brasileira.
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